Motos Bee
4 modelos e 5 versões vendidas no Brasil desde 2015, separados por tipo.
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Anunciar nesta páginaScooters Bee
Ciclomotores (50 cc) Bee
Bee: visão geral
Aqui estão os modelos da Bee vendidos no Brasil, separados por tipo, para você achar logo o que interessa: moto de cidade, de estrada, de terra ou de passeio. Ao abrir um modelo, você vê as versões que ele teve e os anos de cada uma. Escolhida a versão e o ano, a página mostra a ficha técnica, as peças compatíveis e o valor na tabela FIPE, tudo no mesmo lugar.
No catálogo, a Bee tem 4 modelos e 5 versões, de 2015 a 2020, com motores de 50 a 200 cc.
Que tipo de moto a Bee faz
Por tipo, a Bee se divide assim no catálogo:
- Scooters: 4 versões em 3 modelos (Monaco, Royale, 200 GT).
- Ciclomotores (50 cc): 1 versão em 1 modelo (Bee 50).
Como escolher entre os modelos da Bee
Não existe a melhor Bee; existe a que encaixa no seu dia a dia, no seu corpo e no seu bolso. Pense no trajeto mais comum, em quem vai com você na garupa e em quanto quer gastar para manter a moto. Com isso claro, a escolha entre os modelos fica bem mais simples.
- Cilindrada e experiência. Mais cilindrada não é sinônimo de moto melhor, e sim de moto mais exigente. Quem está começando aprende mais rápido e com mais segurança numa moto leve e de resposta suave, que perdoa erros de acelerador e de freio. Subir de cilindrada depois, com prática acumulada, é o caminho que costuma dar certo e evita sustos logo no começo.
- Peso e altura do banco. Na ficha de cada modelo estão o peso e a altura do banco, dois números que dizem muito sobre o dia a dia. Moto pesada cansa nas manobras e no estacionamento; banco alto demais tira a segurança de apoiar os pés no chão. Se puder, sente na moto antes de decidir e veja se alcança o chão com tranquilidade.
- Vai levar garupa?. Moto que leva gente todo dia precisa de banco largo, pedaleira em boa altura e alça firme para o passageiro. Precisa também de motor e freio que deem conta de dois adultos. Nas versões esportivas, o lugar de trás costuma ser pequeno e alto; nas de uso geral e de viagem, o conforto do garupa entra no projeto.
- Categoria da habilitação. Para motos, scooters e motonetas, a habilitação é a da categoria A. Ciclomotores têm regra própria, que aceita a categoria A ou uma autorização específica, e quadriciclos registrados para rua costumam exigir outra categoria. Como as regras mudam, confirme no Detran do seu estado o que vale para o veículo que você quer antes de comprar.
- Ciclomotor para trajetos curtos. Para ir ao trabalho, à escola ou ao comércio do bairro, um ciclomotor da Bee pode bastar. É leve, simples e de manutenção barata, mas tem velocidade limitada e não serve para via rápida nem estrada. Antes de comprar, confirme no Detran a documentação e a habilitação exigidas para circular com ele.
- Comece pelo uso principal. Pense no trajeto que você vai fazer na maior parte dos dias, e não na viagem que talvez aconteça uma vez por ano. Quem roda no trânsito urbano precisa de agilidade e economia; quem pega rodovia todo dia precisa de fôlego e conforto; quem enfrenta chão batido precisa de suspensão. Escolher pelo uso raro costuma sair caro no uso diário.
- Custo de manter, não só de comprar. Antes de se apaixonar por um modelo, pergunte quanto custa rodar com ele: troca de pneus, freios, transmissão, revisão no intervalo do manual e seguro. Esses gastos variam muito entre os modelos da Bee. As fichas de cada um, na lista desta página, e as peças compatíveis ajudam a ter uma ideia do que vem pela frente.
Peças para motos Bee: como comprar certo
Cada modelo da Bee tem a sua lista de peças compatíveis, que você encontra abrindo a versão e o ano certos na lista acima. Antes de fechar a compra, porém, alguns cuidados evitam a peça que não encaixa, a que dura pouco e a que veio de procedência duvidosa.
- Original ou paralela. A diferença entre original e paralela não é só o preço. A original segue exatamente o projeto da Bee; a de reposição, feita por terceiros, pode ser equivalente ou ficar abaixo disso, dependendo do fabricante. Para itens de acabamento, uma paralela de qualidade costuma bastar. Para itens de segurança, economizar raramente compensa.
- Nota fiscal e garantia. Guarde a nota de toda peça que entrar na moto. Ela comprova procedência, garante o direito de troca em caso de defeito e ainda valoriza a moto na revenda, porque mostra o cuidado do dono. Pergunte qual a garantia antes de comprar e desconfie de vendedor que não emite nota.
- Ano-modelo e ano de fabricação. Não confunda ano de fabricação com ano-modelo. Os dois aparecem no documento e podem ser diferentes, porque muitas motos saem da fábrica já como modelo do ano seguinte. Peças são catalogadas pelo ano-modelo, e é por ele que você deve navegar nesta página. Se os dois anos diferirem, confirme pelo chassi.
- Peça recondicionada. Nem toda peça precisa ser nova. Componentes caros, como bombas, motores de partida e algumas centrais, às vezes são recuperados e revendidos com preço menor. O ponto é saber quem fez o serviço, o que foi trocado e qual a garantia. Recondicionada sem procedência não passa de peça usada com outro nome.
- Código no catálogo do fabricante. Quando a dúvida é se a peça serve, o código do catálogo da Bee resolve. Ele aparece na peça antiga, na embalagem ou no catálogo consultado pelo balcão da concessionária. As lojas de reposição costumam cruzar esse número com os seus próprios códigos. Anote-o sempre que trocar uma peça importante.
Como manter uma moto Bee
Manter uma moto em dia tem menos a ver com gastar muito e mais com fazer as coisas certas no momento certo. O manual diz o que trocar e quando; a oficina certa faz o serviço do jeito previsto; e o seu registro prova tudo isso na revenda. Estes pontos valem para qualquer modelo da Bee.
- Manual do proprietário. Antes de perguntar no grupo ou na oficina, consulte o manual da sua Bee. Ele diz o que revisar e quando, qual óleo e qual fluido usar, a pressão dos pneus e os limites de carga. Comprou usada e veio sem manual? Procure a versão digital no site do fabricante ou peça na concessionária.
- Concessionária ou oficina independente. A concessionária tem mecânicos treinados pelo fabricante, ferramentas específicas e acesso direto a peças e atualizações. A oficina independente costuma cobrar menos e pode ser excelente, desde que conheça a marca e trabalhe com o manual. Durante a garantia, siga o que ela exige; depois, escolha pela competência, não só pelo preço.
- Peças de desgaste. Pneus, pastilhas ou lonas de freio, kit de transmissão, cabos e, nas motos a combustão, óleo, filtros e vela se gastam com o uso e precisam de troca periódica. Acompanhe o estado deles entre uma revisão e outra. Deixar um item de desgaste passar do ponto costuma levar outra peça junto.
- Recall. Recall é a convocação feita pelo fabricante para corrigir um defeito que pode afetar a segurança, sem custo para o dono. Para saber se a sua moto foi convocada, consulte pelo chassi a área de recall no site do fabricante ou os canais do órgão de defesa do consumidor. Vale checar também ao comprar usada.
- Ferramentas específicas. Serviço bem feito depende de ferramenta certa. Regulagem de válvulas, sincronismo, sangria de freio com ABS e montagem de rolamentos, por exemplo, exigem equipamento e torque corretos. Pergunte à oficina se ela tem o necessário para a sua Bee. Gambiarra em mecânica de moto raramente sai barato.
Perguntas frequentes
Quantas motos Bee existem no catálogo?
O catálogo tem 4 modelos e 5 versões da Bee, de 2015 a 2020. A lista completa está nesta página.
Posso fazer a revisão da Bee fora da concessionária?
Quem define isso são as condições de garantia do fabricante, descritas no manual ou no certificado da moto. Fora do período de garantia, você pode levar a moto onde preferir, de preferência a quem conhece a marca e segue o plano de manutenção do manual.
Por que um modelo da Bee tem tantas versões?
Fabricantes costumam oferecer o mesmo modelo com níveis de equipamento diferentes e atualizá-lo ao longo dos anos. Isso muda freios, eletrônica, acabamento e peças. Ao abrir um modelo nesta página, você vê as versões e os anos de cada uma, com a ficha e as peças específicas.
Quais são as scooters da Bee?
As scooters da Bee estão todas no grupo de scooters da lista de modelos aqui na página. Cada uma leva às suas versões e anos, com ficha técnica, peças e FIPE. Compare cilindrada, peso e espaço sob o banco para escolher a que serve melhor ao seu trajeto.
Onde ver a tabela FIPE da Bee?
O valor FIPE muda conforme o modelo, a versão e o ano. Escolha o seu modelo na lista desta página, abra a versão e o ano certos e veja ali o valor de referência. Lembre que a FIPE é uma média de mercado: estado, quilometragem e histórico mudam o preço real.
Qual a melhor Bee para iniciante?
O melhor começo costuma ser uma moto leve, de cilindrada baixa e fácil de apoiar os pés no chão. Filtre pelos modelos de entrada da Bee na lista desta página e confira nas fichas o peso e a altura do banco de cada versão antes de escolher.

