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Motos Emme

2 modelos e 3 versões vendidas no Brasil desde 1997, separados por tipo.

Lojas e oficinas de motos Emme

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Ciclomotores (50 cc) Emme

Motos Emme vendidas no Brasil

Pesquisando uma Emme? Comece pelo tipo de moto que faz sentido para o seu uso e veja, dentro dele, os modelos que a marca oferece ou já ofereceu por aqui. Cada modelo se abre em versões e anos, porque uma mesma moto muda bastante ao longo do tempo. No ano certo você encontra a ficha completa, a lista de peças que servem nela e o preço de referência da FIPE.

No catálogo, a Emme tem 2 modelos e 3 versões, de 1997 a 1999, com motores de 50 a 50 cc.

Modelos Emme por tipo

Os modelos da Emme por estilo de moto:

Medidas que mais se repetem na Emme

Nas gerações da Emme com a ficha preenchida, estas são as referências que mais se repetem. Peças assim costumam ser fáceis de achar:

  • Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção (3).

Qual Emme combina com você

Dentro de uma mesma marca, a distância entre um modelo e outro pode ser enorme: muda o tamanho, o peso, o motor, o conforto e o custo de cada quilômetro. Antes de olhar preço ou cor, vale responder com sinceridade para que você vai usar a moto e quanta experiência já tem. Os pontos abaixo ajudam a estreitar a lista.

  • Ciclomotor para trajetos curtos. Se os seus trajetos são curtos e tranquilos, o ciclomotor resolve com o mínimo de custo. Ele não foi feito para rodovia, e o desempenho deixa isso claro. Em troca, estaciona em qualquer canto e gasta muito pouco. Lembre que hoje ele precisa de registro, placa e habilitação adequada, por isso confirme no Detran antes.
  • Comece pelo uso principal. Pense no trajeto que você vai fazer na maior parte dos dias, e não na viagem que talvez aconteça uma vez por ano. Quem roda no trânsito urbano precisa de agilidade e economia; quem pega rodovia todo dia precisa de fôlego e conforto; quem enfrenta chão batido precisa de suspensão. Escolher pelo uso raro costuma sair caro no uso diário.
  • Peso e altura do banco. Na ficha de cada modelo estão o peso e a altura do banco, dois números que dizem muito sobre o dia a dia. Moto pesada cansa nas manobras e no estacionamento; banco alto demais tira a segurança de apoiar os pés no chão. Se puder, sente na moto antes de decidir e veja se alcança o chão com firmeza.
  • Custo de manter, não só de comprar. Antes de se apaixonar por um modelo, pergunte quanto custa rodar com ele: troca de pneus, freios, transmissão, revisão no intervalo do manual e seguro. Esses gastos variam muito entre os modelos da Emme. As fichas de cada um, na lista desta página, e as peças compatíveis ajudam a ter uma ideia do que vem pela frente.
  • Cilindrada e experiência. Mais cilindrada não é sinônimo de moto melhor, e sim de moto mais exigente. Quem está começando aprende mais rápido e com mais segurança numa moto leve e de resposta suave, que perdoa erros de acelerador e de freio. Subir de cilindrada depois, com prática acumulada, é o caminho que costuma dar certo e evita sustos logo no começo.
  • Vai levar garupa?. Moto que leva gente todo dia precisa de banco largo, pedaleira em boa altura e alça firme para o passageiro. Precisa também de motor e freio que deem conta de dois adultos. Nas versões esportivas, o lugar de trás costuma ser pequeno e alto; nas de uso geral e de viagem, o conforto do garupa entra no projeto.

Comprando peça para a sua Emme

Entre a peça original, a paralela e a recondicionada há diferenças de preço, de qualidade e de garantia, e cada uma tem o seu lugar. O que vale para todas é identificar a moto com precisão antes de comprar. Estes cuidados servem para qualquer modelo da Emme listado nesta página.

  • Ano-modelo e ano de fabricação. O documento traz dois anos: o de fabricação, em que a moto foi produzida, e o ano-modelo, que define a linha a que ela pertence. Uma moto fabricada num ano pode ser modelo do ano seguinte. Na hora de comprar peça, o que manda é o ano-modelo, e quando houver dúvida, o chassi.
  • Modelos fora de linha. Ter uma Emme que não é mais fabricada não significa ficar sem peça, mas pede mais pesquisa. Itens de manutenção costumam continuar fáceis; peças de acabamento e componentes exclusivos daquele modelo, nem tanto. O código do catálogo, a compatibilidade com outros modelos e os desmanches legalizados ajudam muito nessa busca.
  • Peças que servem em mais de um modelo. Fabricantes costumam usar a mesma peça em vários modelos e anos: filtros, lâmpadas, manetes, cabos e até componentes de motor. Isso ajuda a achar reposição e a comparar preço. Mas a semelhança visual engana. Só considere a troca entre modelos quando o código da peça for o mesmo ou a compatibilidade estiver confirmada no catálogo.
  • Original ou paralela. Peça original é a fornecida pelo fabricante da moto, com o código dele e a embalagem da marca. Paralela, ou de reposição, é feita por outras empresas para servir no mesmo lugar. Há paralelas muito boas e outras bem fracas. Em freio, direção e motor, prefira a original ou uma marca de reposição com boa reputação.
  • Leve a peça velha. Nada substitui comparar a peça nova com a velha. Fotografe a original instalada, anote o código e, se puder, leve a peça até a loja. Detalhes como posição de furos, encaixes e conectores mudam entre versões da mesma moto. Uma comparação rápida evitam troca, devolução e moto parada.

Como manter uma moto Emme

Cada modelo da Emme tem o seu plano de manutenção, com itens e intervalos próprios, que estão no manual do proprietário. O que muda pouco de um para outro são os cuidados gerais: onde fazer o serviço, como guardar o histórico, o que fazer quando há recall e quais peças pedem atenção constante.

  • Peças de desgaste. Pneus, pastilhas ou lonas de freio, kit de transmissão, cabos e, nas motos a combustão, óleo, filtros e vela se gastam com o uso e precisam de troca periódica. Acompanhe o estado deles entre uma revisão e outra. Deixar um item de desgaste passar do ponto costuma levar outra peça junto.
  • Concessionária ou oficina independente. Não existe resposta única. Oficina independente boa, com mecânico que conhece a Emme, pode fazer um serviço tão bom quanto a rede autorizada, e por menos. Já em motos novas, com garantia em vigor ou muita eletrônica, a concessionária leva vantagem em ferramentas e informação técnica. Pergunte a outros donos e veja como a oficina trata a sua moto.
  • Atualização de software. Motos mais novas, com injeção, ABS, modos de pilotagem e painel digital, dependem de software, e o fabricante pode lançar atualizações que corrigem falhas ou melhoram o funcionamento. Na revisão, pergunte se há atualização disponível para a sua moto. Em geral, ela é feita pela rede autorizada, com equipamento próprio.
  • Recall. Fabricantes convocam recalls quando descobrem um defeito relevante, e o reparo é gratuito. O aviso nem sempre chega, principalmente em moto usada. Faça você mesmo a consulta pelo número do chassi no site da Emme ou nos canais do órgão de defesa do consumidor e, se houver pendência, marque o atendimento na rede autorizada.
  • Scanner de injeção. Luz de injeção acesa no painel pede leitura da central, e isso exige scanner que converse com o sistema da Emme. Nem todo equipamento genérico funciona em todo modelo. Antes de deixar a moto, pergunte se a oficina faz a leitura e apaga os códigos ao fim do serviço. Diagnóstico certo evita troca de peça desnecessária.

Perguntas frequentes

Quantas motos Emme existem no catálogo?

O catálogo tem 2 modelos e 3 versões da Emme, de 1997 a 1999. A lista completa está nesta página.

Onde ver a tabela FIPE da Emme?

O valor FIPE muda conforme o modelo, a versão e o ano. Escolha o seu modelo na lista desta página, abra a versão e o ano certos e veja ali o valor de referência. Lembre que a FIPE é uma média de mercado: estado, quilometragem e histórico mudam o preço real.

Onde comprar peça da Emme?

As opções são a concessionária, para peça original, e as lojas de motopeças, físicas ou online, para original e reposição. Para não errar, veja primeiro a lista de peças compatíveis do seu modelo e ano aqui na página e leve o código da peça ou o número do chassi ao balcão.

Por que um modelo da Emme tem tantas versões?

Versões de um mesmo modelo podem mudar freios, ABS, partida, rodas, painel, acabamento e até motor. Por isso cada uma tem ficha e lista de peças próprias. Abra o modelo na lista desta página e compare as versões lado a lado para ver o que muda entre elas.

Posso fazer a revisão da Emme fora da concessionária?

Quem define isso são as condições de garantia do fabricante, descritas no manual ou no certificado da moto. Fora do período de garantia, você pode levar a moto onde preferir, de preferência a quem conhece a marca e segue o plano de manutenção do manual.

Que motos a Emme vende hoje no Brasil?

Os modelos da Emme estão todos na lista desta página, dos atuais aos fora de linha. Para saber se um deles continua à venda, abra o modelo e veja os anos de cada versão: o mais recente indica até quando ele foi oferecido no mercado brasileiro.