Mola da bengala da Honda Pop 100
A peça certa para cada versão e ano da Pop 100, de 2007 a 2015, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 2007–2015
Mola da bengala de reposição
2 códigos
- Modelo
- Honda Pop 100
- Anos
- 2007 a 2015
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com mola da bengala para a Honda Pop 100
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura mola da bengala para a Honda Pop 100. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaMola da bengala por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| Pop 100 | 2007–2015 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual mola da bengala serve na Pop 100
Na Pop 100, a mola da bengala é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Mola da bengala de reposição para a Honda Pop 100
Para a Honda Pop 100, os catálogos de peças de reposição trazem 2 códigos de mola da bengala, de EMBUS e MGO, de 2007 a 2015. Os códigos vêm separados por versão e ano, porque a peça mudou ao longo do tempo. O grupo certo é o da sua versão e do ano do documento.
Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| 2007 a 2015 | |||
| FIT1004 | Mola garfo bengala Pop 100 07-15 grande | EMBUS | |
| FIT1004 | Mola garfo bengala Pop 100 07-15 grande | EMBUS | |
| Todos os anos | |||
| FIT4933 | Mola garfo dianteiro Pop 100 g linha 2 | MGO | |
| FIT4933 | Mola garfo dianteiro Pop 100 g linha 2 | MGO | |
Para que serve a mola da bengala da Pop 100
Pense na mola da suspensão dianteira como o apoio da frente da moto. Ela guarda a energia de cada impacto e devolve em seguida, enquanto o óleo e as válvulas da bengala freiam esse retorno. Sem mola com a carga certa, nenhum ajuste de óleo deixa o garfo bom.
Existem molas com espiras igualmente espaçadas e molas progressivas, com espiras mais juntas numa das pontas, que ficam mais firmes conforme comprimem. Nas lojas, também aparecem versões reforçadas. Em qualquer caso, a mola certa é a que tem aplicação para a sua moto, e a troca é serviço de oficina, porque mexe em suspensão e direção.
A mola da bengala na Pop 100: o que a ficha diz
A Pop 100 2007–2015 é uma motoneta (cub) de 97 cc. Atrás, são dois amortecedores, um de cada lado da balança. A Pop 100 usa rodas raiadas, com aro e raios.
Na Pop 100, o garfo tem curso curto e muitas vezes trabalha com carga no bagageiro ou piloto e garupa. A mola cansa mais rápido nesse uso. Frente batendo em lombada e moto afundando na frenagem são sinais para medir o par.
Moto afundando na frenagem: quando é a mola
Estes são os indícios mais comuns de mola da bengala no fim. Quanto mais deles aparecem juntos, mais provável que o par já tenha cedido.
- Uma bengala diferente da outra. Se uma mola cedeu mais que a outra ou quebrou, uma bengala afunda mais. O garfo trabalha torcido e a moto pode puxar levemente para um lado na frenagem.
- Frente mole com garupa ou carga. Com garupa, a frente fica esponjosa, desce demais nas freadas e parece sem apoio nas curvas. A mola que dava conta antes já não segura o peso extra.
- Frente mergulhando na frenagem. Se a moto passou a afundar na frenagem mais do que você lembra, a mola da bengala é a primeira suspeita. Óleo baixo dá sintoma parecido, mas aí costuma haver vazamento visível no tubo.
- Batida seca no fim do curso. Em lombada ou buraco maior, a frente bate com um "toc" seco, como se chegasse ao limite. Sem força para segurar a compressão, a mola deixa o garfo usar todo o curso de uma vez.
- Frente baixa com a moto parada. Compare a altura da frente com a de uma moto igual em bom estado, ou observe quanto o tubo cromado aparece com você sentado. Se o garfo desce muito só com o seu peso, a mola cedeu.
Mola da suspensão dianteira: o que olhar na loja
Nas lojas, você vai ver mola padrão, mola reforçada e mola progressiva. Antes de decidir, vale entender o que cada uma muda e o que a sua moto pede.
- Aplicação pelo modelo e ano. Informe modelo, ano e, se possível, o código da peça. O garfo pode mudar entre versões do mesmo modelo, e a mola muda junto em comprimento, diâmetro e carga.
- Óleo novo na mesma compra. Abrir a bengala para trocar a mola é a hora certa de trocar o óleo de suspensão. Compre o óleo na viscosidade do manual e em quantidade para os dois lados.
- Comprimento e diâmetro. Mola grossa demais raspa por dentro; comprida demais deixa a tampa difícil de fechar e a frente alta; curta demais deixa o garfo mole. As medidas devem casar com a aplicação.
- Procedência e acabamento. Olhe as pontas da mola: devem ser planas e sem rebarba, para apoiar reto no espaçador. Peça sem identificação ou com ferrugem na embalagem não é boa aposta.
- Padrão ou reforçada. A mola reforçada é mais firme e pode ajudar quem anda sempre com garupa ou carga. Para quem roda sozinho, pode deixar a frente dura e o pneu pulando em piso ruim. Escolha pelo uso real.
Troca do par de molas da bengala passo a passo
A troca da mola envolve abrir a tampa da bengala, que está sob pressão, e montar com óleo e pré-carga corretos. É serviço de oficina, porque mexe na suspensão e na direção.
- Apoiar a moto e aliviar a frente. Com a frente suspensa por baixo do quadro, o garfo fica estendido e a mola, aliviada. Sem esse apoio, a tampa seria aberta com a mola sob carga, o que é perigoso.
- Afrouxar a tampa da bengala. A tampa superior é rosqueada e fica pressionada pela mola. O mecânico a afrouxa com a ferramenta certa, segurando para ela não saltar quando a rosca terminar.
- Retirar espaçador e mola velha. Com a tampa fora, saem arruela, espaçador e a mola, na ordem, observando a posição de cada peça. Se a mola for progressiva, anota-se de que lado estavam as espiras juntas.
- Trocar o óleo do garfo. Aproveita-se a abertura para trocar o óleo da suspensão dianteira. Óleo escuro ou com partículas metálicas pode indicar buchas gastas, que merecem avaliação.
- Medir as molas antigas. A mola retirada é medida e comparada com o limite do manual e com a nova. Isso confirma o diagnóstico e mostra se o problema era mesmo mola cansada.
- Colocar óleo no nível. O óleo novo entra no volume ou no nível que o manual indica, igual nas duas bengalas. Muitos manuais pedem para medir o nível com a mola fora e o garfo comprimido, depois de tirar o ar.
- Instalar a mola nova. Mola, espaçador e arruela voltam na ordem certa. Se a mola nova tiver comprimento diferente, o espaçador é ajustado conforme a orientação do fabricante da peça, nunca no improviso.
- Apertar e testar a frente. Tampa e abraçadeiras recebem o torque do manual, e as bengalas ficam na mesma altura nas mesas. Com a moto no chão, o garfo é comprimido várias vezes e depois testado rodando, inclusive na frenagem.
Depois da troca, a frente costuma ficar mais alta e firme, e a moto deixa de mergulhar tanto na frenagem. Se o garfo ficou duro demais ou ainda afunda, peça para conferir o nível de óleo, o espaçador e o tipo de mola instalada.
Como fazer a mola da bengala da Pop 100 durar mais
Como a mola fica escondida, cuidar dela é cuidar do garfo inteiro e do jeito de pilotar. Estes hábitos valem para qualquer moto.
- Freie de forma progressiva. O mergulho violento na frenagem castiga a mola e o fim do curso. Frear com antecedência e de forma gradual é melhor para a suspensão e para a segurança.
- Reduza antes de lombadas e buracos. Cada batida de fim de curso força a mola além do trabalho normal. Pilotagem suave em piso ruim faz o par durar mais.
- Use a pré-carga, se houver. Se o seu garfo tem regulagem, ela existe para adaptar a frente ao peso. Usar a posição certa evita que a mola trabalhe sempre no limite.
- Mantenha os retentores em dia. Retentor vazando deixa o garfo com pouco óleo, e a mola passa a trabalhar sem controle, batendo mais. Além disso, por onde sai óleo pode entrar água, que enferruja a mola.
Erros que deixam o garfo pior depois da troca da mola
Alguns atalhos parecem economia, mas deixam a moto mais dura, mais baixa ou menos segura. Vale conhecê-los antes de mexer no garfo.
- Mola reforçada sem necessidade. Mola reforçada tem lugar para uso com muito peso. Fora disso, ela transmite pancadas ao guidão e cansa o piloto. Escolha a carga pelo uso real da moto.
- Calço improvisado para endurecer. Arruelas a mais, pedaço de cano ou espaçador caseiro aumentam a pré-carga sem critério. A frente sobe, a tampa fica forçada e a mola cansada continua cansada.
- Trocar só uma mola. Uma mola nova e outra usada deixam as bengalas com alturas e firmezas diferentes. O garfo trabalha torcido e a frenagem fica desigual. O par é trocado junto.
Perguntas frequentes
Mola progressiva é melhor que a comum?
É uma mola com espiras mais juntas numa das pontas. No começo do curso ela é mais macia, e fica mais firme conforme comprime. Pode equilibrar conforto e firmeza na frenagem, desde que tenha aplicação para a sua moto e seja montada como a instrução indica.
Posso trocar a mola da bengala em casa?
Parece simples, mas tem riscos: tampa que salta, espaçador fora do lugar, óleo errado, bengalas desalinhadas nas mesas. Vale pagar a mão de obra de quem tem ferramenta, manual e torquímetro.
Posso cortar a mola para baixar a frente?
Não é recomendado. Cortar muda a carga da mola, reduz o curso útil e deixa a ponta sem apoio reto. A moto fica mais propensa a bater e a direção muda. Para baixar a moto, procure solução com aplicação própria e orientação técnica.
Na troca da mola, troca o óleo também?
Sim, vale aproveitar. O custo do óleo é pequeno perto da mão de obra, e mola nova com óleo velho não entrega o resultado completo. Use o óleo de suspensão na viscosidade do manual.
Preciso trocar as duas molas da bengala?
Troque o par. As duas molas têm a mesma idade e o mesmo cansaço, e o garfo precisa trabalhar igual nos dois lados. Uma mola nova ao lado de uma velha deixa uma bengala mais firme e a frenagem desigual.