Sensor de temperatura da Honda Bros 160
A peça certa para cada versão e ano da Bros 160, de 2015 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 4 versões
- 4 gerações
- 2015–2026
Sensor de temperatura de reposição
1 código
- Modelo
- Honda Bros 160
- Anos
- 2015 a 2026
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com sensor de temperatura para a Honda Bros 160
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura sensor de temperatura para a Honda Bros 160. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaSensor de temperatura por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| NXR 160 Bros (2025-2026) | 2025–2026 |
| NXR 160 Bros ESDD | 2015–2024 |
| NXR 160 Bros (2016-2018) | 2016–2018 |
| NXR 160 Bros ESD | 2015–2016 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O sensor de temperatura da Honda Bros 160: versão por versão
O sensor de temperatura da Honda Bros 160 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da Bros 160 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
Sensor de temperatura de reposição para a Honda Bros 160
São 1 código de sensor de temperatura de reposição para a Honda Bros 160, de SMARTFOX.
Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Todos os anos | |||
| FIT10133 | Sensor de temperatura bizi Titan / Fan / BROS15-160 | SMARTFOX | |
| FIT10133 | Sensor de temperatura bizi Titan / Fan / BROS15-160 | SMARTFOX | |
Para que serve o sensor de temperatura da Bros 160
Pequeno, rosqueado no motor e com um conector de um ou dois fios, o sensor de temperatura passa despercebido até começar a informar errado. E ele raramente para de vez: o mais comum é passar a mandar um valor falso, como motor sempre frio ou sempre quente. O sistema acredita no que recebe e ajusta tudo em cima dessa informação.
Se o sensor diz que o motor está frio quando ele já aqueceu, a mistura fica rica, o consumo sobe e a moto pode ficar difícil de pegar quente. Se ele diz que o motor está quente logo cedo, falta combustível na partida e a moto morre nas primeiras voltas. Nas motos com radiador, ainda existe o risco de a ventoinha não ligar no trânsito.
O que muda no sensor de temperatura da Bros 160
A Bros 160 2015–2026 é uma trail de 163 cc. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.
Na Bros 160, sem radiador, a temperatura que a central usa vem do óleo. Óleo baixo ou muito velho atrapalha a leitura e o próprio arrefecimento do motor, então manter o óleo em dia ajuda o sensor a fazer o trabalho dele.
Com injeção eletrônica, o scanner é o melhor amigo do diagnóstico. Ele mostra, em tempo real, a temperatura que a central está recebendo. Se o valor com a moto fria estiver longe da temperatura ambiente, o sensor ou o circuito dele estão errados.
Quando desconfiar do sensor de temperatura
Vários destes sintomas também aparecem com bico sujo, corpo de borboleta sujo ou bateria fraca. Eles servem para levantar a suspeita; a confirmação vem com a leitura do sensor no scanner ou com medição.
- Marcador de temperatura estranho. Ponteiro ou barras que não sobem nunca, ou que pulam para o máximo e voltam, raramente mostram a temperatura real. Antes de concluir que o motor está esquentando, peça para medir o sensor e o circuito.
- Luz de injeção acesa. Luz de injeção acesa com código ligado ao circuito de temperatura aponta para o sensor, o conector ou a fiação. Só o scanner mostra isso. Vale lembrar que sensor que informa errado, mas dentro da faixa, nem sempre acende a luz.
- Falha depois de chuva ou lavagem. Água no conector muda a leitura do sensor e pode acender a luz de anomalia por algumas horas. Se o defeito tem relação com umidade, comece pelo plugue e pelos fios antes de comprar um sensor novo.
- Marcha lenta fora do normal. Rotação de marcha lenta que não se acomoda quando o motor esquenta é um dos sinais mais comuns. Corpo de borboleta sujo e entrada falsa de ar dão sintomas parecidos, por isso o scanner ajuda a separar uma causa da outra.
Como escolher o sensor de temperatura certo para a Bros 160
O caminho mais seguro é comprar pela aplicação: modelo, ano e o código da peça. Nas lojas, o sensor costuma ser vendido avulso, às vezes com a arruela de vedação, e listado por modelo e faixa de anos.
- Modelo, ano e chassi. Os catálogos listam o sensor por modelo e faixa de anos, muitas vezes agrupando motos que usam a mesma peça. Com modelo, ano e chassi em mãos, o vendedor confirma se a sua está no grupo certo.
- Código da peça. Antes de ir à loja, anote o que estiver gravado no sensor velho. Com o código, o balconista encontra a peça equivalente sem depender só da foto ou do nome do anúncio.
- Qual sensor é o da sua moto. Sensor da injeção, sensor do painel e interruptor da ventoinha podem ser três peças diferentes na mesma moto. Peça ao balconista para localizar no catálogo qual delas corresponde à posição que você vai mexer.
- Arruela e vedação. Saiba como o seu sensor veda antes de sair da loja. Arruela reaproveitada ou anel ressecado são a principal causa de vazamento logo depois da troca.
Troca do sensor de temperatura passo a passo
Veja como o serviço deve ser feito, do diagnóstico ao teste com o motor quente. A sequência ajuda a perceber quando alguma etapa foi pulada.
- Confirmar o defeito. Com o motor frio, a temperatura lida pelo scanner deve ficar perto da temperatura ambiente. Ligando a moto, ela precisa subir de forma contínua, sem saltos. Também se mede a resistência do sensor e se olha o conector e os fios.
- Motor frio e bateria desligada. Nada de pressa: com o motor frio, o fluido não está sob pressão e a rosca não está dilatada. Com o negativo da bateria fora, o conector pode ser solto sem gerar falhas na central nem faíscas no chicote.
- Chegar ao sensor e soltar o conector. Conforme a moto, é preciso tirar tampas, carenagens ou o tanque. O conector é solto pela trava, nunca puxando pelos fios. Terminais oxidados são limpos com produto para contato elétrico.
- Preparar a perda de fluido. Deixe pano, recipiente e o sensor novo ao alcance. Quanto mais rápida a troca, menos fluido se perde. Óleo ou líquido no pneu traseiro deixa a borracha escorregadia, então limpe tudo antes de rodar.
- Retirar o sensor velho. O sensor sai com chave ou soquete do tamanho certo, de preferência fino, para pegar bem o sextavado. Se estiver preso, pouca força e paciência: a rosca do motor é de alumínio e espana com facilidade.
- Limpar a sede e instalar o novo. A sede é limpa, e o sensor novo entra com arruela nova ou com o vedante que o manual indica. Ele é rosqueado com a mão até o fim e depois apertado conforme o manual. Aperto demais trinca o sensor ou estraga a rosca.
- Repor o óleo ou o líquido. Com o conector de volta no lugar e travado, o nível é refeito. Nas motos com radiador, o líquido indicado no manual é completado e o sistema é sangrado. Nas que leem o óleo, verifica-se o nível pela vareta ou pelo visor.
- Testar com o motor quente. Com o scanner, os códigos antigos são apagados e a leitura do sensor é acompanhada enquanto o motor aquece. A marcha lenta deve baixar aos poucos, e a ventoinha, quando existir, precisa ligar na hora certa. Por fim, procura-se vazamento.
Se os sintomas continuarem com o sensor novo, a causa pode estar na fiação, no conector, na válvula termostática ou em outro sensor. Volte à oficina com a nota da peça e a do serviço, e peça para comparar a leitura com a temperatura real do motor.
Cuidados que protegem o sensor de temperatura
Boa parte das falhas atribuídas ao sensor nasce no conector, na fiação ou no fluido em que ele trabalha. Estes cuidados evitam a maioria delas.
- Leitura com scanner na revisão. Uma leitura rápida da central nas revisões mostra códigos guardados e permite comparar a temperatura informada com a real. Um sensor começando a desviar aparece ali antes de dar sintoma.
- Lavagem longe do conector. Água parada no plugue oxida os terminais e causa falhas que vão e voltam. Lave com mangueira em baixa pressão perto do motor e evite apontar a água direto para a parte elétrica.
- Fiação presa e longe do calor. Depois de qualquer serviço perto do motor, olhe se o chicote voltou para o lugar. Fio solto encostando no cabeçote resseca, racha e acaba dando curto ou leitura falsa.
Erros que fazem a troca do sensor de temperatura dar errado
Antes de mexer no sensor, conheça os erros que deixam a moto pior do que estava ou colocam o motor em risco.
- Desligar o sensor para enganar a central. Há quem desconecte ou altere o sensor para a moto ficar com mistura mais rica. Na prática, a central entra em modo de emergência, a luz acende, o consumo sobe e a ventoinha pode deixar de funcionar como deveria.
- Abrir com o motor quente. É o erro mais perigoso da lista. Fluido quente espirrando causa queimadura séria, e a rosca dilatada ainda tem mais chance de espanar.
- Trocar sem medir. Partida ruim, marcha lenta instável e consumo alto têm muitas causas. Sem comparar a leitura do sensor com a temperatura real, a troca vira tentativa e erro, e o defeito continua lá.
Perguntas frequentes
Para que serve o sensor de temperatura do motor?
É a peça que informa ao sistema eletrônico a temperatura do motor, lendo o óleo ou o líquido de arrefecimento, conforme a moto. Nas injetadas, a central usa essa informação para ajustar a mistura e a marcha lenta; em muitas motos, ela também comanda o painel e a ventoinha.
Como testar o sensor de temperatura?
Dá. Com o sensor desconectado, mede-se a resistência com o motor frio e depois quente, comparando com a tabela do manual de serviço. Na maioria, a resistência cai conforme a temperatura sobe. Em moto injetada, o scanner mostra a leitura em tempo real.
Luz da injeção acesa pode ser o sensor de temperatura?
Pode. Quando o sinal sai da faixa esperada, a central grava um código e acende a luz. Mas a luz acende por muitos motivos, e só o scanner mostra qual. Mesmo com código de temperatura, vale olhar conector e fiação antes de trocar a peça.
Qual a diferença entre sensor de temperatura do óleo e do motor?
A função é a mesma: medir a temperatura do motor. Muda onde a peça fica. Em motos com radiador, em geral ela lê o líquido de arrefecimento; em muitas arrefecidas a ar, lê o óleo. Para comprar, vale a aplicação do seu modelo, não o nome do anúncio.