Bateria da Yamaha Factor 125
A medida de cada versão e ano da Factor 125, de 2000 a 2025, com o guia para escolher e trocar.
- 9 versões
- 9 gerações
- 2000–2025
Bateria que serve
12V 5,5Ah (12N5.5-3B)
- Modelo
- Yamaha Factor 125
- Anos
- 2000 a 2025
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com bateria para a Yamaha Factor 125
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Anunciar nesta páginaBateria por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Factor 125i ED | 2017–2025 | em conferência |
| YBR 125 Factor E | 2009–2016 | em conferência |
| YBR 125 Factor ED | 2009–2016 | em conferência |
| YBR 125 Factor K | 2009–2016 | em conferência |
| YBR 125 Factor Pro E | 2014 | em conferência |
| YBR 125 Factor Pro K | 2014 | em conferência |
| YBR 125 E | 2000–2008 | 12V 5,5Ah (12N5.5-3B) |
| YBR 125 ED | 2002–2008 | 12V 5,5Ah (12N5.5-3B) conferido |
| YBR 125 K | 2001–2008 | em conferência |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
A bateria da Yamaha Factor 125: versão por versão
Em todas as versões e anos da Yamaha Factor 125 com a medida na ficha, a bateria é a mesma: 12V 5,5Ah (12N5.5-3B).
O que a medida diz: a tensão é de 12 volts; a capacidade é de 5,5 Ah (ampère-hora), a quantidade de energia que a bateria guarda; o código 12N5 resume tamanho, capacidade e posição dos polos, e é por ele que a loja encontra as equivalentes.
O que a bateria faz na Factor 125
A bateria guarda a energia que a moto precisa enquanto o motor está desligado e entrega a força do primeiro giro: é dela que sai a corrente para o motor de partida, para o painel, para a buzina e, com a moto parada, para as luzes. Com o motor funcionando, quem passa a alimentar a parte elétrica é o sistema de carga (o estator, também chamado de bobina do magneto, e o regulador retificador), que ao mesmo tempo devolve à bateria a carga gasta na partida.
Por isso a bateria trabalha em ciclos: descarrega um pouco a cada partida e recarrega rodando. Quando ela já não segura carga, o primeiro sinal costuma aparecer justamente na hora de ligar a moto.
O que muda na bateria da Factor 125
A Factor 125 2000–2025 é uma street de 124 cc. A partida é elétrica, só no botão. Com injeção eletrônica, a Factor 125 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável.
Motos injetadas são mais sensíveis à bateria fraca do que as carburadas. Se a Factor 125 gira e não pega, ou pega e apaga, a bateria é o primeiro item a medir antes de mexer na injeção.
Sinais de que a bateria da Factor 125 está no fim
Estes são os sinais mais comuns de bateria fraca. Quanto mais deles aparecem juntos, mais perto da troca ela está.
- Buzina e pisca fracos com o motor desligado. Com a chave ligada e o motor parado, a buzina sai rouca e o pisca fica lento. Como nesse momento tudo depende só da bateria, a fraqueza aparece mais claramente do que com o motor ligado.
- Clique sem giro. O relé de partida estala, mas nada gira. Bateria descarregada é a causa mais comum, mas um terminal solto ou zinabrado produz o mesmo sintoma. Limpar e apertar os polos é o primeiro teste, e é de graça.
- Injeção que falha na partida. Com injeção eletrônica, a partida depende de tensão estável para a central, a bomba e os bicos. Quando a bateria cai de tensão no giro, a moto pode girar sem pegar. A bateria é o primeiro item a medir nesse caso.
- Caixa estufada ou trincada. Laterais abauladas, tampa levantada ou trinca na caixa são sinais de dano interno. Não carregue e não continue usando: troque a bateria e peça para medir a tensão de carga, porque o regulador pode estar mandando tensão demais.
- Idade da bateria. Bateria é peça de desgaste com prazo: com o passar dos anos as placas perdem capacidade, mesmo com bons cuidados. Saber a data da última troca ajuda a decidir se o problema é a bateria ou outra coisa.
- Painel que apaga ou reinicia. Na hora da partida, as luzes do painel piscam, o relógio volta a zero ou o painel digital reinicia. É sinal de que a tensão está caindo demais quando a carga aumenta, típico de bateria cansada.
Bateria certa: o que olhar na loja
A escolha fica fácil quando você leva as informações certas para a loja. Com elas, dá para comparar marcas e tipos sem errar a aplicação.
- Tamanho e encaixe. Meça o compartimento ou compare com a bateria velha: comprimento, largura e altura. Bateria que não encaixa no suporte fica solta, sofre com a vibração e pode encostar em peças metálicas.
- Tensão. Quase todas as motos atuais usam 12 volts. Algumas motos antigas e de baixa cilindrada usavam 6 volts. Tensão diferente não serve, mesmo que a bateria caiba no suporte.
- Código do modelo da bateria. Anote o código que vem na etiqueta da bateria original. Ele resume tamanho, capacidade e polaridade, e é por ele que o vendedor encontra a equivalente em outras marcas.
- Data de fabricação. Pergunte a data de fabricação ou procure o código de data na caixa. Uma bateria que ficou muito tempo na prateleira pode chegar à moto já enfraquecida.
- Posição dos polos. Duas baterias do mesmo tamanho podem ter o positivo de lados opostos. Se os cabos da moto não alcançam ou ficam esticados, a bateria não serve. Repare de que lado fica o positivo na bateria antiga.
Trocando a bateria em casa: o jeito certo
Não precisa de oficina para trocar a bateria, mas precisa de atenção. Siga a sequência e trabalhe com a chave desligada.
- Desligue tudo. Chave desligada e retirada do contato. Se a moto tiver alarme, desative-o antes, para ele não disparar quando a bateria for desligada.
- Abra o compartimento. Ache a bateria: na maioria das motos ela fica sob o banco ou atrás de uma tampa lateral. Solte as fixações com calma para não quebrar travas plásticas.
- Solte primeiro o negativo. A regra de ouro: negativo primeiro. Com o negativo solto, a ferramenta pode encostar em qualquer parte metálica sem gerar faísca ao mexer no positivo.
- Depois o positivo. Com o negativo fora, desconecte o positivo, solte a cinta que prende a bateria e retire-a em pé. Em bateria convencional, solte também a mangueira de respiro.
- Limpe os terminais dos cabos. Terminal oxidado prejudica até bateria nova. Escove até ver o metal limpo e confira se os cabos não estão ressecados ou rachados.
- Instale a nova e ligue o positivo. Na montagem a ordem se inverte: posicione e fixe a bateria, ligue o positivo e só então o negativo. Aperte firme, sem forçar a ponto de espanar a rosca do polo.
- Proteja os polos. Com tudo apertado, uma película de vaselina nos terminais ajuda a evitar zinabre. Não esqueça a capa de borracha do positivo: ela impede curto com o banco ou com a tampa.
- Teste antes de fechar. Ligue a chave, confira painel, luzes e buzina e dê a partida. Só depois recoloque banco e tampas. Acerte o relógio, se o painel tiver.
Se a moto continuar com partida fraca com a bateria nova, o problema pode estar no sistema de carga, no motor de partida ou nos cabos. Nesse caso, vale uma avaliação na oficina. E lembre-se de deixar a bateria velha na loja: ela precisa de descarte correto.
Cuidados que aumentam a vida da bateria
Não dá para evitar o desgaste, mas dá para retardá-lo. O que mais pesa é como a moto é usada e guardada.
- Mantenha os polos limpos e firmes. Terminal frouxo esquenta, oxida e derruba a corrente da partida. Uma olhada a cada revisão resolve.
- Cuidado com acessórios. Alarme, carregador de celular, faróis auxiliares e rastreador consomem energia. Acessório mal instalado, ligado direto na bateria sem passar pela chave, pode descarregá-la com a moto parada.
- Nada de carga rápida. Carga rápida com corrente alta, como a de bateria de carro, aquece e encurta a vida da bateria de moto. A recarga deve ser lenta, com corrente baixa.
- Peça para testar o sistema de carga. Bateria nova que dura pouco quase sempre tem um culpado: o sistema de carga. Uma medição simples com multímetro mostra se a carga está na faixa certa.
Erros comuns com a bateria
Alguns erros parecem pequenos, mas custam uma bateria nova. Vale conhecer os mais comuns.
- Abrir bateria selada. Bateria selada não aceita reposição de água. Forçar as tampas para completar nível estraga a vedação e pode causar vazamento.
- Dar chupeta com o carro ligado. Com o motor do carro ligado, o alternador pode gerar picos de tensão que a parte elétrica da moto não foi feita para receber. Se precisar de chupeta, faça com o motor do carro desligado e só pelo tempo da partida.
- Pegar no tranco com frequência. O tranco faz a moto pegar, mas a bateria continua fraca. Repetir isso todo dia só adia o problema.
- Comprar só pelo preço ou pela capacidade. Bateria barata de tamanho ou polaridade errada não serve, e uma de capacidade bem menor deixa a moto na mão. O critério é a aplicação, não o preço.
Perguntas frequentes
Qual a medida da bateria da Factor 125?
Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é 12V 5,5Ah (12N5.5-3B).
A bateria nova descarregou em poucos dias. O que pode ser?
Quase sempre é a moto, não a bateria: regulador retificador ou estator que não carregam, ou algum consumo escondido com a chave desligada. Peça para medir a tensão de carga e a fuga de corrente.
Bateria selada precisa de água?
Não. A bateria selada é fechada de fábrica e não aceita reposição. Só as convencionais, com tampas e respiro, precisam de nível conferido e completado com água destilada.
Como guardar a moto sem perder a bateria?
O ideal é usar um carregador de manutenção. Sem ele, desligue o cabo negativo e recarregue a bateria de tempos em tempos com carregador de moto. Moto parada com a bateria ligada costuma descarregar por completo, o que reduz a vida da bateria.
Bateria estufada é perigosa?
Deve ser trocada logo. O inchaço indica que a bateria superaqueceu ou foi sobrecarregada; insistir pode causar vazamento de ácido. Teste o sistema de carga para não estragar a substituta.