Yamaha XTZ 125 E 2006
Preço FIPE do ano-modelo 2006, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 125 E usada.
- Trail
- 124 cc
- Gasolina
FIPE 2006
R$ 6.754
- Moto
- Yamaha XTZ 125 E
- Ano-modelo
- 2006
- Geração
- 2003–2008
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827047-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 E
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Anunciar nesta páginaXTZ 125 E 2006: o essencial
A Yamaha XTZ 125 E 2006 é uma trail de 124 cc. Ela pertence à geração 2003–2008, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, o tanque leva 10,6 litros (reserva de 1,0 L); o banco fica a 840 mm do chão.
Quanto vale a XTZ 125 E 2006
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 E 2006 vale R$ 6.754. A do ano 2005 sai por R$ 6.283 (+7,5% de diferença); a XTZ 125 E 2007 está em R$ 7.664. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2016, R$ 12.712), a 2006 vale 47% menos, uma média de 6,1% por ano.
Na comparação com as 11 motos trail 2006 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 4 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto trail
A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.
Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.
As versões da XTZ 125 em 2006
A XTZ 125 E não era a única XTZ 125 de 2006: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- XTZ 125 K 2006 (R$ 6.357): partida pedal (nesta: elétrica).
Medidas de manutenção da XTZ 125 E 2006
Medidas de manutenção da XTZ 125 E 2006, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 5Ah (YB5L-B) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CR7HSA (conferida)
- Pneu dianteiro: 80/90-21 48T (conferida)
- Pneu traseiro: 110/80-18 58T (conferida)
- Relação (kit): passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg)
Comprando uma Yamaha XTZ 125 E 2006 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XTZ 125 E, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
Cuidados que acompanham uma moto 2006
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 20 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 20 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
Motos parecidas com a XTZ 125 E 2006
Para comparar: motos trail 2006 com valor FIPE perto do da XTZ 125 E.
- Honda NXR 150 Bros KS 2006 · R$ 8.078 · 149 cc
- Yamaha XT 225 2006 · R$ 8.407 · 223 cc
Todos os anos da XTZ 125 E
Anos-modelo da XTZ 125 E no catálogo, de 2016 a 2003, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XTZ 125 E 2006
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 10,6 litros (reserva de 1,0 L) conferido |
| Altura do banco | 840 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (YB5L-B) conferido |
| Vela de ignição | NGK CR7HSA conferido |
| Pneu dianteiro | 80/90-21 48T conferido |
| Pneu traseiro | 110/80-18 58T conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XTZ 125 E 2006
As peças desta moto são as da geração 2003–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XTZ 125 E 2006?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 E 2006 vale R$ 6.754 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na XTZ 125 E 2006?
A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.
Quantos litros cabem no tanque da XTZ 125 E 2006?
O tanque da XTZ 125 E 2006 leva 10,6 litros (reserva de 1,0 L).
Qual pneu usa a XTZ 125 E 2006?
Dianteiro 80/90-21 48T e traseiro 110/80-18 58T.
Qual a cilindrada da XTZ 125 E 2006?
A XTZ 125 E 2006 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a calibragem do pneu da XTZ 125 E 2006?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Como fica o seguro de uma XTZ 125 E 2006?
Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.
A Yamaha XTZ 125 E 2006 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2006 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.