Cabo do velocímetro da Honda Biz 110i
A peça certa para cada versão e ano da Biz 110i, de 2016 a 2017, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 2016–2017
Cabo do velocímetro de reposição
2 códigos
- Modelo
- Honda Biz 110i
- Anos
- 2016 a 2017
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com cabo do velocímetro para a Honda Biz 110i
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura cabo do velocímetro para a Honda Biz 110i. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaCabo do velocímetro por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| Biz 110i | 2016–2017 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual cabo do velocímetro serve na Biz 110i
O cabo do velocímetro da Honda Biz 110i é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da Biz 110i em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
Cabo do velocímetro de reposição para a Honda Biz 110i
Para a Honda Biz 110i, os catálogos de peças de reposição trazem 2 códigos de cabo do velocímetro, de R1 e MCA, de 2013 a 2016. Os códigos vêm separados por versão e ano, porque a peça mudou ao longo do tempo. O grupo certo é o da sua versão e do ano do documento.
Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| 2016 em diante | |||
| FIT3531 | Cabo de velocimetro Biz 125 05/... // Biz 10012/... // Biz 110I 16 | R1 | |
| FIT3531 | Cabo de velocimetro Biz 125 05/... // Biz 10012/... // Biz 110I 16 | R1 | |
| 2013 em diante | |||
| FIT6642 | Cabo velocímetro Biz 125 ...17/ Biz 110I / Biz 100 13 | MCA | |
| FIT6642 | Cabo velocímetro Biz 125 ...17/ Biz 110I / Biz 100 13 | MCA | |
Alguns destes códigos servem também em outros modelos: Honda Biz 125, Honda Biz 100.
Cabo do velocímetro: o que ele faz na Biz 110i
Quem já viu o ponteiro do velocímetro pular de um lado para o outro conhece o principal sintoma de cabo cansado. O cabo do velocímetro é a ligação mecânica entre a roda dianteira e o painel: uma alma de aço que gira dentro de uma capa flexível, com as pontas quadradas encaixadas na engrenagem da roda e no mecanismo do painel.
É uma peça simples, mas trabalha sem parar e sofre com dobras e água. Em motos com conta-giros mecânico existe um segundo cabo, que sai do motor; ele é parecido, mas não é o mesmo e não serve no lugar do cabo do velocímetro.
O cabo do velocímetro na Biz 110i: o que a ficha diz
Na ficha, a Biz 110i 2016–2017 aparece como uma motoneta (cub) de 109 cc. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. Com injeção eletrônica, a Biz 110i depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável.
Em motos desse estilo, o cabo do velocímetro costuma correr por dentro da carenagem do guidão até o painel. Para trocar, é preciso soltar peças plásticas presas por parafusos e travas. Faça com calma, guardando cada parafuso no lugar certo.
Muitas motos injetadas usam velocímetro eletrônico, com sensor, mas várias ainda mantêm o velocímetro a cabo. Antes de comprar, confira atrás do painel da Biz 110i se existe a rosca do cabo. O cabo não tem relação com a injeção: ele só leva o giro da roda ao painel.
Na Biz 110i, com freio dianteiro a tambor, a caixa do velocímetro costuma ficar junto ao espelho do freio, no eixo da roda. Na compra, informe que a sua versão é a de freio a tambor: em vários modelos, o cabo dessa versão é diferente do da versão a disco.
Velocímetro parado ou ponteiro tremendo: quando é o cabo
O cabo do velocímetro avisa pelo ponteiro. Tremedeira, chiado e ponteiro que cai para zero são os sinais mais comuns. Antes de comprar, vale um teste rápido para separar cabo, engrenagem da roda e painel.
- Chiado ou rangido atrás do painel. Um chiado fino ou um rangido que acompanha a velocidade, vindo da frente da moto, costuma ser a alma girando seca dentro da capa. Se não for tratado, o atrito aumenta e a alma acaba partindo.
- Graxa escorrendo no painel. Graxa no lugar errado também é sinal de problema. Se ela aparece na rosca do painel, a lubrificação passou do ponto e pode atrapalhar o mecanismo. Limpe e reduza a quantidade na próxima vez.
- Velocímetro que vai e volta. Às vezes marca, às vezes cai para zero. Porca do painel frouxa, ponta da alma arredondada que escorrega no encaixe ou alma quase partida dão essa falha intermitente. Ela costuma piorar em buracos.
- Velocímetro parado de vez. A moto anda, o ponteiro fica no zero e o hodômetro não avança. A causa mais comum é a alma do cabo partida, quase sempre perto de uma das pontas. Também pode ser a ponta solta da caixa da roda ou a engrenagem gasta.
- Ponteiro muda ao virar o guidão. Se a leitura muda quando a direção vira, o caminho do cabo está errado. Com o guidão de batente a batente, o cabo precisa ficar folgado, sem puxar nem dobrar em ângulo fechado.
Como escolher o cabo do velocímetro certo para a Biz 110i
A compra certa começa pela aplicação e termina com o cabo velho ao lado do novo. Estes são os pontos que um balconista experiente confere antes de embalar a peça.
- Loja e nota. Peça sem identificação de aplicação é aposta. Prefira cabo com modelo e ano descritos na embalagem e loja que aceite troca se o encaixe não bater.
- Comprimento total. Compare de ponta a ponta. Uma diferença pequena até se acomoda; diferença grande obriga a fazer curvas forçadas ou deixa o cabo esticado na direção. Em qualquer dos casos, o cabo dura pouco.
- Freio dianteiro a tambor ou a disco. Os catálogos costumam trazer a indicação "tambor" ou "disco" junto do cabo. Não é detalhe: o comprimento e a ponta de baixo podem mudar. Cabo da versão errada fica curto ou sobra.
- Alma girando livre. Segure a capa com uma mão e gire a ponta da alma com a outra. Ela deve girar suave, sem pontos duros nem estalos. Alma que já gira áspera na mão vai fazer o ponteiro tremer na moto.
- Ponta de cima e rosca do painel. Rosqueie de leve com a mão, só para conferir o encaixe, se a loja permitir com o cabo velho como referência. A ponta da alma precisa ter o mesmo formato e a mesma bitola da antiga.
Trocando o cabo do velocímetro sem errar
A sequência abaixo vale para a maioria das motos com velocímetro a cabo. Se o acesso ao painel exigir desmontar carenagem complicada, uma oficina resolve rápido.
- Faça o teste antes de desmontar. Antes de comprar e trocar, confirme o diagnóstico: roda suspensa, cabo solto do painel, roda girando à mão. Alma parada indica cabo partido ou engrenagem da roda com defeito.
- Fotografe o trajeto. Tire fotos do cabo inteiro, da roda até o painel: por quais presilhas ele passa, de que lado do garfo e do para-lama fica. O cabo novo precisa repetir exatamente o mesmo caminho.
- Solte a ponta de baixo. Na caixa do velocímetro, junto ao eixo da roda dianteira, solte a porca ou o parafuso que prende o cabo e puxe a ponta para fora. Veja se não ficou pedaço de alma preso no encaixe da engrenagem.
- Solte a ponta de cima. Atrás do painel, desrosqueie a porca do cabo com a mão. Em algumas motos é preciso tirar a carenagem do farol ou a capa do painel para alcançar. Use alicate só com proteção, porque a porca pode ser de plástico.
- Retire o cabo velho pelas presilhas. Tire o cabo devagar, abrindo as guias uma a uma. Compare o velho com o novo lado a lado antes de passar o novo: comprimento, pontas e posição das borrachas.
- Lubrifique a alma na medida. Lubrificação leve e só onde precisa. A parte de cima da alma, que entra no painel, fica limpa. Siga a orientação da embalagem: alguns cabos já vêm lubrificados de fábrica.
- Passe o cabo novo pelo mesmo caminho. Siga as fotos e prenda o cabo em todas as presilhas, com curvas largas e suaves, longe do motor, do escapamento e de peças que se movem. Nada de abraçadeira apertada esmagando a capa.
- Encaixe as pontas. Embaixo, encaixe a ponta quadrada na engrenagem girando a roda devagar até ela entrar sozinha, e prenda a porca ou o parafuso. Em cima, faça o mesmo e rosqueie a porca com a mão, firme e sem exagero.
- Teste com o guidão virado e rodando. Esterce para os dois lados conferindo a folga do cabo. Numa volta curta, observe o ponteiro em velocidade constante. Subida suave e leitura estável indicam serviço bem feito.
Se o cabo novo não fizer o velocímetro funcionar, o problema está na engrenagem da roda ou no painel. Se o ponteiro continuar tremendo, revise o trajeto: curva apertada estraga até cabo novo. Guarde a nota até ter certeza de que está tudo certo.
Erros comuns com o cabo do velocímetro
Boa parte dos cabos de velocímetro que voltam ao balcão foi montada com algum destes erros. Todos são fáceis de evitar.
- Comprar pela aparência. Cabo de outra versão, de freio a tambor no lugar de freio a disco, ou cabo do conta-giros no lugar do velocímetro, podem parecer iguais na prateleira. Compre pela aplicação e compare com o velho.
- Forçar a ponta no encaixe. Empurrar a ponta quadrada sem girar a roda amassa o encaixe ou deixa a ponta apoiada fora do lugar. A porca até aperta, mas o velocímetro não funciona. Gire devagar até a ponta entrar sozinha.
- Trocar o painel sem testar o cabo. Velocímetro parado quase sempre é cabo ou engrenagem da roda. Comprar painel sem soltar o cabo e girar a roda é gastar mais e continuar sem velocidade.
- Encher de graxa. Graxa em excesso sobe pela alma, entra no mecanismo do velocímetro e gruda o ponteiro. Também junta poeira e endurece. A lubrificação é fina, e o trecho perto do painel fica limpo.
Manutenção simples do cabo do velocímetro
Alguns hábitos simples mantêm o ponteiro firme e evitam o velocímetro parado no meio da viagem. Nenhum deles toma muito tempo.
- Curvas sempre abertas. Olhe o cabo de tempos em tempos e veja se ele não ganhou alguma dobra nova, por exemplo depois de mexer no farol ou no guidão. Curva suave é o que mais aumenta a vida da alma.
- Porcas firmes. A vibração afrouxa a porca do painel e a fixação de baixo. Ponta solta faz a alma patinar e gasta o encaixe quadrado. Uma conferência com a mão na revisão evita isso.
- Lubrificação conforme o manual. Quando lubrificar, tire a alma pela ponta de cima, passe uma camada fina e deixe limpo o trecho que entra no painel. Pouca graxa, bem distribuída, vale mais que muita graxa.
- Revisão depois de queda. Tombos amassam a capa e torcem o cabo perto do guidão e do farol. Depois de uma queda, percorra o cabo com os olhos e teste o ponteiro. Capa esmagada vai virar ponteiro tremendo.
Perguntas frequentes
Ponteiro do velocímetro pulando: o que é?
Quase sempre é a alma do cabo girando aos trancos, por falta de lubrificação, capa amassada, curva apertada ou fios desfiando. Corrigir o caminho e lubrificar pode resolver; se a alma estiver danificada, troque o cabo.
Vende alma do cabo do velocímetro separada?
O mais comum é comprar o cabo inteiro. Alma nova em capa velha costuma voltar a tremer logo, porque o desgaste está nas duas partes. O conjunto novo sai pouco mais caro e resolve de vez.
O cabo do velocímetro muda com o tipo de freio?
Em muitos modelos, não. As versões com freio dianteiro a tambor e a disco podem ter caixa do velocímetro em posição diferente e cabo de outro comprimento. Os catálogos indicam "tambor" ou "disco": compre pela versão da sua moto.
Quanto tempo dura o cabo do velocímetro?
Não há prazo fixo. Cabo bem passado, com curvas suaves e lubrificação certa, dura muito. Cabo com dobra fechada, lavado com jato forte ou encostando em parte quente dura pouco. Ponteiro tremendo é o aviso de que está no fim.