Balança traseira de moto
Qual balança traseira serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a página da peça na sua moto.
Lojas que vendem balança traseira de moto
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Anunciar nesta páginaBalança traseira por moto
Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.
Balança traseira de reposição por modelo
- Balança traseira da BMW G 310 GS 1 código
- Balança traseira da BMW G 310 R 1 código
- Balança traseira da Honda Bros 125 3 códigos
- Balança traseira da Honda Bros 150 1 código
- Balança traseira da Honda Bros 160 2 códigos
- Balança traseira da Honda CB 300F Twister 1 código
- Balança traseira da Honda CB 300R 1 código
- Balança traseira da Honda CG 150 2 códigos
- Balança traseira da Honda CG 160 1 código
- Balança traseira da Honda Pop 100 1 código
- Balança traseira da Honda Pop 110i 1 código
- Balança traseira da Honda XR 250 Tornado 1 código
- Balança traseira da Honda XRE 190 1 código
- Balança traseira da Honda XRE 300 2 códigos
- Balança traseira da Yamaha Fazer 250 1 código
Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.
Para que serve a balança traseira da sua moto
No balcão, quem pede balança traseira com frequência quer a peça inteira, depois de uma queda ou de uma trinca, e às vezes quer só o que gasta nela: o eixo, as buchas ou os rolamentos de agulha da articulação. É bom saber a diferença, porque são compras bem distintas.
A balança em si quase não sofre desgaste. Ela estraga por pancada, por ferrugem ou por folga que ninguém tratou e acabou ovalizando o alojamento do eixo. Já o eixo e as buchas são peças de desgaste e pedem revisão. Nos dois casos, é item de segurança: a roda traseira depende dela para ficar no lugar.
Quando desconfiar da balança traseira
Parte dos sinais vem da peça em si, como empeno e trinca. Outra parte vem da articulação, como folga no eixo e buchas gastas. Os dois tipos pedem avaliação com a moto suspensa.
- Balança torta depois de queda. Tombo de lado, batida na traseira ou a moto caída sobre a pedaleira podem empenar um dos braços. Olhando de cima, a roda traseira parece não seguir a linha da dianteira. É o caso clássico de balança torta.
- Folga lateral na articulação. Folga na frente da balança se testa movendo a própria balança, e não a roda. Se ela mexe de lado, a articulação precisa de revisão antes que o alojamento comece a ovalizar.
- Trinca perto das soldas. Trincas aparecem onde há esforço concentrado: junções soldadas, suportes e furos. Com o tempo, elas crescem. Qualquer suspeita deve ser vista com a peça limpa, e confirmada, a troca é obrigatória.
- Traseira instável em curva. A moto parece torcer atrás em curva, sobretudo com garupa ou em piso ondulado. Folga na articulação ou braço empenado deixam a roda fora da linha. Amortecedor e pneu também entram no exame.
- Pneu traseiro gastando de um lado. Desgaste torto no pneu de trás tem várias causas. Quando ele volta a aparecer no pneu novo, vale medir a balança e a roda, em vez de culpar só a borracha.
- Ferrugem avançada. Balança de aço com pintura descascando e ferrugem profunda, em especial por dentro dos tubos e perto das soldas, perde resistência. Ferrugem superficial é estética; a que come o metal é estrutural.
- Balança dura ou presa. Com o amortecedor solto, a balança deveria subir e descer livre. Se ela trava, o eixo pode estar engripado nas buchas. A suspensão passa a trabalhar seca e a traseira fica batendo nos buracos.
Como escolher a balança traseira certa para a sua moto
A primeira pergunta do balconista é o que você precisa de fato: a balança inteira ou só peças da articulação. Depois vem a aplicação, porque a balança muda com o modelo, a versão e até o tipo de freio.
- Balança inteira ou só a articulação. Antes de comprar a peça grande, confirme o diagnóstico. Folga e barulho quase sempre se resolvem com eixo, buchas ou rolamentos. Troca da balança é para dano estrutural.
- Aplicação por modelo, ano e versão. A mesma moto pode ter balanças diferentes entre gerações e versões: freio traseiro a tambor ou a disco, roda raiada ou de liga, um ou dois amortecedores. A embalagem precisa citar a sua versão.
- Eixo completo ou sem bucha. O eixo da balança aparece à venda completo, com bucha, espaçador e porca, ou só com a porca, sem bucha. Veja o que está escrito na embalagem e o que a sua articulação precisa antes de pagar.
- Buchas ou rolamentos de agulha. Bucha elástica, bucha metálica e rolamento de agulha têm montagem diferente. Confirme qual vai na sua moto antes de comprar, para não chegar na bancada com a peça errada.
- Peças que acompanham a balança. Balança vendida pelada obriga a transferir ou comprar esticadores, deslizador da corrente, buchas e suportes. Saber disso antes evita a moto parada esperando peça pequena.
- Balança usada: inspeção rigorosa. Antes de levar uma balança usada, compare os dois braços, olhe as soldas e passe o eixo pelo alojamento para sentir folga. Sinal de conserto ou desempeno é motivo para recusar.
- Compare com a peça da sua moto. Coloque a peça nova e a antiga lado a lado antes de desmontar a moto. Se algum suporte ou furo não bate, pare ali e resolva com a loja.
- Procedência, nota e garantia. Balança com solda irregular, rebarba ou furo torto já começa mal. Guarde bem a nota da peça e do serviço: elas ajudam se a folga ou o desalinhamento aparecerem cedo.
Como é feita a troca da balança traseira da sua moto
Tirar a balança significa desmontar a traseira inteira: roda, freio, transmissão e suspensão. É trabalho para oficina, com apoio firme e torques do manual. Veja a sequência para acompanhar o trabalho.
- Confirmar o que está ruim. O diagnóstico vem primeiro: folga na frente da balança, empeno de um braço ou trinca pedem soluções diferentes. Desmontar sem saber o que procurar faz perder tempo e peça.
- Apoiar a moto pelo quadro. Como a balança vai sair, a moto precisa ficar firme apoiada no quadro, não na balança. Oficinas usam elevador com cinta ou suportes próprios, para a moto não tombar no meio do serviço.
- Retirar roda, freio e transmissão. Sai a roda traseira, a corrente ou correia é liberada e o freio é solto sem abrir o sistema hidráulico. Haste de ancoragem, cabo ou mangueira, sensor e chicotes presos à balança são afastados com cuidado.
- Soltar a suspensão. Os amortecedores, ou o amortecedor central e a articulação, são desligados da balança. A balança fica presa só pelo eixo e deve ser segurada para não cair de uma vez.
- Tirar o eixo da balança. Solta a porca, o eixo sai empurrado com ferramenta adequada. Se estiver engripado, entra desengripante e paciência. Martelada direta na rosca estraga o eixo e pode danificar o quadro.
- Preparar a balança nova. A peça nova recebe buchas, retentores e acessórios antes de ir para a moto. Bucha torta na prensagem já sai de fábrica com atrito ou folga.
- Lubrificar e posicionar. Eixo, buchas e espaçadores recebem a graxa indicada no manual. A balança é posicionada no quadro com as arruelas de encosto no lugar, e o eixo entra sem forçar.
- Apertar e conferir o movimento. Com o eixo no torque, testa-se a balança solta: movimento suave e nenhum jogo para os lados. Só então entram amortecedores, roda e freio.
- Remontar, alinhar e testar. Montado tudo, ajusta-se a folga da corrente, confere-se o alinhamento da roda e testa-se o freio traseiro. Rodando, a traseira deve estar firme e silenciosa.
Nos primeiros dias, observe a corrente e o desgaste do pneu traseiro. Se algo continuar torto, volte à oficina: pode ser roda, eixo ou quadro. Daqui em diante, peça a lubrificação da articulação nos prazos do manual.
Como cuidar da balança traseira da sua moto
Os cuidados abaixo protegem a balança, o eixo e as buchas, e de quebra poupam corrente, pneu e amortecedor.
- Lubrificação da articulação. Siga o manual para lubrificar o eixo e as buchas da balança. Se houver graxeira, use a graxa indicada no prazo. Se não houver, peça a lubrificação sempre que a traseira for desmontada.
- Lavagem sem jato na articulação. A articulação fica perto do pinhão e junta sujeira. Limpe com escova e pouca água, sem mirar a lavadora ali, para não lavar a graxa.
- Pintura e proteção contra ferrugem. Riscos fundos na pintura da balança viram ponto de corrosão. Um retoque simples protege o metal e facilita enxergar trincas nas inspeções.
- Carga dentro do limite. Garupa e bagagem acima do previsto no manual fazem a balança trabalhar no limite em cada buraco. Respeite a carga máxima e ajuste a pré-carga do amortecedor para o peso.
- Inspeção visual nas revisões. Uma olhada atenta, com a balança limpa, mostra trincas, ferrugem e pontas abertas. Inclua esse item no pedido de revisão da moto.
- Atenção depois de quedas. Queda de lado, batida na traseira ou moto derrubada no estacionamento pedem conferência da balança. Empeno pequeno passa despercebido até a corrente começar a gastar torto.
Erros comuns com a balança traseira
Alguns erros com a balança parecem economia, mas deixam a moto instável e estragam outras peças da traseira.
- Soldar balança trincada. Remendo com solda esconde a trinca, não devolve a resistência. Em peça que segura a roda traseira, o risco de ruptura em movimento não compensa.
- Desempenar sem medir. Entortar de volta um braço da balança no olho, com alavanca ou macaco, raramente deixa a peça reta. O metal fica fragilizado e o alinhamento continua errado. Empeno se avalia com medição.
- Balança de outra versão. Balança de versão com outro freio, outra roda ou outro tipo de suspensão pode até encaixar no eixo, mas não aceitar a pinça, a ancoragem ou o amortecedor. Adaptação aqui é risco.
- Reaproveitar eixo empenado ou riscado. Eixo da balança que saiu torto, riscado ou enferrujado estraga buchas novas e pode deixar a balança dura. Se ele deu trabalho para sair, avalie a troca junto.
- Esquecer arruelas e espaçadores. Cada peça da articulação tem lugar e posição. Montar sem o espaçador ou inverter as arruelas é uma das causas mais comuns de balança presa depois do serviço.
- Alongar ou modificar a balança. Balança alongada, cortada ou com suportes soldados muda a geometria, a corrente, o freio e o comportamento da moto. Além do risco, pode trazer problema na vistoria. Fique na peça do seu modelo.
Perguntas frequentes
Balança traseira e garfo traseiro são a mesma peça?
Sim. Balança traseira, garfo traseiro e, em muitos catálogos, quadro elástico são nomes para o mesmo braço que liga a roda traseira ao quadro. Na hora de comprar, vale dizer se você quer a balança inteira ou só eixo e buchas.
Como saber se a balança está torta?
Depois de queda, olhe a moto por trás, reta, e compare as rodas. Se a de trás parece inclinada ou deslocada, peça a medição. Marcas dos esticadores não bastam, porque com a balança torta elas enganam.
Balança torta tem conserto?
Depende do material e do tamanho do dano. Desempeno sem medição não resolve e enfraquece a peça. Se houver trinca junto, nem pensar em conserto: a balança deve ser substituída.
Posso soldar a balança trincada?
Não é recomendado. A solda altera o metal em volta e cria um ponto fraco que pode ceder com carga. A balança segura a roda traseira, então trinca é motivo de troca, não de remendo.
O eixo da balança gasta?
O eixo gasta menos que as buchas, mas sofre com ferrugem e pode empenar se estava engripado. Como ele é vendido completo ou só com porca, dá para escolher conforme o que estiver ruim.
A troca da balança é difícil?
É trabalhosa e exige prensa, torquímetro e apoio firme pelo quadro. Erro na montagem deixa a balança com folga ou travada e a roda desalinhada, com reflexo no freio. O caminho seguro é a oficina.
Posso converter bichoque em monoamortecida?
Não como troca simples. Balança de monoamortecida e de dois amortecedores têm suportes, geometria e, muitas vezes, quadro diferentes. A conversão é uma modificação estrutural, que exige projeto e pode trazer problema na regularização.
Vale comprar balança traseira usada?
Balança usada boa existe, mas exige olho treinado. Peça para a oficina avaliar antes de pagar, comparando com a peça da sua moto e passando o eixo pelo alojamento para sentir folga.