Punho (tubo) do acelerador de moto
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Punho (tubo) do acelerador de reposição por modelo
- Punho (tubo) do acelerador da Honda Biz 100 6 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda Biz 125 9 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda Bros 125 2 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda Bros 150 2 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda Bros 160 4 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda C 100 Dream 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Honda CB 300R 2 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda CB 450 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Honda CBX 200 Strada 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Honda CBX 250 Twister 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Honda CG 125 7 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda CG 150 16 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda CG 160 9 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda Pop 100 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Honda XLR 125 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Honda XR 200R 3 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Honda XRE 190 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Sundown Web 100 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Suzuki Yes 125 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha Crypton 100 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha Factor 125 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha Fazer 250 2 códigos
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha Lander 250 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha RD 125 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha TDM 225 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha XT 225 1 código
- Punho (tubo) do acelerador da Yamaha XTZ 125 2 códigos
Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.
Tubo do acelerador da sua moto: como funciona
O punho do acelerador é o conjunto que fica na ponta direita do guidão, por baixo da manopla direita. Ele tem duas partes principais: o tubo do acelerador, que gira em volta do guidão e tem na ponta um carretel (a roldana onde o cabo se prende), e a carcaça, dividida em metade superior e metade inferior, que fecha o carretel e guia o cabo.
Quando você gira a manopla, o tubo gira junto, o carretel enrola o cabo e o motor acelera. Quando você solta, a mola do carburador ou do corpo de borboleta puxa tudo de volta. Se o tubo não gira livre, o acelerador não volta como deveria.
Como saber se o tubo do acelerador precisa de troca
Tubo rachado, carretel gasto e carcaça quebrada dão avisos parecidos. Se o acelerador não volta sozinho, porém, a regra é uma só: não rode até descobrir a causa.
- Acelerador preso, que não volta sozinho. Você solta a manopla direita e ela fica parada ou volta devagar. Tubo raspando no guidão, carcaça torta pressionando o carretel ou sujeira dentro do punho são causas comuns. Motor acelerado sem querer é risco sério: não rode assim.
- Tubo rachado ou quebrado. Depois de uma queda do lado direito, o tubo do acelerador pode trincar perto do carretel. A rachadura cria folga, deixa a manopla torta e pode prender o giro. Tubo trincado não tem conserto seguro: troca.
- Carretel com o canal gasto. O canal por onde o cabo enrola no carretel vai gastando, e o encaixe da ponteira alarga. O cabo começa a escapar, a resposta fica irregular e, no pior caso, a ponteira sai do lugar. É hora de trocar o tubo.
- Manopla com folga para os lados. Um pouco de folga no giro é normal; folga lateral, com a manopla mexendo para os lados, não é. Costuma indicar tubo ovalizado por dentro ou carcaça frouxa ou quebrada.
- Acelerador duro mesmo com cabo novo. Solte o cabo no motor e gire a manopla. Se ainda estiver dura, o problema é do tubo ou da carcaça. É um teste rápido que evita trocar o cabo à toa.
- Carcaça trincada ou com orelha quebrada. A carcaça do punho, superior ou inferior, quebra em queda ou por parafuso apertado demais. Com uma orelha partida, o punho não fecha por igual, fica torto e pode pressionar o tubo, travando o retorno.
- Punho girando no guidão. A carcaça inteira gira em volta do guidão quando você acelera ou freia. O pino-guia pode ter quebrado, ou os parafusos afrouxaram. Os botões saem da posição e o cabo trabalha torto, com mais atrito.
- Estalos ou trancos ao acelerar. A manopla gira aos saltos, com estalos, em vez de deslizar. Pode ser sujeira entre o tubo e o guidão, carretel lascado ou carcaça raspando. Em curva, isso tira a suavidade justamente quando ela mais importa.
- Manopla direita encostando no punho ou no peso. A borracha da manopla foi montada muito para dentro e encosta na carcaça, ou o peso da ponta do guidão está apertado contra o tubo. O atrito segura o retorno do acelerador. Ajuste a posição antes de qualquer saída.
O que verificar antes de comprar o punho do acelerador
Tubo e carcaça mudam entre modelos e até entre gerações do mesmo modelo. Estes são os pontos que o balcão vai perguntar.
- Modelo, ano e versão. Peça pela aplicação. Duas motos parecidas, ou dois anos do mesmo modelo, podem ter carretel de diâmetro diferente, encaixe de cabo diferente e carcaça com outro formato.
- Só o tubo, só a carcaça ou o kit. Avalie cada parte. Tubo bom com carcaça quebrada pede só a carcaça; carcaça boa com carretel gasto pede só o tubo. Quando a dúvida é grande, o kit completo evita duas idas à loja.
- Carcaça superior ou inferior. Quando só uma metade quebrou, dá para comprar a carcaça superior ou a carcaça inferior separada, conforme a disponibilidade. Leve a peça quebrada para comparar encaixes e furos.
- Tubo com manopla ou sem manopla. A manopla direita tem diâmetro interno maior que a esquerda, porque veste o tubo e não o guidão. Por isso não se usa manopla esquerda no acelerador. Decida se quer o tubo com ou sem a borracha.
- Número de cabos e encaixe no carretel. Olhe o carretel do tubo velho: quantos encaixes ele tem e como a ponteira do cabo se prende. O tubo novo precisa ser igual nesse ponto, ou o cabo não monta direito.
- Botões e interruptores na carcaça. Verifique se o punho da sua moto tem botões. Se tiver, a peça de reposição muda bastante: é um comando elétrico também, e o conector deve encaixar no chicote sem adaptação.
- Pino-guia e furo no guidão. A carcaça costuma ter um pino que entra num furo do guidão e impede o punho de girar. A peça nova precisa ter o pino na mesma posição. Sem ele, o punho gira com a vibração.
- Acabamento do plástico. Gire o tubo novo com a mão e passe o dedo no carretel. Rebarbas, plástico mole ou canal mal acabado aumentam o atrito e gastam o cabo. Peça de boa procedência gira lisa e tem as bordas limpas.
Trocando tubo e carcaça do acelerador
A troca do tubo do acelerador é um serviço de bancada simples para quem tem prática, mas o resultado precisa ser perfeito: manopla direita voltando sozinha com o guidão em qualquer posição. Sem experiência, deixe com a oficina.
- Desligue a moto e fotografe o punho. Com a chave desligada e o motor frio, fotografe o punho direito de cima e de baixo: posição da carcaça, saída do cabo e fios, folga entre manopla e carcaça. As fotos guiam a montagem.
- Dê folga no cabo. Solte o regulador do cabo no punho até sobrar folga. Se a sua moto tem dois cabos, faça nos dois e marque qual é o de abrir e qual é o de fechar.
- Abra a carcaça. Solte os parafusos que unem a carcaça superior e a inferior e separe as metades com cuidado. Se houver fios e botões, não puxe: deixe a carcaça apoiada para não forçar o chicote.
- Solte o cabo e retire o tubo. Desencaixe a ponteira do cabo do carretel e retire o tubo do acelerador, deslizando para fora do guidão. Solte antes o peso da ponta, se a moto tiver. Guarde os parafusos separados.
- Limpe e inspecione a ponta do guidão. Limpe a parte do guidão onde o tubo gira. Rebarba, ferrugem ou amassado ali arrastam o tubo novo. Lixe de leve só a rebarba, sem afinar o guidão. Guidão torto pede troca, não acerto.
- Lubrifique e monte o tubo novo. Passe uma camada fina de graxa leve no guidão, onde o tubo gira, e no canal do carretel. Encaixe o tubo, com a manopla, e prenda a ponteira do cabo no carretel. Graxa demais escorre para a manopla e atrai sujeira.
- Feche a carcaça por igual. Una a carcaça superior e a inferior com o pino no furo e o cabo no lugar. Aperto alternado e moderado deixa a fresta igual dos dois lados. Recoloque o peso da ponta sem encostar no tubo.
- Regule a folga e teste o retorno. Com a folga regulada, teste em três posições do guidão. Depois, motor em marcha lenta, vire de batente a batente: a rotação não pode subir. Só então faça um teste devagar, em local seguro.
Se depois da montagem o acelerador não voltar sozinho em qualquer posição do guidão, não rode. Abra de novo a carcaça e veja se o tubo está encostando; persistindo, leve à oficina, porque o problema pode estar no cabo ou no motor.
Cuidados com o tubo do acelerador no dia a dia
O tubo do acelerador trabalha o tempo todo e quase ninguém lembra dele. Alguns cuidados simples mantêm o giro leve e o retorno rápido.
- Teste o retorno antes de sair. Gire e solte a manopla direita com o guidão reto e virado para os dois lados. O acelerador deve fechar sozinho, sem demora. São segundos que mostram se o punho e o cabo estão bem.
- Lubrifique o tubo nas revisões. Uma limpeza com graxa nova no punho, de tempos em tempos, evita o tubo seco raspando no guidão. Use pouca graxa e longe da borracha da manopla.
- Evite jato forte no punho. Água dentro do punho tira a lubrificação e, se houver botões, ataca os contatos. Na lavagem, proteja o punho direito ou limpe à mão.
- Não apoie a moto pelo punho. Manobrar a moto parada torcendo a manopla do acelerador cansa o carretel e a carcaça. Segure no guidão e use o freio para controlar.
- Cuide da folga entre manopla e carcaça. De vez em quando, olhe a fresta entre a borracha da manopla e o punho. Deve haver espaço para o tubo girar sem tocar em nada.
- Mantenha os parafusos da carcaça firmes. Um reaperto leve nos parafusos do punho direito, nas revisões, mantém a carcaça fechada por igual e evita folga no tubo.
- Inspecione depois de queda. Depois de qualquer queda, olhe o punho: manopla torta, carcaça rachada ou acelerador pesado são sinais de dano. Resolva antes de seguir.
- Cuidado com acessórios no punho direito. Qualquer acessório perto da manopla direita pode criar atrito. Monte com folga e verifique se o acelerador continua voltando sozinho.
O que não fazer no tubo do acelerador da moto
O punho do acelerador parece simples, mas pequenos descuidos travam o retorno da manopla. Vale conhecer os tropeços mais comuns.
- Colar a manopla direita. Usar cola na manopla direita como se fosse a esquerda é erro clássico. Uma gota no lugar errado basta para prender o acelerador. Monte e teste antes de a cola secar.
- Apertar a carcaça demais. Parafuso apertado além do ponto trinca a carcaça ou deforma o plástico, que passa a pressionar o carretel. O tubo trava. Aperte por igual, com moderação, e teste o giro.
- Esquecer o pino-guia. Montar o punho sem encaixar o pino-guia parece economizar tempo, mas deixa a carcaça frouxa no guidão e o acelerador irregular.
- Encostar o peso da ponta no tubo. O peso da ponta do guidão, ou a tampa, precisa deixar folga para o tubo girar. Apertado contra o tubo, ele segura o retorno do acelerador. Monte e gire a manopla antes de dar o aperto final.
- Encher o punho de graxa. Mais graxa não deixa o tubo mais leve. O excesso vira borra com a sujeira e prende o giro com o tempo. Pouca e leve.
- Remendar tubo ou carcaça quebrados. Remendo no punho do acelerador é risco de manopla presa. O tubo e a carcaça são peças de reposição comuns: troque em vez de improvisar.
- Trocar só o cabo quando o problema é o punho. Cabo novo em tubo gasto ou carcaça torta não resolve. Teste por partes antes de comprar: assim você paga só pela peça que realmente está ruim.
Perguntas frequentes
Por que o acelerador da moto fica preso?
Pode estar no punho, no cabo ou no motor. Solte o cabo no carburador ou corpo de borboleta e gire a manopla: se continuar presa, o problema é do tubo ou da carcaça. Enquanto isso, a moto fica parada, porque acelerador preso é risco sério.
Qual a diferença entre tubo do acelerador e manopla?
Não são. A manopla direita veste o tubo; o tubo gira no guidão e puxa o cabo pelo carretel. Se a borracha está gasta, troca-se a manopla; se o carretel gastou ou o tubo trincou, troca-se o tubo.
A manopla direita é diferente da esquerda?
São diferentes. O diâmetro interno da manopla direita é feito para o tubo do acelerador. Forçar a esquerda no lugar dela aperta o tubo e pode prender o retorno do acelerador.
Precisa lubrificar o punho do acelerador?
Graxa leve, em pouca quantidade, na ponta do guidão e no carretel. Evite óleo fino, que escorre para a manopla, e graxa grossa, que endurece. A lubrificação pode ser feita nas revisões.
Dá para colar o tubo do acelerador rachado?
Colar não é seguro. O remendo não aguenta o esforço do cabo e pode prender o acelerador. Troque o tubo e verifique a carcaça; se ela também rachou, o kit com tubo e carcaças resolve tudo de uma vez.
Compro só a carcaça ou o kit completo?
Depende do que estragou. Se só uma metade da carcaça quebrou e o tubo está bom, a carcaça resolve. Se o tubo também está gasto ou trincado, o kit com tubo e carcaças, com parafusos, sai mais prático.
Acelerador duro: troco o cabo ou o punho?
Teste antes. Solte o cabo no carburador ou corpo de borboleta e gire a manopla. Se ficou leve, o atrito está no cabo ou no motor; se continua dura, está no tubo ou na carcaça. Assim você compra só o necessário.
A carcaça do acelerador tem os botões da partida. Muda alguma coisa?
Sim. Nesse caso, a carcaça é também um interruptor. A peça de reposição precisa ter o mesmo conector, e a montagem pede cuidado com a fiação. Sem prática com a parte elétrica, deixe com a oficina.
Com que frequência trocar o punho do acelerador?
Não há prazo fixo. Quem decide é o estado da peça: carretel gasto, tubo trincado, folga lateral ou acelerador que não volta. Muitos tubos duram anos com limpeza e graxa nas revisões; uma queda pode encerrar a vida dele num instante.