Mangueira (flexível) de freio de moto
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Anunciar nesta páginaMangueira (flexível) de freio por moto
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Mangueira (flexível) de freio de reposição por modelo
- Mangueira (flexível) de freio da Honda XRE 190 1 código
- Mangueira (flexível) de freio da Yamaha Fazer 250 1 código
Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.
O trabalho da mangueira no freio da sua moto
Pense no flexível de freio como uma artéria. Se ele estufa um pouco a cada frenagem, parte da força que você faz no manete se perde inchando a mangueira em vez de apertar as pastilhas. É por isso que mangueira velha deixa o freio com toque mole, mesmo com fluido novo e sangria bem feita.
A mangueira comum tem reforço têxtil por dentro da borracha. A mangueira de malha de aço tem uma trança metálica, normalmente coberta por capa plástica, e dilata menos sob pressão. As duas funcionam bem quando são da medida e dos terminais certos para a moto. O que não pode é mangueira ressecada, rachada ou com as pontas corroídas.
Como saber se o flexível de freio está vencido
Alguns sinais estão na própria mangueira; outros aparecem no toque do manete ou do pedal. Estes são os mais comuns, no flexível de freio dianteiro e no traseiro.
- Rachaduras na capa. Trincas na capa externa mostram borracha envelhecida pelo sol e pelo tempo. Elas costumam aparecer primeiro nas curvas e junto aos terminais, onde a mangueira mais trabalha.
- Inchaço ou bolha. Mangueira com barriga, mesmo pequena, está perto de romper. É defeito de troca imediata, porque o reforço por dentro já não segura a pressão.
- Manete esponjoso que a sangria não resolve. Se o manete fica mais mole com o freio quente ou depois de frenagens seguidas, a mangueira pode estar expandindo. Troca por uma nova devolve o toque firme.
- Umidade junto aos terminais. A região onde a borracha encontra a ponta metálica prensada é ponto crítico. Umidade, crosta ou fluido escorrendo ali indicam que a prensagem se soltou ou que a mangueira está vazando. É troca, não aperto.
- Capa raspada ou cortada. Mangueira que encosta no para-lama, no pneu, no garfo ou no quadro vai sendo lixada a cada movimento. Se a capa já mostra a malha por baixo, troque e corrija o caminho e as presilhas.
- Mangueira dobrada ou esmagada. Depois de queda ou de serviço no garfo, olhe se a mangueira não ficou vincada ou presa num ponto errado. Trecho esmagado não volta ao normal.
- Freio que demora a soltar. Em mangueiras muito velhas, o tubo interno pode se desfazer e funcionar como uma válvula: o fluido vai para a pinça, mas volta devagar. A roda fica pesada depois de frear, como se a pinça estivesse presa.
- Terminais e parafusos corroídos. Pontas metálicas cobertas de ferrugem ou zinabre mostram que umidade chegou ali. Além do risco de vazamento, elas podem quebrar na hora de soltar.
- Muitos anos sem troca. Mesmo sem defeito visível, a borracha envelhece com o tempo. Muitos manuais pedem a substituição periódica das mangueiras de freio. Se a sua nunca foi trocada e a moto já tem bastante idade, avalie a troca.
Flexível de freio: o que conferir antes de comprar
Leve modelo, ano e versão e, se possível, a mangueira antiga. Com ela na mão, o balconista compara tudo em segundos.
- Dianteira ou traseira. Peça sempre pela posição: mangueira de freio dianteira ou traseira. Uma não substitui a outra, mesmo quando parecem do mesmo tamanho na prateleira.
- Comprimento exato. Mangueira curta estica quando o guidão vira até o batente ou a suspensão desce toda. Mangueira longa demais faz barriga, encosta em peças e pode ficar presa. O comprimento certo é o da aplicação.
- Ângulo e tipo dos terminais. A maioria das pontas é do tipo olhal, presa por parafuso oco, mas há terminais rosqueados em alguns pontos do circuito. Verifique os dois lados da mangueira, porque podem ser diferentes entre si.
- Mangueira comum ou de malha de aço. Malha de aço não é obrigatória: uma mangueira comum nova e da aplicação certa freia bem. Se escolher a de malha, prefira as que vêm prontas para a sua moto, com terminais prensados de fábrica.
- Versão com ABS ou freio combinado. A mesma moto pode ter mangueiras diferentes nas versões com e sem ABS. Informe a versão exata, e não só o modelo, para evitar comprar o trecho errado.
- Parafusos e arruelas. Arruela de vedação se compra junto, na medida da conexão. Kits que trazem mangueira, parafusos e arruelas facilitam, desde que sejam da aplicação.
- Presilhas e guias. A mangueira passa por guias no garfo, na mesa ou na balança. Algumas mangueiras trazem a presilha ou um anel de borracha já montado. Verifique se a nova tem os mesmos pontos de fixação.
- Procedência e identificação. Compre em loja que saiba informar a aplicação e a procedência. Mangueira usada de desmanche não vale o risco: você não sabe a idade nem por onde ela passou.
O que acontece na troca da mangueira de freio
Trocar o flexível de freio abre o circuito e esvazia boa parte do fluido. Depois, a sangria é obrigatória. É serviço de oficina: mangueira mal apertada ou ar no sistema tiram o freio da moto.
- Proteja a pintura e esvazie o reservatório. Fluido de freio mancha tinta e plástico. Pano em volta de tudo e reservatório quase vazio deixam o serviço mais limpo.
- Observe o caminho da mangueira antiga. O trajeto da mangueira é pensado para o guidão virar e a suspensão trabalhar sem esticar nem raspar. Registrar esse caminho antes de soltar evita erro na montagem.
- Solte as duas pontas e as guias. Com as duas pontas soltas e as guias abertas, a mangueira sai. Cuidado para o fluido não pingar no disco nem nas pastilhas.
- Posicione a mangueira nova. Passe a mangueira nova pelo mesmo caminho, nas mesmas guias, sem torcer. Os terminais devem apontar como na antiga. Só aperte depois de tudo posicionado.
- Aperte com arruelas novas. Monte cada parafuso oco com arruelas de vedação novas, uma de cada lado do terminal. Aperte conforme o manual, com torquímetro. Aperto exagerado espana a rosca da pinça ou do cilindro.
- Faça a sangria completa. A sangria leva mais tempo que o normal, porque toda a mangueira está cheia de ar. O nível é completado a cada poucas bombeadas até o manete ou o pedal ficarem firmes.
- Teste vazamento, esterço e suspensão. Teste sob pressão nas pontas, guidão de batente a batente e suspensão comprimida. Qualquer ponto de atrito ou tensão se corrige antes de a moto sair.
- Teste em baixa velocidade. Gire a roda para ver se ela roda livre com o freio solto. Depois, faça um teste curto em baixa velocidade, em local seguro, antes de voltar ao trânsito.
Fluido usado e mangueira velha ficam com a oficina para descarte. Se você não tem experiência com sangria, deixe todo o serviço com um profissional: um erro aqui só aparece na hora de frear.
Cuidados com o flexível de freio
Estes hábitos mantêm o flexível firme e sem vazamentos por mais tempo, na frente e atrás.
- Inspeção visual nas revisões. Com lanterna, percorra a mangueira de ponta a ponta, principalmente nas curvas e perto dos terminais. É lá que os defeitos aparecem primeiro.
- Mangueira presa nas guias. Guias e presilhas existem para manter a mangueira no caminho certo. Se uma se soltou ou quebrou, reponha. Mangueira solta balança, raspa e se desgasta.
- Cuidado com produtos de limpeza. Evite aplicar silicone, pretinho ou spray de corrente na mangueira. Além de atacar a borracha, o produto pode escorrer para o disco.
- Sombra sempre que possível. A radiação do sol endurece a borracha aos poucos, e a capa começa a rachar. Moto guardada ao abrigo envelhece bem menos as mangueiras de freio e as outras borrachas.
- Fluido trocado no prazo. Fluido com umidade corrói os terminais por dentro e ataca a borracha. Trocar o fluido no intervalo do manual protege mangueira, pinça e cilindro mestre ao mesmo tempo.
- Não pendure a pinça pela mangueira. Pinça solta deve ficar apoiada ou presa com um arame. O peso dela pendurado estica a mangueira e enfraquece a prensagem das pontas.
- Atenção ao trocar guidão ou suspensão. Toda modificação no guidão pede um teste da mangueira de freio de batente a batente. Se esticar, a solução é uma mangueira mais longa da aplicação certa.
Erros que comprometem a mangueira de freio
Vários destes erros só aparecem na primeira frenagem forte ou no primeiro esterço até o batente. Vale evitar todos.
- Reaproveitar as arruelas de vedação. Arruela velha na mangueira nova é economia que vira vazamento. Compre as arruelas novas junto com a mangueira, na medida certa da conexão.
- Montar a mangueira torcida. Mangueira montada com torção fica tensionada e se desgasta mais rápido, além de mudar de posição com o movimento do garfo. Os terminais devem ficar alinhados antes do aperto.
- Comprar pelo olho. Mangueira "parecida" de outra moto pode ter alguns centímetros a mais ou a menos, ou terminal em outro ângulo. Isso basta para ela esticar ou raspar. Compre pela aplicação.
- Apertar demais o parafuso oco. O parafuso da mangueira é oco e rosca em peças de alumínio. Força exagerada quebra o parafuso ou espana a rosca da pinça ou do cilindro mestre, e o conserto fica bem maior.
- Trocar só a mangueira que vazou. Se uma mangueira ressecou, as outras da mesma idade provavelmente estão no mesmo caminho. Avalie todas na mesma revisão, para não abrir o sistema duas vezes.
- Sangria incompleta. Mangueira nova vazia segura muito ar. Encerrar a sangria cedo deixa bolhas no circuito, e o manete fica mole. Insista até sair fluido limpo, sem nenhuma bolha.
- Esquecer o teste de esterço. Mangueira dianteira que parece boa com a roda reta pode esticar com o guidão virado. Teste sempre de batente a batente, com a suspensão comprimida e estendida.
Perguntas frequentes
Flexível de freio tem prazo de troca?
Siga o manual, que costuma indicar a substituição por tempo de uso. Se ninguém sabe quando foi trocada e a moto já tem muitos anos, vale avaliar. Sinal de desgaste visível antecipa a troca.
Flexível de malha de aço freia melhor?
Ela dilata menos sob pressão e deixa o toque do manete mais firme e constante. Mas uma mangueira comum nova, da aplicação certa, também freia bem. Se escolher a de malha, compre pronta para a sua moto, com terminais prensados e comprimento certo.
Manete mole pode ser a mangueira?
Pode. Mangueira envelhecida estufa um pouco a cada frenagem, e parte da força do manete se perde ali. Se a sangria com fluido novo não deixa o toque firme e o cilindro mestre está bom, a mangueira é forte suspeita.
Preciso sangrar o freio depois de trocar a mangueira?
Sim, e ela costuma demorar mais que uma sangria comum, porque toda a mangueira está cheia de ar. O serviço só termina com o comando firme e nenhum vazamento nas pontas.
Mangueira de freio vazando na ponta tem conserto?
Se o vazamento é na arruela, trocar as arruelas e apertar corretamente resolve. Se o fluido sai entre a borracha e o terminal prensado, a mangueira está condenada e precisa ser trocada inteira. Não rode com o freio vazando.
Flexível dianteiro e traseiro são iguais?
Não. Comprimento, terminais e caminho são diferentes. A dianteira acompanha o guidão e o garfo; a traseira, o movimento da balança. Compre sempre pela posição e pela versão exata da moto.
Troquei o guidão, preciso trocar a mangueira?
Teste antes de rodar. Mangueira esticada com o guidão virado pode romper ou soltar a conexão. Se faltar comprimento, a solução é uma mangueira mais longa da aplicação correta, nunca uma emenda.
Freio arrastando pode ser o flexível?
Pode. Em mangueiras muito antigas, o tubo interno se desfaz e passa a segurar o fluido na pinça, como uma válvula. A roda fica pesada depois de frear e o disco esquenta. A oficina confirma soltando a conexão com cuidado e vendo se a pinça alivia.
Posso trocar a mangueira de freio em casa?
Quem tem prática com sangria e torquímetro consegue, mas é serviço de segurança. Arruela reaproveitada, mangueira torcida ou ar no sistema comprometem o freio. Sem experiência, deixe com a oficina.