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Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. 2011

Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Beverly Tourer 300 i.e. usada.

  • Scooter
  • 278 cc
  • Gasolina
Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. 2011
Imagem ilustrativa.

FIPE 2011

R$ 21.894

Moto
Piaggio Beverly Tourer 300 i.e.
Ano-modelo
2011
Geração
2010–2012

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 822023-9. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Piaggio Beverly Tourer 300 i.e.

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Como é a Beverly Tourer 300 i.e. 2011

A Beverly Tourer 300 i.e. 2011, da Piaggio, é uma scooter de 278 cc. O ano-modelo 2011 faz parte da geração vendida de 2010 a 2012. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a Beverly Tourer 300 i.e. depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Preço FIPE da Beverly Tourer 300 i.e. 2011

O preço médio da Beverly Tourer 300 i.e. 2011 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 21.894. A Beverly Tourer 300 i.e. 2010 fica em R$ 21.146 (+3,5% de diferença); a Beverly Tourer 300 i.e. 2012 está em R$ 26.411. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2012, R$ 26.411), a 2011 vale 17% menos, uma média de 17,1% por ano.

Na comparação com as 23 motos scooter 2011 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 19 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A Beverly Tourer 300 i.e. e o jeito scooter de andar

Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.

Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.

Peças e medidas da Beverly Tourer 300 i.e. 2011

Para a manutenção da Beverly Tourer 300 i.e. 2011, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Beverly Tourer 300 i.e. 2011 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Transmissão automática (CVT). O câmbio automático tem peças de desgaste escondidas atrás da tampa: correia, roletes, polias e embreagem. Num teste curto já aparecem tranco ou vibração na arrancada, motor que sobe de giro e demora a empurrar a moto e assobio constante. Se o histórico não mostra a troca da correia no prazo, conte com ela na negociação.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.

Cuidados que acompanham uma moto 2011

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2011 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 15 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 15 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.

Documentos e negociação da Beverly Tourer 300 i.e. 2011

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Beverly Tourer 300 i.e. 2011.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.

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A Beverly Tourer 300 i.e. em outros anos

A Beverly Tourer 300 i.e. foi vendida em 3 anos-modelo, de 2010 a 2012. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2012 · R$ 26.411
  • 2011 · R$ 21.894
  • 2010 · R$ 21.146

Ficha técnica da Beverly Tourer 300 i.e. 2011

Medidas e especificações
Cilindrada278 cc
CombustívelGasolina
Bateria12V 10Ah (YTX12-BS)
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
PiscasLâmpada
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Beverly Tourer 300 i.e. 2011

As peças desta moto são as da geração 2010–2012. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Beverly Tourer 300 i.e. 2011 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. 2011 vale R$ 21.894 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a Beverly Tourer 300 i.e. 2011?

A Beverly Tourer 300 i.e. 2011 tem 278 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.

Moto com 15 anos é isenta de IPVA?

Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.