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Bomba de óleo de moto

Qual bomba de óleo serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a página da peça na sua moto.

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Lojas que vendem bomba de óleo de moto

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Bomba de óleo por moto

Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.

Bomba de óleo de reposição por modelo

Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.

Para que serve a bomba de óleo da sua moto

A bomba de óleo do motor é quem faz o óleo andar. Ela puxa o óleo do fundo do cárter, passando antes por uma tela que segura as sujeiras maiores, e empurra esse óleo com pressão pelas galerias até o virabrequim, o comando de válvulas e o cabeçote.

Na maioria das motos quatro tempos, a bomba fica dentro do motor e é movida por uma engrenagem ligada ao giro do virabrequim: girou o motor, girou a bomba. Nas dois tempos, o nome se repete, mas a peça é outra: a bomba de óleo 2T dosa o óleo do reservatório para ser queimado com a gasolina.

Como saber se a bomba de óleo está falhando

Estes são os avisos mais comuns de que o óleo não está circulando ou sendo dosado como deveria. Se algum deles aparecer, olhe o nível do óleo primeiro e, persistindo, procure a oficina.

  • Luz de óleo acesa com o motor ligado. A luz de óleo, quando a moto tem, não é aviso para depois. Com o motor ligado, ela pode indicar pressão de óleo baixa, nível no fim ou defeito no próprio sensor. Desligue, verifique o nível e, se não resolver, leve de reboque.
  • Motor esquentando além do normal. Calor fora do comum, mesmo com o nível do óleo correto, pode ser lubrificação deficiente. A oficina avalia arrefecimento, mistura e ponto, e a circulação do óleo entra na lista quando o resto está em ordem.
  • Motor engripou ou travou. Depois de um engripamento, o reparo não termina no pistão ou no cilindro. É preciso descobrir por que faltou lubrificação, e a bomba de óleo é uma das primeiras peças a avaliar. Sem isso, o motor reformado corre o mesmo risco.
  • Motor aberto para reparo. Retífica, troca de pistão ou reparo interno são o momento de avaliar a bomba de óleo, com o motor já desmontado. Folgas, riscos, engrenagem e tela são avaliados ali, sem desmontagem extra.

Bomba de óleo certa: o que olhar no balcão

Antes de pedir a peça, tenha em mãos o modelo, o ano e, se possível, o código da peça que está no manual de peças ou gravado nela. O resto se resolve na comparação.

  • Aplicação por modelo e ano. A mesma moto pode ter usado bombas diferentes ao longo dos anos, e modelos diferentes às vezes dividem a mesma bomba. A aplicação precisa citar o seu modelo e a faixa de anos certa.
  • Comparação com a bomba velha. Coloque a peça nova ao lado da antiga e compare furos de fixação, carcaça, encaixe do eixo e passagens de óleo. Diferença pequena já impede a montagem correta.
  • Juntas e anéis de vedação. Pergunte o que acompanha a peça. Muitas bombas vêm sem a junta da tampa e sem os anéis das passagens de óleo. Sem vedação nova, a montagem pode vazar ou perder pressão por dentro, onde ninguém vê.
  • Procedência e nota fiscal. Bomba de óleo de qualidade ruim pode ter folga fora da especificação ou material que gasta rápido, e o defeito aparece só no motor. Compre em loja de confiança, com nota fiscal e garantia.

Troca da bomba de óleo passo a passo

Mesmo sendo serviço de oficina, vale saber como a troca acontece. Assim você entende o orçamento e sabe o que perguntar.

  1. Confirme o diagnóstico. O primeiro passo é ter certeza de que o problema é a bomba. Óleo vencido, tela entupida, sensor de pressão com defeito ou ar na linha 2T causam sintomas parecidos e custam bem menos para resolver.
  2. Chegue até a bomba. Na quatro tempos, a bomba costuma ficar atrás de uma tampa lateral ou no cárter, às vezes atrás da embreagem. Na dois tempos, a bomba 2T fica por fora, sob uma tampa menor.
  3. Compare e prepare a bomba nova. A bomba nova é colocada ao lado da antiga para conferir encaixe e furação. Depois, recebe óleo limpo por dentro antes da montagem, para não girar seca na primeira partida: óleo do motor na quatro tempos, óleo 2T na dois tempos.
  4. Monte com vedações novas e aperto do manual. Juntas e anéis novos, engrenagens e pinos alinhados, parafusos no torque do manual e em sequência cruzada. As roscas são de alumínio, e aperto exagerado deforma a carcaça da bomba e prejudica a vedação.
  5. Verifique a lubrificação antes de rodar. Motor ligado em marcha lenta, sem acelerar. Se houver luz de óleo, ela apaga em instantes. Só depois de confirmar que o óleo está circulando, ou sendo dosado na 2T, a moto sai para o teste.

Peça na nota o que foi trocado além da bomba: junta, anéis, tela, engrenagem. Guarde a nota, porque é a garantia do serviço. E se a luz de óleo acender ou surgir ruído novo depois da troca, desligue e volte à oficina sem rodar.

Cuidados que protegem a bomba de óleo

Cuidar da bomba é cuidar do óleo e do caminho que ele percorre. São hábitos simples, que protegem o motor inteiro.

  • Mantenha o óleo no nível. Com óleo de menos, a bomba pode puxar ar em curvas, freadas e subidas, e o motor fica sem pressão por instantes. Na dois tempos, o cuidado é não deixar o reservatório de óleo 2T chegar ao fim.
  • Use o óleo da especificação. A bomba e as folgas do motor foram pensadas para o óleo indicado no manual. Óleo grosso demais demora a circular na partida a frio; fino demais pode não segurar a pressão quente. Na 2T, vale a classe de óleo pedida.
  • Aqueça o motor com calma. Logo após a partida, o óleo ainda está frio e chegando aos pontos mais altos. Evite giro alto nos primeiros minutos e saia rodando devagar em vez de acelerar parado. Isso poupa o motor no momento de menor lubrificação.
  • Leve a luz de óleo a sério. Se a sua moto tem luz de óleo, ela é o aviso mais direto de que a bomba ou o nível não estão dando conta. Luz acesa com o motor ligado significa parar, desligar e investigar antes de seguir.

Erros comuns com a bomba de óleo

Antes de trocar a bomba de óleo, ou de mandar trocar, conheça os erros que mais aparecem na oficina.

  • Trocar a bomba sem achar a causa. Comprar a bomba porque a luz acendeu, sem medir pressão nem olhar a tela, é um palpite caro. Em muitos casos o defeito estava no sensor, no óleo ou na sujeira do circuito.
  • Montar a bomba seca. Bomba sem óleo por dentro pode demorar a puxar na primeira partida, e o motor gira esses segundos sem lubrificação. Encher ou lubrificar a bomba antes de montar é parte obrigatória do serviço.
  • Reaproveitar juntas e anéis. A junta da tampa e os anéis das passagens se deformam na primeira montagem. Reaproveitados, podem vazar por fora ou, pior, por dentro, onde o óleo volta ao cárter sem pressão e ninguém percebe.
  • Ignorar a luz de óleo. Seguir rodando "só até em casa" com a luz de óleo acesa pode custar o motor. Pare, desligue e chame reboque se o nível estiver normal e a luz não apagar.

Perguntas frequentes

Bomba de óleo dá defeito com frequência?

Não é uma peça que costuma falhar sozinha. Na maioria dos casos, ela sofre por óleo vencido, nível baixo, tela entupida ou sujeira no circuito. Por isso, antes da troca, vale descobrir o que levou a bomba a perder eficiência.

Como testar a bomba de óleo da moto?

O mecânico mede a pressão do óleo e compara com o manual, ou verifica se o óleo chega ao cabeçote. Na 2T com bomba, o reservatório precisa baixar com o uso. Fazer o teste por conta, com motor aberto, é arriscado.

A luz de óleo acendeu. O que eu faço?

Não rode. Nas motos que têm essa luz, ela indica pressão de óleo baixa ou nível no fim. Alguns minutos assim podem danificar o motor. Verifique o nível e, se a luz não apagar, chame reboque.

Dá para trocar a bomba de óleo em casa?

Recomendamos deixar com a oficina. Além da desmontagem, o serviço pede diagnóstico antes e verificação de pressão depois. Na dois tempos, a sangria e a regulagem da bomba 2T também exigem conhecimento do manual.