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Óleo do motor da Honda CG 150

A medida de cada versão e ano da CG 150, de 2004 a 2016, com o guia para escolher e trocar.

  • 12 versões
  • 19 gerações
  • 2004–2016

Óleo do motor mais comum

SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca

Modelo
Honda CG 150
Anos
2004 a 2016
Referências
4 diferentes, veja a tabela

Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.

Lojas com óleo do motor para a Honda CG 150

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Produtos de marca para a Honda CG 150

Pela medida mais comum no modelo (SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.

Óleo do motor por versão e ano

VersãoAnosMedida
CG 150 Start2015–2016 SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca
CG 150 Cargo ESD2014–2015 SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca
CG 150 Cargo ESD2013 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Fan ESDi2014–2015 SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca
CG 150 Fan ESDi2011–2013 SAE 10W-30 API SJ/JASO MA (manual 2013; anos anteriores podem indicar 20W-50 API SF) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan EX2014–2015 SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca
CG 150 Titan EX2010–2013 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan Mix ESD2014–2015 SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca
CG 150 Titan Mix ESD2009–2013 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Fan ESi2010–2013 SAE 10W-30 API SJ/JASO MA (manual 2013; anos anteriores podem indicar 20W-50 API SF) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan Mix KS2009–2011 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan Mix ES2009–2010 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan ES2009 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan ES2004–2008 SAE 20W-50 API SF
CG 150 Titan ESD2009 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan ESD2004–2008 SAE 20W-50 API SF
CG 150 Titan KS / Job2009 SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido
CG 150 Titan KS / Job2004–2008 SAE 20W-50 API SF
CG 150 Sport2005–2008 SAE 20W-50 API SF

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O óleo do motor da Honda CG 150: versão por versão

Não existe uma medida única do óleo do motor para toda a CG 150: o catálogo tem 4 referências. A que aparece em mais gerações (8 de 19) é SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca.

Confira na tabela a linha da sua versão e do seu ano. A medida certa é a dessa linha, não a mais comum.

O que a referência quer dizer: a viscosidade é 20W-50: o primeiro número (com o W, de "winter") mostra o comportamento do óleo frio, na partida; o segundo, a viscosidade com o motor quente; API SF é a classe de qualidade do óleo; classes mais novas atendem às mais antigas; JASO MA indica óleo próprio para moto com embreagem banhada em óleo, que não patina como pode acontecer com óleo de carro; a quantidade é de 1,0 litro na troca.

Para que serve o óleo do motor da CG 150

Pense no óleo como o sangue do motor. Ele circula sem parar, empurrado pela bomba, e passa por todos os pontos onde há atrito. Ali ele lubrifica, resfria e carrega a sujeira que se forma com a queima. Com o tempo, o calor e a contaminação vão quebrando suas qualidades, e o óleo deixa de proteger como protegia quando era novo.

Por isso a troca existe: não é porque o óleo "acaba", e sim porque ele perde a capacidade de fazer o trabalho. Em motos dois tempos, o óleo de motor é consumido na mistura com a gasolina, e o cuidado é manter o tipo certo e a proporção certa.

Como o óleo do motor trabalha na CG 150

Na ficha, a CG 150 2004–2016 aparece como uma street de 149 cc. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. Não há filtro de óleo de troca: a limpeza do óleo fica com a tela e com as trocas no prazo. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor.

Sem radiador, a temperatura do motor da CG 150 varia bastante com o uso. Em trânsito pesado e calor, o óleo é mais exigido. Nível sempre em dia e troca no prazo fazem diferença.

Sem filtro de troca, o óleo da CG 150 conta com a tela e com a drenagem para se livrar da sujeira. Respeitar o prazo do manual e a limpeza da tela, quando indicada, mantém o motor limpo.

Sinais de que o óleo do motor da CG 150 precisa de atenção

O óleo raramente dá aviso escandaloso antes de causar estrago. Por isso, o prazo do manual vale mais do que qualquer sintoma. Mesmo assim, alguns sinais pedem atenção imediata.

  • Prazo vencido. Mesmo sem sintoma, o óleo tem prazo de troca por quilometragem e por tempo, o que vencer primeiro. O manual da sua moto define os dois. Se você não sabe quando foi a última troca, faça a troca e recomece a contagem.
  • Nível abaixo do mínimo. Quando a medição mostra nível baixo, o motor está trabalhando com menos proteção. Completar resolve o momento, mas queda frequente indica consumo ou vazamento, e isso precisa de avaliação na oficina.
  • Motor mais barulhento. Barulho metálico no cabeçote, batida seca ou ruído que aumenta com a rotação podem vir de óleo baixo ou degradado. Também podem ser folga de válvula ou desgaste interno. Olhe o nível primeiro; persistindo, oficina.
  • Óleo com aspecto leitoso. Se o óleo parece um creme claro na vareta ou no visor, há umidade nele. Em motos de uso muito curto, a condensação explica; persistindo, a oficina precisa investigar a entrada de água no motor.
  • Óleo muito escuro e grosso. Óleo escurece com o uso, e isso por si só não condena. Mas óleo preto, grosso, com aspecto de borra ou cheiro de queimado já perdeu boa parte das qualidades. Somado a prazo vencido, é troca na certa.

O que olhar no rótulo do óleo antes de comprar

A especificação do manual é o ponto de partida. Com ela em mãos, dá para comparar marcas na prateleira sem errar. Estes são os pontos que um bom balconista olha.

  • Frasco lacrado e procedência. Óleo adulterado existe e é difícil de identificar a olho. Compre em loja de confiança, com nota fiscal, frasco lacrado e rótulo com fabricante, especificações e lote. Desconfie de preço muito abaixo do normal.
  • Óleo próprio para moto. O frasco de carro pode ter a mesma viscosidade, mas não a mesma receita. Motos com embreagem e câmbio no óleo pedem especificação JASO. Óleo de carro na moto é economia que costuma sair cara.
  • Classe API. A sigla API seguida de letras, como SL ou SN, é a classe de desempenho para motores a gasolina. O manual indica uma classe mínima; classes mais novas costumam atender as anteriores. Use pelo menos a que o manual pede.
  • Mineral, semissintético ou sintético. Mineral, semissintético e sintético se diferenciam pela base do óleo. Se o manual não exige um tipo, qualquer um que cumpra viscosidade e classes indicadas serve. O sintético não dispensa a troca no prazo.
  • Viscosidade SAE. A sigla SAE com dois números indica quão grosso ou fino o óleo é frio e quente. Não existe "mais grosso protege mais": o motor foi projetado para uma viscosidade. Fuja dela só se o manual oferecer opções por clima.

A mesma referência em outros modelos

A referência óleo 20W-50 também aparece em 33 outros modelos do catálogo, o que costuma facilitar achar a peça em estoque:

Trocando o óleo do motor: o jeito certo

Antes de começar, tenha à mão o manual, o óleo certo, a arruela nova do bujão e um recipiente para o óleo usado. A sequência abaixo vale para a maioria das motos.

  1. Aqueça um pouco o motor. Óleo frio escorre devagar e deixa mais resíduo dentro do motor. Uma rápida aquecida resolve. Depois, desligue e espere o suficiente para mexer sem se queimar.
  2. Posicione a moto e solte o bujão. Moto nivelada, bandeja posicionada, chave certa no bujão. Solte com cuidado, sem espanar a cabeça. Retire a tampa de abastecimento para o óleo descer mais rápido.
  3. Deixe escorrer e troque a arruela. Paciência nesta parte: deixe escorrer até sobrar só gota. Arruela nova no bujão é regra, porque a antiga já foi amassada no aperto anterior. Muita limalha no ímã do bujão é motivo para avisar a oficina.
  4. Limpe a tela, se o manual pedir. Sem filtro de troca, a filtragem fica com a tela e, em alguns motores, com um filtro centrífugo. A limpeza delas tem intervalo próprio no manual e costuma ser serviço de oficina.
  5. Recoloque o bujão com o aperto certo. Primeiras voltas sempre à mão, para não entortar a rosca. O aperto final é firme e controlado, de preferência com torquímetro. Rosca espanada no cárter é um dos estragos mais comuns em troca de óleo.
  6. Abasteça com a quantidade indicada. Despeje o óleo devagar, sem completar de uma vez a quantidade toda. É mais fácil acrescentar do que tirar excesso. Feche a tampa e passe para a medição.
  7. Meça o nível do jeito do manual. A medição só vale se seguir o manual: posição da moto, motor ligado ou não antes, tempo de espera e jeito de usar a vareta mudam de modelo para modelo. Complete aos poucos até ficar entre mínimo e máximo.
  8. Procure vazamentos e anote a troca. Com tudo fechado, ligue o motor e olhe o bujão e o filtro, se houver, por alguns minutos. Sem vazamento, anote a data e a quilometragem da troca. Limpe qualquer respingo de óleo perto do pneu e do freio.

Rosca do bujão espanada, filtro mal assentado ou nível errado são os problemas que mais aparecem depois de troca caseira. Na dúvida, deixe com a oficina. O óleo velho deve ir para coleta, nunca para o esgoto.

Cuidados que fazem o óleo proteger mais

O óleo protege o motor enquanto está no nível e dentro do prazo. Alguns hábitos simples fazem diferença na vida útil do motor.

  • Respeite o prazo de tempo e de quilometragem. O manual costuma trazer dois limites: quilometragem e tempo. Vale o que chegar primeiro. Moto que roda pouco também precisa de troca no prazo, porque o óleo oxida e acumula umidade parado.
  • Cuide dos vazamentos cedo. Vazamento pequeno vira grande, baixa o nível e suja a moto. Arruela do bujão, juntas de tampa e retentores têm prazo de vida. Leve para avaliação assim que aparecer umidade de óleo no motor.
  • Aqueça antes de exigir. Os primeiros minutos de funcionamento são os de maior desgaste. Evite giro alto com o motor frio e deixe o óleo esquentar rodando com calma, em vez de deixar a moto parada acelerando.
  • Meça o nível com frequência. Uma medição rápida, com a moto na posição certa, mostra se está tudo em ordem. Faça junto com a calibragem dos pneus e antes de qualquer viagem mais longa.

Erros comuns com o óleo do motor

Muito motor vai para a retífica por erros simples com o óleo. Estes são os mais vistos no balcão e na oficina.

  • Medir o nível de qualquer jeito. Cada moto tem seu jeito de medir. Ignorar a posição, o tempo de espera ou o modo de usar a vareta leva a completar errado. Leia a orientação do manual uma vez e siga sempre.
  • Reaproveitar a arruela do bujão. A arruela de vedação se deforma ao ser apertada e não veda tão bem uma segunda vez. Reaproveitar leva a vazamento, e aí a tendência é apertar mais, o que espana a rosca.
  • Usar óleo de carro. Óleo de carro pode fazer a embreagem banhada patinar e não foi feito para proteger engrenagens de câmbio. Mesmo que a viscosidade seja igual, a especificação não é. Use óleo com especificação para moto.
  • Espanar a rosca do bujão. Braço pesado no bujão é um clássico. A rosca do cárter é bem mais frágil que a do bujão. Comece à mão e finalize com aperto moderado, de preferência com torquímetro.

Perguntas frequentes

Qual óleo do motor serve na Honda CG 150?

Depende da versão e do ano: há 4 referências. A mais comum é SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca. Veja a linha da sua moto na tabela desta página.

Qual a quantidade de óleo na troca?

A quantidade certa está no manual. Mesmo com o número em mãos, a medição final manda: o nível precisa ficar entre o mínimo e o máximo, medido do jeito que o fabricante indica.

Qual a diferença entre JASO MA e MB?

JASO MA e MA2 são para motos com embreagem banhada em óleo e evitam que ela patine. JASO MB tem menos atrito e é indicado para motores sem embreagem banhada, como em muitas scooters. Use o que o manual pede.

Posso misturar óleos de marcas diferentes?

Para completar um pouco, um óleo de mesma viscosidade e especificação resolve. Para não ter dúvida, guarde bem fechada a sobra da última troca e use ela para completar entre as revisões.

Por que o óleo do motor está baixando?

Um consumo pequeno é normal. Se você completa toda semana, vê fumaça azul no escapamento ou mancha no chão, há desgaste ou vazamento. Não espere o motor reclamar: leve para avaliação.

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