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Sensor de posição da borboleta (TPS) da Honda CG 150 Titan

A peça certa para cada versão e ano da CG 150, de 2009 a 2016, com o guia para escolher e trocar.

  • 11 versões
  • 15 gerações
  • 2009–2016

Sensor de posição da borboleta (TPS) de reposição

2 códigos

Modelo
Honda CG 150
Anos
2009 a 2016

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com sensor de posição da borboleta (tps) para a Honda CG 150

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Sensor de posição da borboleta (TPS) por versão e ano

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O sensor TPS certa para cada CG 150

O sensor TPS da Honda CG 150 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da CG 150 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Sensor de posição da borboleta (tps) de reposição para a Honda CG 150

São 2 códigos de sensor de posição da borboleta (tps) de reposição para a Honda CG 150, de CONDOR e EMBUS, para a versão Titan, de 2009 a 2015. Os códigos vêm separados por versão e ano, porque a peça mudou ao longo do tempo. O grupo certo é o da sua versão e do ano do documento.

São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.

CódigoPeçaVersõesCor / tipoMarca
2009 a 2015
FIT7121Sensor hibrido CG 150 09/15 Bros 150 09/15 - Biz 125CONDOR
FIT7121Sensor hibrido CG 150 09/15 Bros 150 09/15 - Biz 125CONDOR
2009 a 2014
FIT9043Sensor map híbrido tps Titan 150 2009-2014 CB 300R / XRE 300 / NX 400I Falcon 2013-2019 Lead 110 2009-20TitanEMBUS
FIT9043Sensor map híbrido tps Titan 150 2009-2014 CB 300R / XRE 300 / NX 400I Falcon 2013-2019 Lead 110 2009-20TitanEMBUS

A mesma peça aparece no catálogo para outras motos: Honda Biz 125, Honda NX 400 Falcon, Honda Bros 150, Honda XRE 300, Honda CB 300R, Honda Lead 110.

O que o sensor TPS faz na CG 150

TPS é a sigla em inglês para sensor de posição da borboleta. Ele fica preso ao corpo de borboleta, ligado ao eixo que abre e fecha a passagem de ar quando você gira o acelerador, e informa à central da injeção quanto a borboleta está aberta, a cada instante.

Com essa informação, junto com a rotação e outros sensores, a central decide quanto combustível injetar e como ajustar a ignição. É o TPS que avisa que você abriu o acelerador de repente e que o motor vai precisar de mais combustível, ou que você fechou tudo e a moto está desacelerando.

Como o sensor TPS trabalha na CG 150

Para entender o sensor TPS desta moto, vale olhar a ficha: a CG 150 é uma street de 149 cc. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.

Motos pequenas costumam ter um sistema de injeção compacto, às vezes com vários sensores numa única peça. Na CG 150, confira na loja se o TPS existe avulso ou só junto com outros sensores ou com o corpo de borboleta.

Antes de trocar o sensor por causa de solavancos, olhe a transmissão: corrente com folga demais, coroa gasta e coxins da roda cansados dão tranco no acelerador. Se a transmissão estiver em ordem, aí sim vale medir o TPS.

Como saber se o sensor TPS precisa de troca

Antes de comprar o sensor, repare em quando a falha aparece. TPS ruim costuma dar sinais ligados a uma posição do acelerador ou à transição entre fechado e aberto.

  • Luz da injeção acesa. Luz da injeção acesa merece leitura com scanner. Um código ligado ao circuito do TPS aponta para o sensor, o conector ou a fiação. Trocar a peça sem conferir o chicote às vezes não apaga a luz.
  • Consumo maior que o normal. Se a central entende que a borboleta está mais aberta do que de fato está, ela injeta combustível a mais. O consumo sobe sem que você mude o jeito de pilotar. Não é um sintoma exclusivo do TPS, mas costuma vir junto com os outros.
  • Buraco ao abrir o acelerador. Você abre o acelerador e a moto hesita por um instante, como se engasgasse, antes de responder. A central não percebeu a abertura a tempo e não enriqueceu a mistura. Sensor com sinal lento ou falhando no começo da pista dá esse efeito.
  • Morre ao fechar o acelerador. Você fecha o acelerador para parar no semáforo e a moto apaga, ou a rotação cai demais antes de estabilizar. A transição entre aberto e fechado depende da leitura do TPS, e sensor ruim confunde a central nessa hora.
  • Resposta do acelerador estranha. Se o acelerador ficou "liga e desliga", sem a progressão de antes, a leitura da posição da borboleta pode estar falhando. Confira também a folga do cabo do acelerador, que dá uma sensação parecida.

Como escolher o sensor TPS certo para a CG 150

O TPS é peça específica de cada sistema de injeção. Dois sensores parecidos podem ter curva de sinal, encaixe no eixo e conector diferentes, e um sensor que não é o da aplicação deixa a moto funcionando mal.

  • Peça usada. TPS de desmanche pode funcionar, mas você não sabe o estado da pista interna. Justamente a falha mais comum, o desgaste na posição mais usada, não aparece numa olhada. Se optar por usado, peça para testar antes de levar.
  • Conector e número de fios. Compare o conector: formato, número de pinos e posição da trava. A maioria dos TPS tem três fios, mas os conectores mudam de um sistema para outro. Conector diferente leva a emenda, e emenda em sensor é fonte de defeito.
  • Sensor avulso ou conjunto. Nem sempre existe o TPS sozinho. Há motos em que ele vem integrado a outros sensores, ou ao próprio corpo de borboleta. Pergunte na loja como a peça é fornecida para a sua aplicação.
  • Encaixe no eixo e fixação. O TPS encaixa na ponta do eixo da borboleta por um formato próprio e é preso por parafusos em furos que podem ser fixos ou oblongos, para ajuste. Compare com o antigo: encaixe diferente não funciona, mesmo que o corpo do sensor pareça igual.
  • Com contato ou sem contato. Alguns TPS são potenciômetros, com pista e contato deslizante; outros leem a posição sem contato. Eles não são intercambiáveis por conta própria: o sinal precisa ser o que a central espera. Siga o tipo da peça original.

Como é feita a troca do sensor TPS da CG 150

Trocar o TPS parece simples, porque são poucos parafusos. O que complica é o diagnóstico antes e o ajuste depois: em muitas motos, o sensor novo precisa ser calibrado ou a central precisa reaprender a posição de borboleta fechada. Por isso, o recomendado é a oficina com scanner.

  1. Confirmar o defeito. Com o scanner, o mecânico lê os códigos e acompanha o valor do TPS enquanto abre a borboleta devagar, de fechada a totalmente aberta. O sinal deve subir de forma suave, sem saltos nem quedas.
  2. Desligar a chave e a bateria. Com a chave desligada, o negativo da bateria é solto. Mexer em conector de sensor com a central energizada pode gerar códigos de defeito e, em casos raros, danificar componentes.
  3. Acessar o corpo de borboleta. O acesso varia muito: em algumas motos o sensor fica à vista; em outras, é preciso remover tanque ou carenagem. Nada de alavancar peças plásticas: elas quebram e viram barulho depois.
  4. Marcar e retirar o sensor antigo. Se o sensor tiver furos oblongos de ajuste, a posição é marcada antes de soltar. O conector é desconectado pela trava, os parafusos saem e o sensor é retirado sem girar o eixo da borboleta à força.
  5. Instalar o sensor novo. O sensor novo é encaixado no eixo na posição certa, sem forçar, com o anel de vedação no lugar quando houver. Os parafusos recebem aperto leve, conforme o manual. Aperto demais trinca a carcaça plástica.
  6. Ajustar ou fazer o reset. Em muitas motos, depois da troca é preciso ajustar o sensor até o valor especificado com a borboleta fechada, ou fazer um procedimento de reset para a central reaprender a posição. Cada fabricante tem o seu método, descrito no manual de serviço.
  7. Conferir o acelerador. Antes de ligar a moto, gire a manopla e solte em várias posições do guidão: ela tem de voltar sozinha até o fim. Qualquer prisão no retorno precisa ser resolvida antes de rodar.
  8. Apagar códigos e testar rodando. Com o scanner, apagam-se os códigos e acompanha-se o sinal do sensor novo com o motor funcionando. O teste final é na rua, prestando atenção à saída, à velocidade constante e à desaceleração.

Se a falha continuar com o sensor novo, o problema pode estar na fiação, no corpo de borboleta, numa entrada falsa de ar ou em outro sensor. Volte à oficina com a nota da peça e do serviço.

Erros que fazem a troca do TPS dar errado

Antes de mexer no TPS, conheça os tropeços que mais causam retorno à oficina e gasto à toa.

  • Trocar sem diagnóstico. O TPS costuma levar a culpa de falhas que vêm de outro lugar. Medir o sinal leva poucos minutos e evita gastar com a peça errada.
  • Pular o ajuste ou o reset. Se o manual pede ajuste ou reset depois da troca, ele é parte do serviço. Sem isso, a peça nova pode parecer defeituosa sem estar.
  • Jogar produto direto no sensor. Produto químico no sensor pode estragar uma peça que estava boa. Na limpeza do corpo de borboleta, a parte elétrica deve ficar protegida.
  • Comprar pela aparência. Dois sensores podem ser iguais por fora e ter curva de sinal e acoplamento diferentes. A compra é pela aplicação e pelo código, não pela foto.

O que ajuda o sensor TPS no dia a dia

O TPS não tem troca periódica. Ele dura bastante quando o corpo de borboleta é bem cuidado e a fiação fica protegida de água e de esforço.

  • Mantenha a bateria em ordem. A central e os sensores dependem de tensão estável. Bateria fraca, terminais oxidados e aterramentos ruins podem gerar leituras estranhas e códigos que não são do sensor.
  • Peça leitura da central na revisão. Mesmo sem luz acesa, a central pode ter códigos guardados. Pedir a leitura na revisão ajuda a pegar problemas no começo.
  • Lave sem jato no corpo de borboleta. Água no conector do TPS causa oxidação e falhas que vão e voltam. Lave a moto com mangueira em pressão baixa perto do motor e deixe secar antes de ligar.
  • Proteja a fiação. Depois de qualquer serviço perto do corpo de borboleta, confira se o chicote voltou para o lugar. Fio solto, raspando ou esticado é defeito marcado para acontecer.

Perguntas frequentes

TPS com defeito aumenta o consumo?

É possível. Com leitura errada da borboleta, a mistura sai rica em algumas situações e o consumo sobe. Normalmente isso vem acompanhado de marcha lenta estranha, engasgos ou trancos no acelerador.

Dá para testar o TPS com multímetro?

Dá, com cuidado e com o valor do manual em mãos. Com a chave ligada, mede-se o sinal enquanto a borboleta é aberta devagar: ele deve variar de forma contínua, sem saltos. Pontos mortos rápidos às vezes escapam do multímetro, e por isso o scanner ou o osciloscópio são mais confiáveis.

Tenho que comprar o corpo de borboleta inteiro?

Nem sempre. Há motos em que o sensor é avulso e motos em que ele só existe integrado. Leve modelo, ano e o código da peça original para a loja verificar como ele é fornecido.

Mexer no TPS melhora o desempenho?

Não existe ganho em desregular o sensor. O valor certo é o do manual. Fora dele, a central calcula a mistura errada, e o resultado costuma ser marcha lenta ruim, consumo maior e engasgos.

Sensor de posição da borboleta (TPS) de moto: guia geral e lista de motos