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Motos Piaggio

16 modelos e 19 versões vendidas no Brasil desde 1998, separados por tipo.

Lojas e oficinas de motos Piaggio

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Scooters Piaggio

Ciclomotores (50 cc) Piaggio

Triciclos Piaggio

A Piaggio no catálogo

Pesquisando uma Piaggio? Comece pelo tipo de moto que faz sentido para o seu uso e veja, dentro dele, os modelos que a marca oferece ou já ofereceu por aqui. Cada modelo se abre em versões e anos, porque uma mesma moto muda bastante ao longo do tempo. No ano certo você encontra a ficha completa, a lista de peças que servem nela e o preço de referência da FIPE.

No catálogo, a Piaggio tem 16 modelos e 19 versões, de 1998 a 2025, com motores de 49 a 530 cc.

Modelos Piaggio por tipo

Os modelos da Piaggio por estilo de moto:

  • Scooters: 12 versões em 11 modelos (Beverly 400, Liberty 150, MP3 530, Beverly 350, MP3 300, MP3 500 e outros).
  • Triciclos: 4 versões em 2 modelos (Ape Cargo, Ape City).
  • Ciclomotores (50 cc): 3 versões em 3 modelos (NRG, Zip, Runner).

Quanto custam as Piaggio recentes

Versões com ano-modelo recente e o valor na FIPE (outubro de 2026), da mais em conta para a mais cara:

Peças mais comuns nas motos Piaggio

Nas gerações da Piaggio com a ficha preenchida, estas são as referências que mais se repetem. Peças assim costumam ser fáceis de achar:

  • Bateria: 12V 10Ah (YTX12-BS) (2); 12V 12Ah (YTX14-BS / CTX14-BS) (1); 12V 10Ah (selada) (1).
  • Pneu traseiro: 150/70-14 66S (3).
  • Vela: NGK CR7EKB (2).
  • Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção (3); 1,5 L na troca com filtro (1,7 L a seco; viscosidade não conferida) (2); SAE 5W-40 sintético API SL/JASO MA2 (1).

Qual Piaggio combina com você

Escolher bem começa pelo seu uso, não pelo catálogo. Uma Piaggio perfeita para quem cruza a cidade todo dia pode ser a pior opção para quem pega estrada de terra, e o contrário também vale. Use estes critérios para separar os modelos que fazem sentido e depois compare as fichas lado a lado.

  • Categoria da habilitação. Na dúvida sobre qual documento você precisa para pilotar, pergunte ao Detran antes de comprar. Em geral, moto, scooter e motoneta pedem categoria A; ciclomotor tem uma autorização própria, que também pode ser substituída pela A; quadriciclo segue outra lógica. Saber disso cedo evita comprar um veículo que você ainda não pode conduzir.
  • Comece pelo uso principal. Pense no trajeto que você vai fazer na maior parte dos dias, e não na viagem que talvez aconteça uma vez por ano. Quem roda no trânsito urbano precisa de agilidade e economia; quem pega rodovia todo dia precisa de fôlego e conforto; quem enfrenta chão batido precisa de suspensão. Escolher pelo uso raro costuma sair caro no uso diário.
  • Scooter para a cidade. Trânsito pesado é o terreno da scooter. Sem marchas para trocar, você só acelera e freia, e isso cansa bem menos ao fim do dia. O porta-objetos sob o banco e o escudo frontal são vantagens práticas que outras motos não têm. As de cilindrada maior também encaram estrada, mas o forte de todas é o uso urbano.
  • Custo de manter, não só de comprar. O preço de compra é só o começo. Pneus, pastilhas, kit de transmissão, revisões, seguro e consumo pesam mês a mês, e crescem com o porte da moto. Moto pequena, com peças de giro rápido no mercado, sai barata de manter; moto grande e cheia de eletrônica pede mais. Faça essa conta antes de fechar, e não depois.
  • Ciclomotor para trajetos curtos. Se os seus trajetos são curtos e tranquilos, o ciclomotor resolve com o mínimo de custo. Ele não foi feito para rodovia, e o desempenho deixa isso claro. Em troca, estaciona em qualquer canto e gasta muito pouco. Lembre que hoje ele precisa de registro, placa e habilitação adequada, por isso confirme no Detran antes.
  • Vai levar garupa?. Se a garupa for frequente, olhe o tamanho e o formato do banco traseiro, a posição das pedaleiras do passageiro e a existência de alças para ele se segurar. Motor com pouca folga sente o peso extra em subida e ultrapassagem. Algumas motos são pensadas para levar duas pessoas com conforto; outras mal acomodam o passageiro.

Comprando peça para a sua Piaggio

Entre a peça original, a paralela e a recondicionada há diferenças de preço, de qualidade e de garantia, e cada uma tem o seu lugar. O que vale para todas é identificar a moto com precisão antes de comprar. Estes cuidados servem para qualquer modelo da Piaggio listado nesta página.

  • Peças que servem em mais de um modelo. Fabricantes costumam usar a mesma peça em vários modelos e anos: filtros, lâmpadas, manetes, cabos e até componentes de motor. Isso ajuda a achar reposição e a comparar preço. Mas a semelhança visual engana. Só considere a troca entre modelos quando o código da peça for o mesmo ou a compatibilidade estiver confirmada no catálogo.
  • Número do chassi. Modelo e ano às vezes não bastam, porque a Piaggio pode mudar uma peça no meio da produção. O chassi tira essa dúvida: ele aponta a versão e o lote da sua moto. Você encontra o número no documento e gravado no quadro, geralmente perto da coluna de direção. Informe o chassi ao vendedor e compre com segurança.
  • Ano-modelo e ano de fabricação. Não confunda ano de fabricação com ano-modelo. Os dois aparecem no documento e podem ser diferentes, porque muitas motos saem da fábrica já como modelo do ano seguinte. Peças são catalogadas pelo ano-modelo, e é por ele que você deve navegar nesta página. Se os dois anos diferirem, confirme pelo chassi.
  • Peças de motos elétricas. Nas motos elétricas, bateria de tração, controlador e motor elétrico são peças caras e, muitas vezes, exclusivas do modelo. Compre pelo canal indicado pelo fabricante ou com código confirmado, e desconfie de baterias genéricas sem especificação clara. Uma bateria incompatível pode danificar o sistema e anular a garantia da moto.

Manutenção da sua Piaggio: o que vale saber

Manter uma moto em dia tem menos a ver com gastar muito e mais com fazer as coisas certas no momento certo. O manual diz o que trocar e quando; a oficina certa faz o serviço do jeito previsto; e o seu registro prova tudo isso na revenda. Estes pontos valem para qualquer modelo da Piaggio.

  • Uso severo muda o plano. Trânsito pesado, poeira, chuva, trajetos muito curtos, carga constante e trabalho com a moto o dia inteiro são considerados uso severo em muitos manuais. Nesses casos, os intervalos recomendados ficam menores. Se esse é o seu caso, veja no manual se há uma tabela própria e siga essa, não a de uso normal.
  • Recall. Fabricantes convocam recalls quando descobrem um defeito relevante, e o reparo é gratuito. O aviso nem sempre chega, principalmente em moto usada. Faça você mesmo a consulta pelo número do chassi no site da Piaggio ou nos canais do órgão de defesa do consumidor e, se houver pendência, agende o atendimento na rede autorizada.
  • Scanner de injeção. Luz de injeção acesa no painel pede leitura da central, e isso exige scanner que converse com o sistema da Piaggio. Nem todo equipamento genérico funciona em todo modelo. Antes de deixar a moto, pergunte se a oficina faz a leitura e apaga os códigos ao fim do serviço. Diagnóstico certo evita troca de peça desnecessária.
  • Cuidados com motos elétricas. Moto elétrica não troca óleo, mas não é moto sem manutenção. Pneus, freios, suspensão e transmissão seguem o plano do manual, e a bateria tem cuidados próprios: carga com o equipamento original, nada de deixá-la zerada por semanas e atenção a conectores e fiação. Serviço no sistema de alta tensão é para oficina preparada.

Perguntas frequentes

Quantos modelos a Piaggio tem no Brasil?

O catálogo tem 16 modelos e 19 versões da Piaggio, de 1998 a 2025. A lista completa está nesta página.

Qual a Piaggio de menor preço?

Entre as versões com ano-modelo recente, a de menor valor na FIPE de outubro de 2026 é a Liberty 150 2025, com R$ 24.089.

Qual moto Piaggio escolher para começar?

O melhor começo costuma ser uma moto leve, de cilindrada baixa e fácil de apoiar os pés no chão. Filtre pelos modelos de entrada da Piaggio na lista desta página e confira nas fichas o peso e a altura do banco de cada versão antes de escolher.

Por que um modelo da Piaggio tem tantas versões?

Fabricantes costumam oferecer o mesmo modelo com níveis de equipamento diferentes e atualizá-lo ao longo dos anos. Isso muda freios, eletrônica, acabamento e peças. Ao abrir um modelo nesta página, você vê as versões e os anos de cada uma, com a ficha e as peças específicas.

Onde consultar recall de moto Piaggio?

A consulta é feita com o chassi da moto, no site do fabricante ou nos canais oficiais de defesa do consumidor, que reúnem as campanhas de recall. Havendo pendência, agende o reparo, que não tem custo. Em moto usada, o aviso pode não ter chegado ao dono atual.

Onde encontrar peças para moto Piaggio?

Peças originais estão na rede autorizada da marca, e as de reposição, em lojas de motopeças e lojas online. Comece abrindo o seu modelo, versão e ano nesta página para ver as peças compatíveis. Na compra, informe o chassi ou o código da peça e peça nota fiscal.