Motos MVK
18 modelos e 20 versões vendidas no Brasil desde 2000, separados por tipo.
Lojas e oficinas de motos MVK
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para motos MVK. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaMotos street MVK
Motonetas (cub) MVK
Motos trail MVK
Motos off-road MVK
Motos custom MVK
Quadriciclos MVK
A MVK no catálogo
Esta é a página de entrada da MVK no catálogo. Os modelos aparecem agrupados por tipo, e cada um leva às suas versões e aos anos em que foi vendido. É nesse nível, versão e ano, que estão os dados que mais ajudam na hora de comprar, vender ou fazer manutenção: ficha técnica, peças compatíveis e valor FIPE. Se você já sabe o modelo, vá direto a ele; se não sabe, os guias abaixo ajudam a escolher.
São 20 versões da MVK em 18 modelos, vendidas no Brasil entre 2000 e 2013; a cilindrada vai de 50 a 320 cc.
Modelos MVK por tipo
Por tipo, a MVK se divide assim no catálogo:
- Motos street: 7 versões em 6 modelos (Street 150, Black Star, Super X, Foxx 100, Halley, MA 100-3B).
- Motos custom: 4 versões em 4 modelos (Halley, Jurasic 300, Fenix Gold, Spyder).
- Quadriciclos: 3 versões em 3 modelos (Sport 150, Big Force 250, Simba 50).
- Motos off-road: 2 versões em 2 modelos (BRX 140, XRT 110).
- Motonetas (cub): 2 versões em 2 modelos (Fox 110, Go 100).
- Motos trail: 2 versões em 2 modelos (Dual 200, MA 125-GY).
Qual MVK combina com você
Escolher bem começa pelo seu uso, não pelo catálogo. Uma MVK perfeita para quem cruza a cidade todo dia pode ser a pior opção para quem pega estrada de terra, e o contrário também vale. Use estes critérios para separar os modelos que fazem sentido e depois compare as fichas lado a lado.
- Categoria da habilitação. Para motos, scooters e motonetas, a habilitação é a da categoria A. Ciclomotores têm regra própria, que aceita a categoria A ou uma autorização específica, e quadriciclos registrados para rua costumam exigir outra categoria. Como as regras mudam, confirme no Detran do seu estado o que vale para o veículo que você quer antes de comprar.
- Vai levar garupa?. Se a garupa for frequente, olhe o tamanho e o formato do banco traseiro, a posição das pedaleiras do passageiro e a existência de alças para ele se segurar. Motor com pouca folga sente o peso extra em subida e ultrapassagem. Algumas motos são pensadas para levar duas pessoas com conforto; outras mal acomodam o passageiro.
- Custo de manter, não só de comprar. O preço de compra é só o começo. Pneus, pastilhas, kit de transmissão, revisões, seguro e consumo pesam mês a mês, e crescem com o porte da moto. Moto pequena, com peças de giro rápido no mercado, sai barata de manter; moto grande e cheia de eletrônica pede mais. Faça essa conta antes de fechar, e não depois.
- Comece pelo uso principal. Pense no trajeto que você vai fazer na maior parte dos dias, e não na viagem que talvez aconteça uma vez por ano. Quem roda no trânsito urbano precisa de agilidade e economia; quem pega rodovia todo dia precisa de fôlego e conforto; quem enfrenta chão batido precisa de suspensão. Escolher pelo uso raro costuma sair caro no uso diário.
- Três ou quatro rodas. Se você precisa levar carga, trabalhar em propriedade rural ou quer estabilidade parado, vale olhar os modelos de três e quatro rodas da MVK. Eles não se comportam como uma moto, e as curvas pedem treino. Confirme na ficha se o veículo pode circular em via pública e pergunte no Detran qual categoria é necessária.
- Trail para quem pega terra. Se o asfalto acaba no seu caminho, ou se a rua é cheia de buraco, olhe as trails da MVK. Suspensão de curso longo, roda dianteira maior e pneus de uso misto encaram estrada de chão sem castigar o piloto. O banco é mais alto que o de uma street, então confira a altura na ficha antes de decidir.
Peças MVK: original, paralela e o que conferir
Entre a peça original, a paralela e a recondicionada há diferenças de preço, de qualidade e de garantia, e cada uma tem o seu lugar. O que vale para todas é identificar a moto com precisão antes de comprar. Estes cuidados servem para qualquer modelo da MVK listado nesta página.
- Número do chassi. Modelo e ano às vezes não bastam, porque a MVK pode mudar uma peça no meio da produção. O chassi tira essa dúvida: ele aponta a versão e o lote da sua moto. Você encontra o número no documento e gravado no quadro, geralmente perto da coluna de direção. Passe o chassi ao vendedor e compre com segurança.
- Leve a peça velha. Nada substitui comparar a peça nova com a velha. Fotografe a original instalada, anote o código e, se puder, leve a peça até a loja. Detalhes como posição de furos, encaixes e conectores mudam entre versões da mesma moto. Dois minutos de comparação evitam troca, devolução e moto parada.
- Peças importadas. Alguns modelos usam peças que vêm de fora, e isso pode significar prazo maior e preço mais alto, principalmente nas específicas de motos de maior porte. Antes de comprar, pergunte o prazo de entrega e se a peça já está no país. Para itens que você troca com frequência, vale ter um de reserva.
- Nota fiscal e garantia. Peça comprada sem nota fiscal não tem garantia na prática: se falhar, você não tem como reclamar. Peça a nota sempre, guarde junto com o registro da manutenção e pergunte o prazo de garantia antes de pagar. Em peça instalada por oficina, a nota do serviço também ajuda caso algo dê errado.
- Ano-modelo e ano de fabricação. O documento traz dois anos: o de fabricação, em que a moto foi produzida, e o ano-modelo, que define a linha a que ela pertence. Uma moto fabricada num ano pode ser modelo do ano seguinte. Na hora de comprar peça, o que manda é o ano-modelo, e quando houver dúvida, o chassi.
Cuidando de uma MVK no dia a dia
Uma MVK bem cuidada dura mais, gasta menos e vale mais na hora de vender. O segredo não está em nenhum produto milagroso, e sim em seguir o manual, escolher bem quem mexe na moto e guardar o histórico. Abaixo, o que pesa na manutenção dos modelos da marca.
- Atualização de software. Motos mais novas, com injeção, ABS, modos de pilotagem e painel digital, dependem de software, e o fabricante pode lançar atualizações que corrigem falhas ou melhoram o funcionamento. Na revisão, pergunte se há atualização disponível para a sua moto. Em geral, ela é feita pela rede autorizada, com equipamento próprio.
- Uso severo muda o plano. Quem trabalha com a moto, roda em estrada de terra ou faz só trajetos curtos no anda e para está, na prática, em uso severo. Muitos manuais trazem intervalos mais curtos para essa situação. Consulte a sua tabela e seja honesto sobre o uso real: seguir o plano errado é economizar hoje para gastar mais depois.
- Manual do proprietário. Antes de perguntar no grupo ou na oficina, consulte o manual da sua MVK. Ele diz o que revisar e quando, qual óleo e qual fluido usar, a pressão dos pneus e os limites de carga. Comprou usada e veio sem manual? Busque a versão digital no site do fabricante ou peça na concessionária.
- Ferramentas específicas. Alguns serviços pedem ferramentas próprias, como sacadores, travas de motor, chaves especiais e torquímetro. Fazer sem elas costuma terminar em peça danificada ou montagem fora do especificado. Se você mexe na própria moto, saiba até onde ir; para serviços mais delicados, procure quem tem o ferramental certo.
- Recall. Recall é a convocação feita pelo fabricante para corrigir um defeito que pode afetar a segurança, sem custo para o dono. Para saber se a sua moto foi convocada, consulte pelo chassi a área de recall no site do fabricante ou os canais do órgão de defesa do consumidor. Vale checar também ao comprar usada.
Perguntas frequentes
Quantas motos MVK existem no catálogo?
O catálogo tem 18 modelos e 20 versões da MVK, de 2000 a 2013. A lista completa está nesta página.
Posso fazer a revisão da MVK fora da concessionária?
Quem define isso são as condições de garantia do fabricante, descritas no manual ou no certificado da moto. Fora do período de garantia, você pode levar a moto onde preferir, de preferência a quem conhece a marca e segue o plano de manutenção do manual.
Onde encontrar peças para moto MVK?
Peças originais estão na rede autorizada da marca, e as de reposição, em lojas de motopeças e lojas online. Comece abrindo o seu modelo, versão e ano nesta página para ver as peças compatíveis. Na compra, informe o chassi ou o código da peça e peça nota fiscal.
Quais modelos da MVK ainda são vendidos?
A lista desta página reúne os modelos da MVK vendidos no Brasil, incluindo os que já saíram de linha. Ao abrir cada modelo, os anos das versões mostram em que período ele foi oferecido. Assim você sabe quais estão em produção e quais só existem no mercado de usadas.
Qual moto MVK é boa para estrada de chão?
A MVK tem modelos para piso ruim, que aparecem nos grupos de trail ou off-road da lista desta página. As trails servem para uso misto, cidade e terra; as off-road são para trilha e competição. Abra cada uma para ver suspensão, altura do banco e se ela pode rodar na rua.



