Yamaha XTZ 125 E 2008
Preço FIPE do ano-modelo 2008, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 125 E usada.
- Trail
- 124 cc
- Gasolina
FIPE 2008
R$ 7.856
- Moto
- Yamaha XTZ 125 E
- Ano-modelo
- 2008
- Geração
- 2003–2008
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827047-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 125 E
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Anunciar nesta páginaA Yamaha XTZ 125 E 2008 em resumo
A Yamaha XTZ 125 E 2008 é uma trail de 124 cc. Ela pertence à geração 2003–2008, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, o tanque leva 10,6 litros (reserva de 1,0 L); o banco fica a 840 mm do chão.
Quanto vale a XTZ 125 E 2008
Pela FIPE de outubro de 2026, a XTZ 125 E ano 2008 está cotada em R$ 7.856. A XTZ 125 E 2007 fica em R$ 7.664 (+2,5% de diferença); a XTZ 125 E 2009 está em R$ 8.157. Comparada com a 2016 (R$ 12.712), a moto de 2008 custa 38% a menos: em média, perdeu 5,8% de valor a cada ano.
Na comparação com as 15 motos trail 2008 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 7 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto trail
Se o caminho tem buraco, lombada, cascalho ou barro, a trail se sente em casa. O banco alto e a suspensão longa absorvem o que derrubaria o conforto de uma street, e o guidão largo dá controle em piso ruim. Na cidade, a altura ajuda a enxergar por cima dos carros, embora exija um pouco mais de quem tem perna curta.
Por ser versátil, a trail usada aparece com todo tipo de histórico. Vale examinar rodas, raios, rolamentos e retentores com mais atenção do que numa moto só de asfalto.
Outras versões da XTZ 125 em 2008
Em 2008, a família XTZ 125 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- XTZ 125 K 2008 (R$ 6.953): partida pedal (nesta: elétrica).
- XTZ 125 XE 2008 (R$ 7.758): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
- XTZ 125 XK 2008 (R$ 7.136): partida pedal (nesta: elétrica).
Medidas de manutenção da XTZ 125 E 2008
Estas são as medidas que mais se procura para a XTZ 125 E 2008. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 5Ah (YB5L-B) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CR7HSA (conferida)
- Pneu dianteiro: 80/90-21 48T (conferida)
- Pneu traseiro: 110/80-18 58T (conferida)
- Relação (kit): passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg)
O que conferir antes de comprar uma XTZ 125 E 2008 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XTZ 125 E, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir jogo na balança e nos rolamentos.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
A manutenção que uma XTZ 125 E 2008 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da XTZ 125 E ainda for a original, numa moto de 18 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
A XTZ 125 E em outros anos
Anos-modelo da XTZ 125 E no catálogo, de 2016 a 2003, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XTZ 125 E 2008
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Tanque | 10,6 litros (reserva de 1,0 L) conferido |
| Altura do banco | 840 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (YB5L-B) conferido |
| Vela de ignição | NGK CR7HSA conferido |
| Pneu dianteiro | 80/90-21 48T conferido |
| Pneu traseiro | 110/80-18 58T conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 48 | pinhão 14 | 122 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XTZ 125 E 2008
As peças desta moto são as da geração 2003–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XTZ 125 E 2008?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 125 E 2008 vale R$ 7.856 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos litros cabem no tanque da XTZ 125 E 2008?
O tanque da XTZ 125 E 2008 leva 10,6 litros (reserva de 1,0 L).
Qual a calibragem do pneu da XTZ 125 E 2008?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (até 90 kg de carga) / 28 psi (de 90 a 150 kg). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quantas cilindradas tem a XTZ 125 E 2008?
A XTZ 125 E 2008 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual pneu usa a XTZ 125 E 2008?
Dianteiro 80/90-21 48T e traseiro 110/80-18 58T.
Qual o óleo da XTZ 125 E 2008?
A referência para o motor é SAE 20W-50 API SH (Yamalube 4) | 1,0 L na troca; 1,2 L total. Confira no manual o prazo de troca.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.