Motos Riguete
1 modelo e 12 versões vendidas no Brasil desde 2006, separados por tipo.
Lojas e oficinas de motos Riguete
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para motos Riguete. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaTriciclos Riguete
A Riguete no catálogo
Aqui estão os modelos da Riguete vendidos no Brasil, separados por tipo, para você achar logo o que interessa: moto de cidade, de estrada, de terra ou de passeio. Ao abrir um modelo, você vê as versões que ele teve e os anos de cada uma. Escolhida a versão e o ano, a página mostra a ficha técnica, as peças compatíveis e o valor na tabela FIPE, tudo no mesmo lugar.
São 12 versões da Riguete em 1 modelos, vendidas no Brasil entre 2006 e 2026; a cilindrada vai de 1.600 a 1.800 cc.
Modelos Riguete por tipo
Os modelos da Riguete por estilo de moto:
- Triciclos: 12 versões em 1 modelo (TRC-01).
Preços FIPE da linha atual Riguete
Versões com ano-modelo recente e o valor na FIPE (outubro de 2026), da mais em conta para a mais cara:
- TRC-01 RGT-5 1.6 2026: R$ 111.565
Escolhendo uma Riguete: o que pesa na decisão
Escolher bem começa pelo seu uso, não pelo catálogo. Uma Riguete perfeita para quem cruza a cidade todo dia pode ser a pior opção para quem pega estrada de terra, e o contrário também vale. Use estes critérios para separar os modelos que fazem sentido e depois compare as fichas lado a lado.
- Custo de manter, não só de comprar. O preço de compra é só o começo. Pneus, pastilhas, kit de transmissão, revisões, seguro e consumo pesam mês a mês, e crescem com o porte da moto. Moto pequena, com peças de giro rápido no mercado, sai barata de manter; moto grande e cheia de eletrônica pede mais. Faça essa conta antes de fechar, e não depois.
- Três ou quatro rodas. Se você precisa levar carga, trabalhar em propriedade rural ou quer estabilidade parado, vale olhar os modelos de três e quatro rodas da Riguete. Eles não se comportam como uma moto, e as curvas pedem treino. Confirme na ficha se o veículo pode circular em via pública e pergunte no Detran que habilitação é necessária.
- Vai levar garupa?. Moto que leva gente todo dia precisa de banco largo, pedaleira em boa altura e alça firme para o passageiro. Precisa também de motor e freio que deem conta de dois adultos. Nas versões esportivas, o lugar de trás geralmente é pequeno e alto; nas de uso geral e de viagem, o conforto do garupa entra no projeto.
- Cilindrada e experiência. Se você acabou de tirar a habilitação, olhe primeiro os modelos de entrada da Riguete. Potência sobrando, nas mãos de quem ainda não domina frenagem e curva, vira risco, não diversão. Para quem já roda há anos, aí sim faz sentido pensar em motor maior. Ganhe confiança numa moto mais mansa e troque quando sentir que ela ficou pequena.
- Peso e altura do banco. Não basta a moto andar bem: você precisa conseguir segurá-la parada, empurrar na garagem e levantar o descanso sem sofrimento. Compare o peso e a altura do banco nas fichas dos modelos que interessam. Para quem tem estatura menor, alguns centímetros de banco fazem diferença enorme, assim como alguns quilos a menos fazem diferença em manobra.
- Categoria da habilitação. Para motos, scooters e motonetas, a habilitação é a da categoria A. Ciclomotores têm regra própria, que aceita a categoria A ou uma autorização específica, e quadriciclos registrados para rua costumam exigir outra categoria. Como as regras mudam, confirme no Detran do seu estado o que vale para o veículo que você quer antes de comprar.
Comprando peça para a sua Riguete
Entre a peça original, a paralela e a recondicionada há diferenças de preço, de qualidade e de garantia, e cada uma tem o seu lugar. O que vale para todas é identificar a moto com precisão antes de comprar. Estes cuidados servem para qualquer modelo da Riguete listado nesta página.
- Nota fiscal e garantia. Guarde a nota de toda peça que entrar na moto. Ela comprova procedência, garante o direito de troca em caso de defeito e ainda valoriza a moto na revenda, porque mostra o cuidado do dono. Pergunte qual a garantia antes de comprar e evite vendedor que não emite nota.
- Código no catálogo do fabricante. Toda peça original tem um código no catálogo do fabricante, e ele é o jeito mais seguro de comprar certo. O código costuma vir gravado na própria peça ou na etiqueta da embalagem. Com ele em mãos, você compara a original com as paralelas equivalentes e evita a confusão entre versões parecidas.
- Original ou paralela. Peça original é a fornecida pelo fabricante da moto, com o código dele e a embalagem da marca. Paralela, ou de reposição, é feita por outras empresas para servir no mesmo lugar. Há paralelas muito boas e outras bem fracas. Em freio, direção e motor, prefira a original ou uma marca de reposição com boa reputação.
- Ano-modelo e ano de fabricação. Não confunda ano de fabricação com ano-modelo. Os dois aparecem no documento e podem ser diferentes, porque muitas motos saem da fábrica já como modelo do ano seguinte. Peças são catalogadas pelo ano-modelo, e é por ele que você deve navegar nesta página. Se os dois anos diferirem, use o chassi.
- Peça recondicionada. Recondicionada é a peça usada que passou por reparo e voltou a funcionar, como um motor de partida rebobinado ou uma pinça de freio com reparo novo. Pode ser uma saída econômica, sobretudo para peça cara ou difícil de achar. Exija informação sobre o que foi refeito e garantia por escrito de quem vendeu.
Como manter uma moto Riguete
Manter uma moto em dia tem menos a ver com gastar muito e mais com fazer as coisas certas no momento certo. O manual diz o que trocar e quando; a oficina certa faz o serviço do jeito previsto; e o seu registro prova tudo isso na revenda. Estes pontos valem para qualquer modelo da Riguete.
- Ferramentas específicas. Alguns serviços pedem ferramentas próprias, como sacadores, travas de motor, chaves especiais e torquímetro. Fazer sem elas costuma terminar em peça danificada ou montagem fora do especificado. Se você mexe na própria moto, saiba até onde ir; para serviços mais delicados, procure quem tem o ferramental certo.
- Uso severo muda o plano. Trânsito pesado, poeira, chuva, trajetos muito curtos, carga constante e trabalho com a moto o dia inteiro são considerados uso severo em muitos manuais. Nesses casos, os intervalos recomendados ficam menores. Se esse é o seu caso, veja no manual se há uma tabela própria e siga essa, não a de uso normal.
- Peças de desgaste. Pneus, pastilhas ou lonas de freio, kit de transmissão, cabos e, nas motos a combustão, óleo, filtros e vela se gastam com o uso e precisam de troca periódica. Acompanhe o estado deles entre uma revisão e outra. Deixar um item de desgaste passar do ponto costuma levar outra peça junto.
- Óleo e fluidos indicados. Trocar no prazo não basta; o fluido precisa ser o certo. O manual da Riguete informa o tipo de fluido de freio e, quando há, o de arrefecimento. Nos modelos a combustão, traz também viscosidade e norma do óleo, e motos com embreagem no óleo pedem produto adequado. Na dúvida, mostre o manual na hora da compra e confira o rótulo.
- Manual do proprietário. O manual traz o plano de manutenção, os intervalos de troca, os fluidos indicados, a calibragem dos pneus e os cuidados específicos do modelo. Muita gente nunca abre, e é justamente ali que estão as respostas para boa parte das dúvidas. Se você perdeu o seu, muitos fabricantes disponibilizam o manual no site oficial.
Perguntas frequentes
Quantos modelos a Riguete tem no Brasil?
O catálogo tem 1 modelos e 12 versões da Riguete, de 2006 a 2026. A lista completa está nesta página.
Qual a moto Riguete mais barata?
Entre as versões com ano-modelo recente, a de menor valor na FIPE de outubro de 2026 é a TRC-01 RGT-5 1.6 2026, com R$ 111.565.
Qual o modelo da Riguete mais barato de manter?
Depende do modelo e do uso, mas a regra costuma valer: moto menor, mais leve e com menos eletrônica gasta menos com pneus, freios, transmissão e revisões. A lista de modelos da Riguete nesta página leva à ficha e às peças compatíveis de cada versão, o que ajuda a fazer a conta.
Posso fazer a revisão da Riguete fora da concessionária?
Quem define isso são as condições de garantia do fabricante, descritas no manual ou no certificado da moto. Fora do período de garantia, você pode levar a moto onde preferir, de preferência a quem conhece a marca e segue o plano de manutenção do manual.
Quanto vale uma moto Riguete na FIPE?
Cada versão e cada ano da Riguete tem o seu valor na tabela FIPE, e ele aparece na página do ano, a partir da lista de modelos aqui. Use esse número como referência para negociar, sabendo que o estado da moto pode puxar o preço para cima ou para baixo.
Como descobrir o ano-modelo de uma Riguete?
Olhe o documento: ali aparecem o ano de fabricação e o ano-modelo, que nem sempre coincidem. O ano-modelo é o que vale para escolher a versão nesta página, ver a ficha, as peças e a FIPE. Na falta do documento, o chassi gravado no quadro identifica a moto.