Lanterna traseira da Yamaha DT 200
A peça certa para cada versão e ano da DT 200, de 1992 a 2000, com o guia para escolher e trocar.
- 2 versões
- 2 gerações
- 1992–2000
Lanterna traseira de reposição
4 códigos
- Modelo
- Yamaha DT 200
- Anos
- 1992 a 2000
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com lanterna traseira para a Yamaha DT 200
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Anunciar nesta páginaLanterna traseira por versão e ano
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
A lanterna traseira certa para cada DT 200
Na DT 200, a lanterna traseira é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Lanterna traseira de reposição para a Yamaha DT 200
São 4 códigos de lanterna traseira de reposição para a Yamaha DT 200, de Paramotos, de 1997 a 2006. Como a peça não é a mesma em todas as versões e anos, os códigos estão agrupados por aplicação. Ache o grupo da sua moto e compare com a peça que está nela.
Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Até 2006 | |||
| 2060/012 | Lanterna traseira XTZ 125 ate: 2006 DT 200 | Vermelho fume cristal | Paramotos |
| 1997 a 2004 | |||
| 2160/005 | Lente lanterna traseira xt 600 DT 200 XTZ 125 | Vermelho fume | Paramotos |
| Todos os anos | |||
| 2100/005 | Lente lanterna traseira DT 200 XTZ 125 | Vermelho fume | Paramotos |
| 2100/012 | Lanterna traseira DT 200 XTZ 125 xt 600 | Vermelho fume | Paramotos |
A mesma peça aparece no catálogo para outras motos: Yamaha XTZ 125, Yamaha XT 600E.
Para que serve a lanterna traseira da DT 200
A lanterna traseira junta numa peça só a sinalização de trás da moto: a lanterna propriamente dita, acesa com a moto ligada, a luz de freio, comandada pelos interruptores do manete e do pedal, e, em muitos modelos, a luz de placa. Nas motos mais simples, a luz vem de uma lâmpada presa num soquete; nas mais novas, pode ser uma lanterna LED, com os LEDs montados dentro do conjunto.
Exposta ao sol, à chuva, à lavagem e às batidas de estacionamento, a lanterna sofre. A lente desbota e trinca, entra água, o soquete oxida e a borracha de fixação resseca. É peça específica do modelo, comprada pela aplicação: modelo, ano e, se possível, o código da peça.
O que muda na lanterna traseira da DT 200
Para entender a lanterna traseira desta moto, vale olhar a ficha: a DT 200 é uma trail de 195 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável.
Na DT 200, com freio traseiro a tambor, a luz de freio do pedal costuma ser acionada por um interruptor com mola ligado à haste do freio. Quando o freio é regulado, a luz pode passar a acender cedo, tarde ou ficar acesa direto. Depois de regular o freio, teste a lanterna.
Na DT 200, a lanterna costuma ficar no paralama traseiro, exposta a lama, pedra e queda. Depois de trilha, veja se a lente não trincou e se não entrou água. A vibração também afrouxa a fixação e o soquete.
Quando desconfiar da lanterna traseira
Nem todo problema na luz traseira pede lanterna nova. Alguns sinais apontam para a lâmpada, o soquete ou o interruptor do freio; outros mostram que a lente ou o conjunto chegaram ao fim.
- Luz de freio que não acende. Você freia e a lanterna continua com a mesma intensidade. Pode ser o filamento de freio queimado, mau contato no soquete ou um interruptor de freio com defeito. Teste pelo manete e pelo pedal separadamente: se só um falha, o problema está naquele interruptor.
- Lente desbotada ou opaca. Lente com aspecto de giz já não filtra a luz como antes. Polimento melhora o brilho por fora, mas não devolve a cor perdida. Trocar só a lente costuma ser simples e em conta.
- Luz de freio acesa o tempo todo. Quando a luz de freio não apaga, quem vem atrás deixa de perceber quando você freia de verdade. Veja se o pedal e o manete voltam até o fim. Se voltam e a luz continua acesa, a causa está no interruptor, na lâmpada ou na fiação.
- LEDs apagados ou piscando. Na lanterna LED, parte dos pontos apagada, luz tremendo ou pouca diferença entre posição e freio indicam falha na placa de LED ou na conexão. Como os LEDs vêm integrados, a solução normal é a lanterna completa.
O que conferir antes de comprar a lanterna traseira
Duas lanternas parecidas podem ter fixação, soquete e conector diferentes. Estes são os pontos que decidem se a peça vai encaixar e funcionar na sua moto.
- Modelo e ano certos. Compre pela aplicação. Com modelo, ano e, de preferência, o código da peça que está na moto, o balconista acha a lanterna certa e diz se a lente vendida separada serve no seu conjunto.
- Só a lente ou a lanterna completa. A lente é a capa colorida de fora, presa por parafusos. A lanterna completa traz carcaça e lente, às vezes com soquete. Olhe a peça antiga por trás: carcaça quebrada com lente nova continua deixando entrar água.
- Borracha de fixação e parafusos. Em muitos modelos, a lanterna vai presa com coxins ou uma borracha de fixação vendida separada. Se a sua está ressecada ou rasgada, troque junto: é barata e evita que a lanterna nova vibre e trinque.
- Com soquete ou sem soquete. A lanterna completa pode vir com soquete e fiação ou sem soquete. A com soquete resolve de vez quando o seu está oxidado ou derretido. A sem soquete pede que você transfira o da peça antiga, que precisa estar bom.
Troca da lanterna traseira passo a passo
O serviço muda conforme o que você vai trocar. Só a lente sai por fora, com poucos parafusos. A lanterna completa costuma exigir tirar o banco e acessar a fixação por dentro da rabeta.
- Desligue a chave. Chave desligada e fora do contato. Mexer com a lanterna ligada pode causar curto entre os terminais do soquete e queimar o fusível. Se for mexer no chicote, o manual pode pedir para soltar o negativo da bateria.
- Para trocar só a lente. A lente sai pelos parafusos de fora. Aproveite para olhar a lâmpada e o soquete. Assente bem a junta de borracha antes de fechar, senão a lente nova embaça na primeira chuva.
- Acesse a fixação da lanterna. Para a lanterna completa, retire o banco e, se o manual pedir, tampas ou parte da rabeta. Na maioria das motos, a lanterna fica presa por porcas acessadas por dentro. Fotografe tudo antes de soltar.
- Desconecte o chicote. Libere o conector pela trava. Fio puxado à força rompe dentro da capa e cria falha intermitente, difícil de achar. Veja se os terminais estão limpos e sem sinal de aquecimento.
- Retire a lanterna antiga. Com porcas e conector soltos, tire a lanterna pelo lado do encaixe. Repare na posição da borracha de fixação e das buchas: a lanterna nova vai precisar delas no mesmo lugar.
- Monte a lanterna nova. Posicione a borracha de fixação, encaixe a lanterna e passe o chicote pelo mesmo caminho do antigo, sem prensar fios. Aperte as porcas firmes e por igual, sem deformar a carcaça.
- Coloque a lâmpada sem forçar. Encaixe a lâmpada, empurre e gire até travar, sem força. Se só entra apertando muito, está virada. Na lanterna LED este passo não existe: basta ligar o conector até ouvir o clique.
- Teste todas as funções. Ligue a chave e teste a luz de posição, a luz de freio pelo manete e pelo pedal, e a luz de placa. Peça para alguém olhar a traseira enquanto você aciona. Só depois feche a rabeta e recoloque o banco.
Guarde a nota até ter certeza de que a peça encaixou e não entrou água. Depois da primeira chuva ou lavagem, olhe a lente por dentro. Se embaçar, revise a junta e o aperto dos parafusos.
O que não fazer com a lanterna traseira
Alguns erros com a lanterna custam só dinheiro; outros deixam você sem luz de freio sem perceber. Vale conhecer antes de mexer.
- Comprar a peça errada. Muita gente pede "lanterna" sem saber se precisa da lente, da lanterna completa ou do soquete. Leve fotos da peça por dentro e por fora, com modelo e ano.
- Escolher a lente só pelo visual. Lente fumê ou cristal muda o visual, mas pode escurecer a luz ou mudar a cor dela. Quem vem atrás enxerga pior a sua frenagem, e a moto pode ser autuada por sinalização fora do exigido.
- Não testar os dois freios. Testar a luz de freio só pelo manete e esquecer o pedal, ou o contrário, é comum. Cada comando tem o próprio interruptor, e um pode falhar enquanto o outro funciona.
Lanterna traseira funcionando por mais tempo
Como você não vê a própria lanterna rodando, o cuidado mais importante é testar. O resto é limpeza certa e atenção à vedação.
- Cuide da borracha e da vedação. Sempre que abrir a lanterna, veja se a junta voltou inteira para o lugar. Junta torta ou mordida pelo parafuso deixa a água entrar.
- Mantenha a lâmpada indicada. Use a lâmpada de dois polos do tipo e da potência indicados no manual. Lâmpada mais forte esquenta a lente, deforma o soquete e pode derreter a carcaça por dentro.
- Lave sem jato forte na lanterna. Jato de alta pressão de perto força água pela junta da lente e pelo conector. Lave a traseira de longe, sem mirar na lanterna e no chicote que passa por baixo.
Perguntas frequentes
Luz de freio não apaga, o que pode ser?
Quase sempre é o interruptor do freio, sobretudo o do pedal, que fica exposto à sujeira e muda de posição quando o freio é regulado. Lâmpada invertida no soquete também causa isso. Regular o interruptor é serviço rápido de oficina.
Preciso de oficina para trocar a lanterna?
Na maioria das motos, dá. A troca da lente é rápida, e a da lanterna completa pede tirar o banco e soltar algumas porcas. Leve à oficina se houver fio rompido, fusível queimando, sinal de curto ou problema no interruptor do freio.
Qual lâmpada vai na lanterna traseira?
Nas lanternas com lâmpada, quase sempre é uma lâmpada de dois polos, ou dois filamentos: um fraco para a posição e um forte para o freio. O tipo e a potência certos estão no manual. Leve a lâmpada antiga para comparar na loja.
Lente da lanterna é vendida separada?
Na maioria das motos com lanterna de lâmpada, dá: a lente sai por parafusos externos e custa menos que o conjunto. Na lanterna LED, a lente costuma vir colada à carcaça, e aí a troca é da lanterna completa.