Motos Kymco
9 modelos e 10 versões vendidas no Brasil desde 1997, separados por tipo.
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Anunciar nesta páginaMotos street Kymco
Scooters Kymco
Ciclomotores (50 cc) Kymco
A Kymco no catálogo
Aqui estão os modelos da Kymco vendidos no Brasil, separados por tipo, para você achar logo o que interessa: moto de cidade, de estrada, de terra ou de passeio. Ao abrir um modelo, você vê as versões que ele teve e os anos de cada uma. Escolhida a versão e o ano, a página mostra a ficha técnica, as peças compatíveis e o valor na tabela FIPE, tudo no mesmo lugar.
São 10 versões da Kymco em 9 modelos, vendidas no Brasil entre 1997 e 2027; a cilindrada vai de 50 a 550 cc.
Modelos Kymco por tipo
Os modelos da Kymco por estilo de moto:
- Scooters: 7 versões em 6 modelos (Downtown 350, AK 550, Downtown 300, People GT 300, Agility 200, M'Boy 90).
- Ciclomotores (50 cc): 2 versões em 2 modelos (People 50, DJ 50).
- Motos street: 1 versão em 1 modelo (Zing 150).
Preços FIPE da linha atual Kymco
Na linha recente da Kymco, a FIPE de outubro de 2026 traz estes valores para o ano mais novo de cada versão:
- Downtown 350i 2027: R$ 36.983
- AK 550i Premium 2025: R$ 64.100
Peças mais comuns nas motos Kymco
As medidas mais comuns entre as motos Kymco do catálogo, contando as gerações que usam cada uma:
- Pneu traseiro: 160/60-15 (2); 150/70-13 (2); 120/80-16 (1).
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção (3).
Qual Kymco combina com você
Escolher bem começa pelo seu uso, não pelo catálogo. Uma Kymco perfeita para quem cruza a cidade todo dia pode ser a pior opção para quem pega estrada de terra, e o contrário também vale. Use estes critérios para separar os modelos que fazem sentido e depois compare as fichas lado a lado.
- Scooter para a cidade. Trânsito pesado é o terreno da scooter. Sem marchas para trocar, você só acelera e freia, e isso cansa bem menos ao fim do dia. O porta-objetos sob o banco e o escudo frontal são vantagens práticas que outras motos não têm. As de cilindrada maior aguentam também estrada, mas o forte de todas é o uso urbano.
- Peso e altura do banco. Não basta a moto andar bem: você precisa conseguir segurá-la parada, empurrar na garagem e levantar o descanso sem sofrimento. Compare o peso e a altura do banco nas fichas dos modelos que interessam. Para quem tem estatura menor, alguns centímetros de banco fazem diferença enorme, assim como alguns quilos a menos fazem diferença em manobra.
- Cilindrada e experiência. Mais cilindrada não é sinônimo de moto melhor, e sim de moto mais exigente. Quem está começando aprende mais rápido e com mais segurança numa moto leve e de resposta suave, que perdoa erros de acelerador e de freio. Subir de cilindrada depois, com prática acumulada, é o caminho que costuma dar certo e evita sustos logo no começo.
- Ciclomotor para trajetos curtos. Se os seus trajetos são curtos e tranquilos, o ciclomotor resolve com o mínimo de custo. Ele não foi feito para rodovia, e o desempenho deixa isso claro. Em troca, estaciona em qualquer canto e gasta muito pouco. Lembre que hoje ele precisa de registro, placa e habilitação adequada, então pergunte no Detran antes.
- Vai levar garupa?. Moto que leva gente todo dia precisa de banco largo, pedaleira em boa altura e alça firme para o passageiro. Precisa também de motor e freio que deem conta de dois adultos. Nas versões esportivas, o lugar de trás geralmente é pequeno e alto; nas de uso geral e de viagem, o conforto do garupa entra no projeto.
- Custo de manter, não só de comprar. O preço de compra é só o começo. Pneus, pastilhas, kit de transmissão, revisões, seguro e consumo pesam mês a mês, e crescem com o porte da moto. Moto pequena, com peças de giro rápido no mercado, sai barata de manter; moto grande e cheia de eletrônica pede mais. Faça essa conta antes de fechar, e não depois.
Peças para motos Kymco: como comprar certo
Entre a peça original, a paralela e a recondicionada há diferenças de preço, de qualidade e de garantia, e cada uma tem o seu lugar. O que vale para todas é identificar a moto com precisão antes de comprar. Estes cuidados servem para qualquer modelo da Kymco listado nesta página.
- Código no catálogo do fabricante. Toda peça original tem um código no catálogo do fabricante, e ele é o jeito mais seguro de comprar certo. O código costuma vir gravado na própria peça ou na etiqueta da embalagem. Com ele em mãos, você compara a original com as paralelas equivalentes e evita a confusão entre versões parecidas.
- Número do chassi. Modelo e ano às vezes não bastam, porque a Kymco pode mudar uma peça no meio da produção. O chassi tira essa dúvida: ele aponta a versão e o lote da sua moto. Você encontra o número no documento e gravado no quadro, geralmente perto da coluna de direção. Informe o chassi ao vendedor e compre com segurança.
- Preço bom demais. Peça muito mais barata que a média do mercado merece desconfiança. Pode ser falsificada, com embalagem imitando a original, ou de qualidade muito inferior. Em pastilha, disco, corrente e componentes de motor, a economia vira prejuízo rápido. Compare preços em lojas conhecidas e olhe com atenção embalagem, acabamento e etiqueta.
- Peça recondicionada. Recondicionada é a peça usada que passou por reparo e voltou a funcionar, como um motor de partida rebobinado ou uma pinça de freio com reparo novo. Pode ser uma saída econômica, sobretudo para peça cara ou difícil de achar. Exija informação sobre o que foi refeito e garantia por escrito de quem vendeu.
- Leve a peça velha. Nada substitui comparar a peça nova com a velha. Fotografe a original instalada, anote o código e, se puder, leve a peça até a loja. Detalhes como posição de furos, encaixes e conectores mudam entre versões da mesma moto. Uma comparação rápida evitam troca, devolução e moto parada.
Manutenção da sua Kymco: o que vale saber
Uma Kymco bem cuidada dura mais, gasta menos e vale mais na hora de vender. O segredo não está em nenhum produto milagroso, e sim em seguir o manual, escolher bem quem mexe na moto e guardar o histórico. Abaixo, o que pesa na manutenção dos modelos da marca.
- Ferramentas específicas. Alguns serviços pedem ferramentas próprias, como sacadores, travas de motor, chaves especiais e torquímetro. Fazer sem elas costuma terminar em peça danificada ou montagem fora do especificado. Se você mexe na própria moto, saiba até onde ir; para serviços mais delicados, procure quem tem o ferramental certo.
- Óleo e fluidos indicados. Use os fluidos com a especificação que o manual indica para o seu modelo. Nas motos a combustão, o óleo do motor tem viscosidade e norma definidas, e as de embreagem banhada pedem produto próprio para isso. Fluido de freio e líquido de arrefecimento também têm especificação. O produto errado encurta a vida do sistema, mesmo que pareça funcionar.
- Atualização de software. Motos mais novas, com injeção, ABS, modos de pilotagem e painel digital, dependem de software, e o fabricante pode lançar atualizações que corrigem falhas ou melhoram o funcionamento. Na revisão, pergunte se há atualização disponível para a sua moto. Em geral, ela é feita pela rede autorizada, com equipamento próprio.
- Manual do proprietário. Antes de perguntar no grupo ou na oficina, consulte o manual da sua Kymco. Ele diz o que revisar e quando, qual óleo e qual fluido usar, a pressão dos pneus e os limites de carga. Comprou usada e veio sem manual? Procure a versão digital no site do fabricante ou peça na concessionária.
Perguntas frequentes
Quantas motos Kymco existem no catálogo?
O catálogo tem 9 modelos e 10 versões da Kymco, de 1997 a 2027. A lista completa está nesta página.
Qual a Kymco de menor preço?
Entre as versões com ano-modelo recente, a de menor valor na FIPE de outubro de 2026 é a Downtown 350i 2027, com R$ 36.983.
Qual a diferença entre as versões de um modelo Kymco?
Fabricantes costumam oferecer o mesmo modelo com níveis de equipamento diferentes e atualizá-lo ao longo dos anos. Isso muda freios, eletrônica, acabamento e peças. Ao abrir um modelo nesta página, você vê as versões e os anos de cada uma, com a ficha e as peças específicas.
Como saber se a minha Kymco tem recall?
A consulta é feita com o chassi da moto, no site do fabricante ou nos canais oficiais de defesa do consumidor, que reúnem as campanhas de recall. Havendo pendência, agende o reparo, que não tem custo. Em moto usada, o aviso pode não ter chegado ao dono atual.
Posso usar peça de outro modelo da Kymco na minha moto?
Muitas vezes, sim: fabricantes repetem peças entre modelos que dividem motor, quadro ou componentes. Mas não dá para ir pela aparência. Confirme pelo código do catálogo ou pela lista de peças compatíveis de cada versão nesta página, que mostra quando uma mesma peça atende modelos diferentes.
A Kymco tem scooter?
A Kymco tem scooters no catálogo, e elas aparecem reunidas no grupo de scooters da lista de modelos desta página. Abra cada uma para ver as versões, os anos, a ficha com cilindrada e peso, as peças compatíveis e o valor FIPE, e compare as que combinam com o seu uso.






