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Pedal de freio da Honda C 100 Dream

A peça certa para cada versão e ano da C 100 Dream, de 1993 a 1998, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 1993–1998

Pedal de freio de reposição

1 código

Modelo
Honda C 100 Dream
Anos
1993 a 1998

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com pedal de freio para a Honda C 100 Dream

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pedal de freio para a Honda C 100 Dream. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Pedal de freio por versão e ano

VersãoAnos
C 100 Dream1993–1998

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O pedal de freio certa para cada C 100 Dream

O pedal de freio da Honda C 100 Dream é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da C 100 Dream em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Pedal de freio de reposição para a Honda C 100 Dream

Para a Honda C 100 Dream, os catálogos de peças de reposição trazem 1 código de pedal de freio, de MGO.

Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
FIT4955Mola pedal freio Dream Biz 100 / 125 linha 2MGO
FIT4955Mola pedal freio Dream Biz 100 / 125 linha 2MGO

Alguns destes códigos servem também em outros modelos: Honda Biz 100, Honda Biz 125.

O pedal do freio traseiro da C 100 Dream e as peças em volta dele

Pense no pedal do freio traseiro como o manete do pé. É por ele que você dosa a força na roda de trás: um toque para segurar a moto numa descida, uma pisada mais firme numa parada de emergência, sempre junto com o freio da frente. Para isso, ele precisa estar na altura certa, girar sem folga e voltar sozinho.

O conjunto tem o pedal, o eixo ou parafuso de articulação, a mola de retorno, a ponteira e, em muitas motos, o interruptor da luz de freio ligado ao pedal por uma mola. Uma queda que entorte o pedal ou uma mola quebrada já mudam o freio inteiro.

O pedal de freio na C 100 Dream: o que a ficha diz

A C 100 Dream 1993–1998 é uma motoneta (cub) de 97 cc. O freio dianteiro é a tambor. O freio traseiro é a tambor.

Motos como a C 100 Dream rodam muito no trânsito e no trabalho, com o pedal acionado o dia todo. A mola de retorno e a articulação gastam nesse ritmo, e a troca da mola é das mais simples do freio.

Na C 100 Dream, o freio traseiro é a tambor, e o pedal puxa uma vareta até o braço do freio no cubo. Depois de trocar ou endireitar o pedal, a folga precisa ser refeita pela borboleta na ponta da vareta.

Na C 100 Dream, usada no dia a dia da cidade, o pedal de freio e a mola de retorno trabalham o tempo todo. Vale incluir os dois na checagem da semana, junto com a folga do freio.

Quando o pedal do freio traseiro pede troca ou reparo

Repare em três coisas: onde o pedal fica parado, como ele desce e como ele volta. Estes são os sinais mais comuns.

  • Pedal duro ou com rangido. Pisar no freio virou esforço ou o pedal range ao descer. Articulação seca ou suja, eixo oxidado e pedal torto roçando no quadro são causas comuns. Também pode haver problema na vareta ou no freio em si.
  • Luz de freio sempre acesa. Em muitas motos, o interruptor da luz de freio traseira é puxado por uma mola presa ao pedal. Pedal que não volta, mola fraca ou interruptor desregulado deixam a lanterna acesa direto.
  • Trinca perto do eixo ou da ponteira. Pedal que levou pancada pode trincar mesmo sem entortar muito. Rachadura fina perto da articulação é motivo de troca imediata, porque a peça pode partir na pisada.
  • Pedal que volta devagar ou não volta. Você tira o pé e o pedal sobe preguiçoso ou fica no meio do caminho. A mola de retorno pode estar quebrada, solta ou cansada, ou a articulação está seca. Com isso, o freio continua levemente acionado.

Pedal de freio na loja: o que olhar

Com o modelo, o ano e a versão em mãos, e de preferência o pedal velho junto, a compra fica certa. Estes são os pontos a observar.

  • Mola de retorno junto. A mola de retorno é vendida separada. Se a antiga está esticada, enferrujada ou com o gancho aberto, compre uma nova junto com o pedal. Pedal novo com mola cansada continua voltando mal.
  • Ponteira e borracha. Veja se a ponteira é serrilhada, dobrável ou com borracha, como a da sua moto. Quando a borracha do pedal é peça separada, ela pode ser trocada sozinha se o pedal estiver bom.
  • Comparação com o pedal velho. Mesmo torto, o pedal velho é ótima referência. Compare furos, comprimento e ponto de ligação com o freio. Se algo não bate, não leve.
  • Pedal comum ou combinado. Em motos com freio combinado, o pedal pode ter pontos de ligação a mais, porque comanda também parte do freio dianteiro. Pedal de versão sem CBS não serve nessas motos.

Troca do pedal do freio traseiro passo a passo

Em algumas motos, o pedal sai soltando um parafuso; em outras, é preciso tirar a pedaleira ou o suporte. A sequência abaixo vale para a maioria dos casos.

  1. Moto firme e motor frio. Apoie a moto no cavalete ou num suporte, em piso plano, com a roda traseira livre se possível. O pedal fica perto do escapamento: espere o motor esfriar antes de começar.
  2. Avalie o que mais sofreu. Se o pedal entortou em queda, olhe também a vareta, o cilindro mestre traseiro, a haste, a pedaleira e o suporte. Peça danificada junto precisa ser trocada no mesmo serviço.
  3. Solte a mola e o interruptor. Desencaixe a mola de retorno com cuidado, porque ela tem tensão. Solte também a mola do interruptor da luz de freio, quando ela estiver presa ao pedal. Fotografe antes para montar igual.
  4. Desligue o pedal do freio. No freio a tambor, solte a borboleta e tire a vareta do braço do freio, ou solte a ponta da vareta presa ao pedal. No disco, retire o pino ou contrapino que liga o pedal à haste do cilindro mestre.
  5. Retire o pedal do eixo. Com a fixação solta, o pedal sai do eixo. Se estiver agarrado por ferrugem, use desengripante e paciência. Pancada pode danificar o suporte ou o eixo.
  6. Limpe e engraxe a articulação. Limpe o eixo, o furo e as buchas. Aplique uma camada leve de graxa na articulação, sem exagero e longe de disco, pastilha e lona. É isso que faz o pedal descer leve e voltar firme.
  7. Monte o pedal novo e as molas. Pedal no lugar, fixação firme e travada, molas encaixadas. Mexa o pedal com a mão: ele deve descer livre, sem folga lateral, e voltar sozinho até o batente.
  8. Acerte altura e folga. Religue a vareta ou a haste do cilindro mestre. Ajuste primeiro a altura do pedal no batente, quando houver regulagem, e depois a folga do freio, como manda o manual. A roda precisa girar livre.
  9. Teste a luz de freio e rode devagar. Luz de freio acendendo cedo, pedal voltando firme e roda livre com o pé fora do pedal. Só então teste a frenagem com calma, em local seguro.

Se o pedal novo estiver no lugar e o freio continuar longo, duro ou arrastando, o problema está no freio em si: lona, pastilha, vareta, came ou cilindro mestre. Nesse caso, a avaliação é de oficina.

Pedal de freio no dia a dia

O pedal de freio pede pouca manutenção, mas não pode ser esquecido. Articulação limpa, mola firme e altura certa mantêm o freio traseiro previsível.

  • Pé fora do pedal ao rodar. Pilotar com o pé encostado no pedal mantém o freio levemente acionado, gasta lona ou pastilha e deixa a luz de freio acesa. Apoie o pé na pedaleira e só vá ao pedal na hora de frear.
  • Ajuste o pedal ao seu pé. Pedal na altura certa faz o freio traseiro ser usado na medida. Ao mexer na altura, refaça a regulagem do freio e do interruptor.
  • Mantenha a ponteira firme. Verifique a ponteira junto com a calibragem dos pneus. É ali que o pé apoia em toda frenagem, e com chuva a diferença aparece.

Erros que deixam o pedal de freio perigoso

Por ser uma peça de aço, o pedal de freio convida ao improviso depois de uma queda. Estes são os erros mais comuns e por que evitá-los.

  • Desentortar e seguir usando. Pedal desentortado raramente volta à forma exata. A altura muda, o curso muda e o aço fica fraco na dobra. Troque pelo pedal do seu modelo.
  • Não testar a luz de freio. Depois de trocar ou ajustar o pedal, muita gente esquece a lanterna. Se o interruptor ficou fora do ponto, ninguém atrás sabe que você está parando.
  • Ignorar a ponteira gasta. Ponteira lisa ou sem borracha parece estética, mas faz o pé escorregar justo na hora de frear. É uma das trocas mais simples e mais esquecidas.

Perguntas frequentes

Por que a luz de freio fica acesa direto?

Muitas vezes é o pedal que não volta até o batente, por mola fraca ou articulação presa. Também pode ser o interruptor desregulado ou a mola dele cansada. Resolva logo, porque a luz acesa confunde quem vem atrás e gasta a lâmpada.

Pedal de freio torto dá para desentortar?

Se o freio ainda funciona, dá para ir devagar até a oficina. Para uso normal, troque. Pedal desentortado raramente volta à altura certa e fica com o aço enfraquecido no ponto da dobra.

Pedal de freio pesado é defeito no pedal?

Pedal duro pede investigação por partes. Articulação sem graxa é o caso mais simples. Se ela estiver boa, o atrito vem do freio em si, e aí o serviço é de oficina.

O pedal do freio não volta. O que pode ser?

Olhe primeiro a mola de retorno e o eixo do pedal. Se estiverem bons, solte a vareta ou a haste e veja se o pedal volta sozinho. Se voltar, o problema está no freio, e a avaliação é de oficina.

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