Óleo do motor da Honda CG 150 Titan ESD 2009
A medida que serve na CG 150 Titan ESD desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.
Óleo do motor que serve
SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca
- Moto
- Honda CG 150 Titan ESD
- Anos
- 2009
- Motor
- Quatro tempos
- Refrigeração
- A ar
Medida conferida em honda.com.br. Mesmo assim, confira no manual da sua moto.
Lojas com óleo do motor para a Honda CG 150 Titan ESD
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Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Honda CG 150 Titan ESD 2009
Motul 7100 20W-50 4T20W-50
Motul 5000+ 20W-50 4T20W-50
Motul 3000+ 20W-50 4T20W-50
Liqui Moly Motorbike 4T 20W50 Street20W-50
Liqui Moly Motorbike HD Synth 20W50 Street20W-50
Castrol Actevo Essential 20W-5020W-50
ELF Moto 4 Cruise 20W5020W-50
Mobil Super Moto 20W-50 Mineral20W-50
Óleo Pro Honda 20W5020W-50- YamalubeYamalube Mineral SAE 20W50 API SL JASO MA220W-50
Bardahl Maxtec Moto M 20W5020W-50
Lubrax Top Moto 20W-50 MA20W-50
Pela medida da ficha (SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.
O óleo do motor certo para a CG 150 Titan ESD 2009
Para a Honda CG 150 Titan ESD dos anos 2009, a referência do óleo do motor é SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca. A medida foi conferida em honda.com.br, mas vale comparar com o manual do proprietário da sua moto antes de comprar.
O que a referência quer dizer: a viscosidade é 20W-50: o primeiro número (com o W, de "winter") mostra o comportamento do óleo frio, na partida; o segundo, a viscosidade com o motor quente; API SF é a classe de qualidade do óleo; classes mais novas atendem às mais antigas; JASO MA indica óleo próprio para moto com embreagem banhada em óleo, que não patina como pode acontecer com óleo de carro; a quantidade é de 1,0 litro na troca.
Para que serve o óleo do motor da CG 150 Titan ESD
Pense no óleo como o sangue do motor. Ele circula sem parar, empurrado pela bomba, e passa por todos os pontos onde há atrito. Ali ele lubrifica, resfria e carrega a sujeira que se forma com a queima. Com o tempo, o calor e a contaminação vão quebrando suas qualidades, e o óleo deixa de proteger como protegia quando era novo.
Por isso a troca existe: não é porque o óleo "acaba", e sim porque ele perde a capacidade de fazer o trabalho. Em motos dois tempos, o óleo de motor é consumido na mistura com a gasolina, e o cuidado é manter o tipo certo e a proporção certa.
O óleo do motor na CG 150 Titan ESD: o que a ficha diz
Para entender o óleo do motor desta moto, vale olhar a ficha: a CG 150 Titan ESD é uma street de 149 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Não há filtro de óleo de troca: a limpeza do óleo fica com a tela e com as trocas no prazo. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor.
Sem filtro de troca, o óleo da CG 150 Titan ESD conta com a tela e com a drenagem para se livrar da sujeira. Respeitar o prazo do manual e a limpeza da tela, quando indicada, mantém o motor limpo.
Motor arrefecido só a ar, como o da CG 150 Titan ESD, trabalha mais quente no trânsito parado, porque depende do vento nas aletas. O óleo sofre mais nessas condições. Quem roda muito em congestionamento deve olhar o intervalo de uso severo do manual.
Quando desconfiar do óleo do motor
Alguns sintomas apontam direto para o óleo; outros indicam desgaste do motor que o óleo só deixou aparecer. Em qualquer caso, vale olhar o nível antes de rodar mais.
- Motor mais barulhento. Barulho metálico no cabeçote, batida seca ou ruído que aumenta com a rotação podem vir de óleo baixo ou degradado. Também podem ser folga de válvula ou desgaste interno. Olhe o nível primeiro; persistindo, oficina.
- Óleo com aspecto leitoso. Óleo com cor de café com leite ou espuma clara na tampa de abastecimento indica água misturada. Pode ser condensação em moto que só faz trajetos muito curtos, mas também pode ser defeito interno. Troque o óleo e peça avaliação.
- Nível abaixo do mínimo. Na vareta ou no visor, o óleo aparece abaixo da marca de mínimo. Motor com pouco óleo esquenta mais e lubrifica pior. Complete com o mesmo tipo e procure saber para onde o óleo está indo: vazamento ou consumo.
- Óleo muito escuro e grosso. Óleo escurece com o uso, e isso por si só não condena. Mas óleo preto, grosso, com aspecto de borra ou cheiro de queimado já perdeu boa parte das qualidades. Somado a prazo vencido, é troca na certa.
Como escolher o óleo certo para a CG 150 Titan ESD
O rótulo traz quase tudo o que você precisa saber, mas em siglas. Entendendo cada uma, fica fácil escolher o óleo certo.
- Óleo próprio para moto. O frasco de carro pode ter a mesma viscosidade, mas não a mesma receita. Motos com embreagem e câmbio no óleo pedem especificação JASO. Óleo de carro na moto é economia que costuma sair cara.
- Classe API. A sigla API seguida de letras, como SL ou SN, é a classe de desempenho para motores a gasolina. O manual indica uma classe mínima; classes mais novas costumam atender as anteriores. Use pelo menos a que o manual pede.
- Quantidade certa. O manual informa quanto óleo vai na troca simples, na troca com filtro (quando há) e na desmontagem do motor. São números diferentes. Compre o suficiente para a troca e um pouco para completar entre revisões.
- Mineral, semissintético ou sintético. Os três funcionam, desde que atendam a especificação do manual. O sintético costuma resistir melhor ao calor e à oxidação; o mineral é o mais comum em motos de baixa cilindrada. A base sozinha não substitui a especificação certa.
Outras motos com a mesma referência
A mesma especificação (óleo 20W-50) aparece em 199 outras motos do catálogo. Isso ajuda a achar a peça em estoque e a comparar preços, mas a aplicação final é sempre a indicada pelo fabricante da peça.
- Honda XRE 300 2010–2018
- Honda XRE 300 Rally 2014–2018
- Honda XRE 300 Adventure 2017–2018
- Honda Biz 125 ES 2009–2017
- Honda Biz 125 EX 2011–2017
- Honda Biz 125 2016–2017
- Honda Lead 110 2010–2016
- Honda NXR 150 Bros Mix ESD 2010–2015
- Honda CB 300R 2009–2015
- Honda Pop 100 2007–2015
- Honda NXR 150 Bros Mix ES 2010–2014
- Honda Biz 125 KS 2009–2012
Lista completa: Óleo 20W-50 em todas as motos.
Viscosidade igual não basta: confira também a classe (API, JASO) e a quantidade indicadas para cada moto.
Troca de óleo passo a passo
Antes de começar, tenha à mão o manual, o óleo certo, a arruela nova do bujão e um recipiente para o óleo usado. A sequência abaixo vale para a maioria das motos.
- Aqueça um pouco o motor. Deixe o motor funcionar alguns minutos ou dê uma volta curta. Óleo morno escorre melhor e leva mais sujeira junto. Cuidado: escapamento e motor ficam quentes, e óleo muito quente queima a pele.
- Posicione a moto e solte o bujão. Com a moto no cavalete central ou em pé, em piso firme, coloque a bandeja embaixo do bujão de dreno. Solte o bujão e, nas últimas voltas, afaste a mão para o óleo não escorrer pelo braço.
- Deixe escorrer e troque a arruela. Paciência nesta parte: deixe escorrer até sobrar só gota. Arruela nova no bujão é regra, porque a antiga já foi amassada no aperto anterior. Muita limalha no ímã do bujão é motivo para avisar a oficina.
- Limpe a tela, se o manual pedir. Sem filtro de troca, a filtragem fica com a tela e, em alguns motores, com um filtro centrífugo. A limpeza delas tem intervalo próprio no manual e costuma ser serviço de oficina.
- Recoloque o bujão com o aperto certo. Primeiras voltas sempre à mão, para não entortar a rosca. O aperto final é firme e controlado, de preferência com torquímetro. Rosca espanada no cárter é um dos estragos mais comuns em troca de óleo.
- Abasteça com a quantidade indicada. Despeje o óleo devagar, sem completar de uma vez a quantidade toda. É mais fácil acrescentar do que tirar excesso. Feche a tampa e passe para a medição.
- Meça o nível do jeito do manual. Ligue o motor por um instante, desligue, espere alguns minutos e meça com a moto na posição indicada. Algumas motos pedem a vareta apenas apoiada, sem rosquear; outras usam visor. O nível deve ficar entre as marcas.
- Procure vazamentos e anote a troca. Com tudo fechado, ligue o motor e olhe o bujão e o filtro, se houver, por alguns minutos. Sem vazamento, anote a data e a quilometragem da troca. Limpe qualquer respingo de óleo perto do pneu e do freio.
Óleo usado não vai para o ralo, a terra ou o lixo comum: ele contamina muita água. Guarde em galão fechado e leve a um posto, oficina ou ponto de coleta, que encaminham para rerrefino. Se não tem como fazer isso, deixe a troca com a oficina.
Manutenção do óleo do motor no dia a dia
O óleo protege o motor enquanto está no nível e dentro do prazo. Alguns hábitos simples fazem diferença na vida útil do motor.
- Meça o nível com frequência. Uma medição rápida, com a moto na posição certa, mostra se está tudo em ordem. Faça junto com a calibragem dos pneus e antes de qualquer viagem mais longa.
- Considere o uso severo. Se a moto vive no anda e para, roda em estrada de terra ou faz trajetos muito curtos, o óleo sofre mais. Muitos manuais têm um intervalo próprio para esse tipo de uso. Vale seguir esse, e não o de uso normal.
- Aqueça antes de exigir. Logo depois da partida, o óleo ainda não chegou a todos os pontos com a mesma eficiência. Rode os primeiros minutos sem acelerar até o fim e sem forçar o motor, principalmente em dia frio.
Erros comuns com o óleo do motor
Muito motor vai para a retífica por erros simples com o óleo. Estes são os mais vistos no balcão e na oficina.
- Jogar o óleo usado fora. Óleo usado no ralo, na terra ou no lixo contamina água e solo. Guarde num galão fechado e leve a um posto, oficina ou ponto de coleta que faça o recolhimento.
- Reaproveitar a arruela do bujão. A arruela de vedação se deforma ao ser apertada e não veda tão bem uma segunda vez. Reaproveitar leva a vazamento, e aí a tendência é apertar mais, o que espana a rosca.
- Espanar a rosca do bujão. Braço pesado no bujão é um clássico. A rosca do cárter é bem mais frágil que a do bujão. Comece à mão e finalize com aperto moderado, de preferência com torquímetro.
O óleo do motor nos outros anos da CG 150
No catálogo, a CG 150 aparece em 19 gerações, somando 12 versões entre 2004 e 2016. A medida do óleo do motor muda ao longo da família: há 4 referências diferentes.
- SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca: CG 150 Titan ESD 2009, CG 150 Cargo ESD 2013, CG 150 Titan EX 2010–2013, CG 150 Titan Mix ESD 2009–2013 e mais 4.
- SAE 20W-50 API SF: CG 150 Titan ESD 2004–2008, CG 150 Titan ES 2004–2008, CG 150 Titan KS / Job 2004–2008, CG 150 Sport 2005–2008.
- SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca: CG 150 Start 2015–2016, CG 150 Cargo ESD 2014–2015, CG 150 Fan ESDi 2014–2015, CG 150 Titan EX 2014–2015 e mais 1.
- SAE 10W-30 API SJ/JASO MA (manual 2013; anos anteriores podem indicar 20W-50 API SF) | 1,0 L na troca: CG 150 Fan ESDi 2011–2013, CG 150 Fan ESi 2010–2013.
Por isso, ao comprar, informe sempre o ano exato da moto: peça da CG 150 Titan ESD de outra geração pode não servir.
A CG 150 Titan ESD na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 150 Titan ESD ano 2009 vale R$ 10.485. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
Óleo do motor nos outros anos e versões da CG 150
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| CG 150 Titan ESD (esta página) | 2009 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan ESD | 2004–2008 | SAE 20W-50 API SF |
| CG 150 Start | 2015–2016 | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca |
| CG 150 Cargo ESD | 2014–2015 | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca |
| CG 150 Cargo ESD | 2013 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Fan ESDi | 2014–2015 | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca |
| CG 150 Fan ESDi | 2011–2013 | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA (manual 2013; anos anteriores podem indicar 20W-50 API SF) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan EX | 2014–2015 | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca |
| CG 150 Titan EX | 2010–2013 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan Mix ESD | 2014–2015 | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca |
| CG 150 Titan Mix ESD | 2009–2013 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Fan ESi | 2010–2013 | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA (manual 2013; anos anteriores podem indicar 20W-50 API SF) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan Mix KS | 2009–2011 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan Mix ES | 2009–2010 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan ES | 2009 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan ES | 2004–2008 | SAE 20W-50 API SF |
| CG 150 Titan KS / Job | 2009 | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| CG 150 Titan KS / Job | 2004–2008 | SAE 20W-50 API SF |
| CG 150 Sport | 2005–2008 | SAE 20W-50 API SF |
Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.
Outras peças da CG 150 Titan ESD 2009
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual a medida do óleo do motor da CG 150 Titan ESD 2009?
Para a CG 150 Titan ESD 2009, a ficha indica SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca. Leve essa informação à loja junto com o ano da moto.
Qual o prazo de troca do óleo da moto?
Siga o manual. Não existe um número que sirva para toda moto. Lembre que moto parada também precisa de troca no prazo de tempo, e que uso de trabalho costuma encurtar o intervalo.
Qual a quantidade de óleo na troca?
Depende do motor e do tipo de troca. O manual informa quanto vai na troca simples, com filtro e na desmontagem do motor. Na prática, coloque um pouco menos que o total, meça e complete até ficar entre as marcas.
Posso misturar óleos de marcas diferentes?
Para completar um pouco, um óleo de mesma viscosidade e especificação resolve. Para não ter dúvida, guarde bem fechada a sobra da última troca e use ela para completar entre as revisões.
A moto tem que estar no cavalete para medir o óleo?
Com a moto nivelada, em geral nunca no descanso lateral, e depois do tempo de espera indicado pelo fabricante. A forma de usar a vareta ou o visor muda de modelo para modelo, então vale ler o manual uma vez.