Lona (sapata) de freio da Suzuki Yes 125
A peça certa para cada versão e ano da Yes 125, de 2005 a 2016, com o guia para escolher e trocar.
- 3 versões
- 3 gerações
- 2005–2016
Lona (sapata) de freio de reposição
1 código
- Modelo
- Suzuki Yes 125
- Anos
- 2005 a 2016
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com lona (sapata) de freio para a Suzuki Yes 125
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura lona (sapata) de freio para a Suzuki Yes 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaLona (sapata) de freio por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| Yes 125 SE | 2011–2016 |
| Yes 125 | 2005–2012 |
| Yes 125 Cargo | 2012 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
A lona de freio certa para cada Yes 125
A lona de freio da Suzuki Yes 125 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da Yes 125 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
Lona (sapata) de freio de reposição para a Suzuki Yes 125
No catálogo de reposição, a Suzuki Yes 125 tem 1 código de lona (sapata) de freio, de EMBUS, de 2007 a 2012.
São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| 2007 a 2012 | |||
| FIT3011 | Mola patim freio Yes 125 07-12/INTRUDER 125 | EMBUS | |
| FIT3011 | Mola patim freio Yes 125 07-12/INTRUDER 125 | EMBUS | |
O que a lona (sapata) faz no freio da Yes 125
Pense na lona como a pastilha do freio a tambor. Em vez de apertar um disco por fora, ela empurra o tambor por dentro. As duas sapatas ficam montadas num prato, chamado espelho do freio, junto com o came e as molas de retorno. A alavanca que você vê por fora do cubo é ligada ao came e recebe a vareta do pedal ou o cabo do manete.
É um sistema simples, durável e protegido da sujeira, mas que pede regulagem: conforme a lona gasta, o curso do pedal ou do manete aumenta, e o freio precisa ser ajustado de tempos em tempos até a lona chegar ao limite.
O que muda na lona de freio da Yes 125
A Yes 125 2005–2016 é uma street de 124 cc. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a tambor.
Corrente e freio a tambor andam juntos na Yes 125: mexeu em um, verifique o outro. Quando a roda vai para trás no ajuste da corrente, o freio muda de regulagem.
Na Yes 125, a frente tem freio a disco e a traseira, tambor. Como o disco faz a maior parte da frenagem, a lona traseira costuma durar bastante. Mesmo assim, ela precisa de regulagem e de avaliação periódica.
O freio de trás da Yes 125 é a tambor. Sempre que a roda traseira for retirada, por troca de pneu ou ajuste da corrente, quando houver, a regulagem do freio precisa ser refeita depois.
Quando desconfiar da lona do tambor
A lona gasta devagar, e a gente se acostuma com o freio piorando aos poucos. Estes sinais ajudam a perceber a hora da troca.
- Freio fraco. A moto demora mais para parar com a mesma força no comando. Lona gasta, vitrificada ou contaminada perde atrito. Tambor gasto ou ovalizado também reduz a frenagem, por isso vale avaliar o conjunto.
- Freio que pulsa ou trepida. Trepidação no freio a tambor costuma vir do tambor fora de redondo ou de lona com desgaste desigual. Vale medir o tambor quando trocar a lona.
- Regulagem no fim da rosca. Porca de regulagem quase no fim é sinal claro. Forçar mais um pouco não resolve, e pode deixar o came numa posição em que ele perde força.
- Rangido ou barulho metálico. Barulho áspero ao frear pode indicar lona no fim, com a base metálica tocando o tambor, ou lona descolando. Nesse ponto o tambor começa a ser riscado. Não continue rodando assim.
- Curso do comando cada vez maior. O pedal ou o manete precisa ir cada vez mais longe para o freio começar a agir. A regulagem resolve por um tempo, mas, se o ajuste está sempre no fim, a lona já está fina.
O que conferir antes de comprar a lona de freio
Informe modelo, ano e se a lona é da frente ou de trás. Com a sapata antiga na mão, o risco de errar cai quase a zero.
- Avalie o tambor junto. Lona nova em tambor gasto, ovalizado ou muito riscado não freia como deveria. Em muitos cubos o diâmetro máximo do tambor vem gravado; o manual também informa. Peça para medir antes de comprar só as lonas.
- Material bem colado e sem defeito. Passe o dedo na junção entre a lona e a base metálica. Não deve haver vão nem material quebradiço nas pontas.
- Molas de retorno. As molas puxam as sapatas de volta quando você solta o freio. Elas cansam com o tempo, e mola fraca é causa comum de freio arrastando.
- Procedência. Lona é peça de freio. Compre em loja que saiba informar a procedência e que troque a peça se a aplicação estiver errada.
- Compare com a sapata antiga. Comparação física é a melhor garantia. Lona "parecida" pode ser mais estreita, ter encaixe diferente ou não assentar direito no tambor.
Troca da lona de freio passo a passo
A troca da lona é simples para o mecânico, mas tem pontos que não podem ser esquecidos, como a limpeza do tambor, a lubrificação do came e a regulagem final. Estes são os passos.
- Solte o comando e tire a roda. Com a moto firme e a roda suspensa, solte a vareta ou o cabo do freio e, quando houver, a haste que prende o espelho à balança ou o encaixe no garfo. Depois solte o eixo e retire a roda.
- Retire o espelho do freio. O espelho, com as sapatas, sai do cubo. Com ele na mão, dá para ver o estado das lonas, das molas e do came. Repare na posição das molas antes de soltar.
- Remova as sapatas velhas. As sapatas saem abrindo-as em forma de V, com as molas ainda presas, ou soltando as molas primeiro, conforme o modelo. Cuidado com os dedos: as molas têm tensão.
- Limpe e avalie o tambor. O pó do freio não deve ser soprado nem inalado. Limpe o tambor, procure sulcos e marcas de calor e meça se ainda está dentro do limite.
- Lubrifique o came com moderação. O came precisa girar livre, por isso leva um pouco de graxa no eixo e nos pontos de contato indicados pelo fabricante. Pouca quantidade, longe da lona.
- Monte as sapatas novas. Com as molas no lugar, encaixe as sapatas no espelho. Verifique se elas abrem e fecham livremente ao girar a alavanca do came.
- Recoloque a alavanca nas marcas. Se a alavanca do came foi retirada, ela volta na posição original, alinhando as marcas da alavanca e do came. Fora da posição, o freio perde força ou fica com curso errado.
- Monte a roda e fixe o espelho. Roda no lugar, eixo apertado conforme o manual e espelho bem preso. A haste de fixação do espelho leva porca com trava ou contrapino.
- Regule e teste. Regulagem pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo, folga conforme o manual e teste com a roda girando. Luz de freio acendendo também faz parte do teste.
Lona nova precisa assentar no tambor. Nos primeiros dias, freie com antecedência e de forma progressiva. Depois de alguns dias, verifique de novo a regulagem, porque a folga costuma mudar um pouco com o assentamento.
Erros comuns com a lona de freio
No freio a tambor, os erros mais comuns vêm de regulagem e de montagem. Estes são os mais vistos nas oficinas.
- Esquecer a fixação do espelho. A haste ou o encaixe que seguram o espelho são peças de segurança. Montagem sem trava ou com porca frouxa é risco sério.
- Graxa demais no came. Excesso de graxa no came e no pino de ancoragem escorre com o calor e chega à lona. O resultado é freio fraco e lona que precisa ser trocada de novo.
- Lona nova em tambor gasto. O tambor também tem limite. Montar lona nova sem avaliar o tambor é gastar sem resolver o problema de freio fraco ou pulsando.
- Soprar o pó com ar comprimido. Ar comprimido levanta o pó do freio e você acaba respirando. Limpeza úmida, com pano ou produto próprio para freio, é mais segura e resolve.
Cuidados com o freio a tambor
Boa parte dos problemas com lona vem de regulagem errada, came seco e contaminação. Estes cuidados evitam isso.
- Não pilote com o pé no pedal. Apoiar o pé no pedal do freio traseiro enquanto roda mantém a lona encostada no tambor. Ela esquenta, gasta e a luz de freio fica acesa sem você perceber.
- Cabo e vareta em ordem. Cabo de freio ressecado ou desfiado e vareta torta ou com articulações secas prejudicam a frenagem e a volta do freio. Lubrifique o cabo e as articulações e troque o que estiver danificado.
- Olhe o indicador de desgaste. Uma olhada no indicador, com o freio apertado, diz quanto falta para o limite. Leva segundos e evita rodar com lona no fim.
- Cuidado com água e lavagem. Evite jato forte de água na direção do cubo. Depois de lavar a moto ou atravessar água, freie de leve algumas vezes para secar a lona antes de precisar de uma frenagem forte.
Perguntas frequentes
Lona e sapata são a mesma coisa?
No balcão, os dois nomes são usados para a mesma peça. Tecnicamente, a sapata é a base metálica curva e a lona é o material de atrito colado nela. Para moto, normalmente se compra o conjunto pronto.
Por que o freio a tambor ficou fraco?
Comece pela regulagem e pelo indicador de desgaste. Se estiver tudo certo, a lona pode estar vitrificada ou contaminada, ou o tambor pode ter passado do limite. A avaliação é feita com a roda desmontada.
Freio a tambor molhado perde força?
Sim, por alguns instantes. É só a água. Freie de leve algumas vezes antes de precisar de uma frenagem forte e evite jato de alta pressão no cubo. Se o freio não voltar, procure a oficina.
Freio agarrando, o que pode ser?
Normalmente é regulagem apertada demais, came seco, mola de retorno fraca ou cabo emperrado. Freio agarrando esquenta o cubo e gasta a lona. A oficina limpa e lubrifica o came, avalia as molas e refaz a regulagem.