Yamaha XTZ 125 E 2007
Preço FIPE do ano-modelo 2007, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 125 E usada.
- Trail
- 124 cc
- Gasolina
FIPE 2007
R$ 7.664
- Moto
- Yamaha XTZ 125 E
- Ano-modelo
- 2007
- Geração
- 2003–2008
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827047-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 E
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Anunciar nesta páginaComo é a XTZ 125 E 2007
A XTZ 125 E 2007, da Yamaha, é uma trail de 124 cc. Ela pertence à geração 2003–2008, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Pelos números do fabricante, o tanque leva 10,6 litros (reserva de 1,0 L); o banco fica a 840 mm do chão.
Quanto vale a XTZ 125 E 2007
Pela FIPE de outubro de 2026, a XTZ 125 E ano 2007 está cotada em R$ 7.664. A XTZ 125 E 2006 fica em R$ 6.754 (+13,5% de diferença); a de 2008 custa R$ 7.856. Comparada com a 2016 (R$ 12.712), a moto de 2007 custa 40% a menos: em média, perdeu 5,5% de valor a cada ano.
Entre as 13 motos trail ano 2007 com preço na FIPE, 6 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma trail
A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.
Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.
Outras versões da XTZ 125 em 2007
A XTZ 125 E não era a única XTZ 125 de 2007: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- XTZ 125 K 2007 (R$ 6.783): partida pedal (nesta: elétrica).
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XTZ 125 E 2007
Para a manutenção da XTZ 125 E 2007, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 5Ah (YB5L-B) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CR7HSA (conferida)
- Pneu dianteiro: 80/90-21 48T (conferida)
- Pneu traseiro: 110/80-18 58T (conferida)
- Relação (kit): passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg)
XTZ 125 E 2007 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2007 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
Cuidados que acompanham uma moto 2007
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XTZ 125 E 2007.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 19 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
Outros anos da XTZ 125 E
Anos-modelo da XTZ 125 E no catálogo, de 2016 a 2003, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XTZ 125 E 2007
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 10,6 litros (reserva de 1,0 L) conferido |
| Altura do banco | 840 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (YB5L-B) conferido |
| Vela de ignição | NGK CR7HSA conferido |
| Pneu dianteiro | 80/90-21 48T conferido |
| Pneu traseiro | 110/80-18 58T conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XTZ 125 E 2007
As peças desta moto são as da geração 2003–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a XTZ 125 E 2007 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 E 2007 vale R$ 7.664 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a XTZ 125 E 2007?
A XTZ 125 E 2007 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quantos litros cabem no tanque da XTZ 125 E 2007?
O tanque da XTZ 125 E 2007 leva 10,6 litros (reserva de 1,0 L).
Quantas libras vai no pneu da XTZ 125 E 2007?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual pneu usa a XTZ 125 E 2007?
Dianteiro 80/90-21 48T e traseiro 110/80-18 58T.
Que óleo usar na XTZ 125 E 2007?
A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Vale a pena comprar uma XTZ 125 E 2007 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.