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Comando de válvulas da Yamaha Fazer 250

A peça certa para cada versão e ano da Fazer 250, de 2006 a 2026, com o guia para escolher e trocar.

  • 6 versões
  • 7 gerações
  • 2006–2026

Comando de válvulas de reposição

1 código

Modelo
Yamaha Fazer 250
Anos
2006 a 2026

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com comando de válvulas para a Yamaha Fazer 250

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura comando de válvulas para a Yamaha Fazer 250. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Comando de válvulas por versão e ano

VersãoAnos
Fazer FZ25 Connected2025–2026
Fazer FZ252018–2024
Fazer FZ25 Capitã Marvel2021–2023
Fazer FZ25 Pantera Negra2021–2023
Fazer FZ25 Thor2023
YS 250 Fazer2011–2017
YS 250 Fazer2006–2010

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O comando de válvulas da Yamaha Fazer 250: versão por versão

Na Fazer 250, o comando de válvulas é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Comando de válvulas de reposição para a Yamaha Fazer 250

São 1 código de comando de válvulas de reposição para a Yamaha Fazer 250, de SMARTFOX.

São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
FIT9759Arvore comando Fazer 250/ Lander 250/ Tenere 250SMARTFOX
FIT9759Arvore comando Fazer 250/ Lander 250/ Tenere 250SMARTFOX

Códigos desta lista que servem em outros modelos: Yamaha Lander 250, Yamaha Ténéré 250.

Árvore de comando da Fazer 250: o que ela faz

Pense no comando como a partitura do motor. O virabrequim dá o ritmo, a corrente leva esse ritmo até o cabeçote, e a árvore de comando, com seus ressaltos, diz a cada válvula, de admissão ou de escape, a hora exata de abrir e de fechar.

É uma peça robusta, que dura muito com óleo em dia. O desgaste aparece com falta de lubrificação, folga de válvulas esquecida ou balancim e tucho já ruins. O ressalto vai sendo rebaixado aos poucos, a regulagem não para no lugar e o motor perde rendimento. Quase sempre há aviso antes, em forma de barulho no cabeçote.

Como o comando de válvulas trabalha na Fazer 250

Para entender o comando de válvulas desta moto, vale olhar a ficha: a Fazer 250 é uma street de 249 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Com injeção eletrônica, a Fazer 250 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Há filtro de óleo de troca, que vai junto com o óleo nas revisões.

A Fazer 250 depende do vento e do óleo para resfriar o cabeçote. Isso deixa o barulho do comando bem audível, sem camisa de água abafando, e torna a troca de óleo no prazo a melhor proteção da árvore.

Na Fazer 250, que é injetada, a central foi programada para o comando de fábrica. Um comando bravo muda a forma como o motor respira, e sem acerto da injeção a moto pode ficar irregular e acender a luz de falha. Depois de qualquer troca, vale pedir a leitura com scanner.

Como saber se a árvore de comando precisa de troca

O desgaste do comando é lento e silencioso no começo. Fique atento a estes sinais, porque pegar o problema cedo costuma poupar balancins, tuchos e o próprio cabeçote.

  • Engrenagem do comando com dentes gastos. A engrenagem presa na árvore recebe a corrente. Dentes afinados, pontudos ou com formato de gancho mostram desgaste e podem deixar a corrente pular, tirando o motor do ponto.
  • Folga de válvula que cresce rápido. Regulagem que dura pouco é sinal de desgaste em andamento. O ressalto vai sendo comido, a distância até a válvula aumenta e a folga abre de novo, mesmo com o parafuso firme na contraporca.
  • Rolamento com folga ou ronco. Quando o comando trabalha em rolamentos, eles também cansam. Rolamento áspero ou com folga muda a posição do eixo, aumenta o barulho e acelera o desgaste dos ressaltos.
  • Marcha lenta irregular e partida difícil. Quando uma válvula abre menos que a outra, o motor fica desequilibrado em baixa: a lenta oscila, a moto morre no semáforo e a partida a frio exige mais tentativas.

Como escolher o comando de válvulas certo para a Fazer 250

Comando de válvulas se compra pela aplicação, nunca pelo olho. Motores parecidos, e até anos diferentes do mesmo modelo, podem usar árvores diferentes. Estes são os pontos que importam.

  • Com rolamentos ou sem rolamento. Nos motores em que o comando gira em rolamentos, existem árvores vendidas com os rolamentos já prensados e outras sem rolamento. Rolamento velho com folga num comando novo é economia que não compensa.
  • Completa com engrenagem ou só o eixo. Algumas árvores vêm completas, com a engrenagem montada; outras vêm só como eixo, e a engrenagem velha é reaproveitada. Se a engrenagem está gasta, a versão completa costuma ser o caminho mais simples.
  • Descompressor e detalhes do eixo. Pequenos detalhes mudam a aplicação: um contrapeso de descompressor, um pino de guia, a posição do furo de lubrificação. Coloque as duas árvores lado a lado antes de aceitar a peça.
  • Acabamento e procedência. Os ressaltos precisam de superfície endurecida e bem acabada, sem rebarba, risco ou mancha. Árvore de qualidade ruim gasta rápido e leva o balancim junto. Compre com nota fiscal, em loja que informe a garantia.

Comando de válvulas novo: as etapas do serviço

Não é trabalho para fazer em casa sem manual de serviço e prática. Um dente fora no ponto pode fazer válvula tocar no pistão. Veja como um mecânico cuidadoso faz a troca.

  1. Diagnóstico com o motor frio. O mecânico ouve o motor, mede a folga das válvulas e, com a tampa aberta, olha os ressaltos. Isso separa comando gasto de folga desregulada, corrente frouxa ou tensor cansado.
  2. Acesso ao cabeçote. O caminho até o comando passa por peças externas. O mecânico protege as aberturas com pano limpo e guarda parafusos separados por posição, porque costumam ter tamanhos diferentes.
  3. Motor no ponto. Tudo começa com o motor no ponto: pistão em cima, válvulas fechadas, marcas alinhadas. O mecânico anota ou fotografa a posição das marcas antes de soltar qualquer peça.
  4. Alívio do tensor e da engrenagem. Com o tensor aliviado, a corrente afrouxa e a engrenagem sai. Prender a corrente no alto é cuidado básico: ela não pode escorregar e perder a posição no virabrequim.
  5. Retirada da árvore de comando. Conforme o projeto, saem o suporte dos balancins, as capas de mancal ou as tampas laterais do cabeçote. Capas e balancins são marcados para voltarem ao mesmo lugar. Em motores com rolamentos, a árvore sai junto com eles.
  6. Inspeção do conjunto. É a hora de avaliar o par do comando e o que mantém o ponto: corrente e tensor. Também vale olhar se as passagens de óleo do cabeçote estão limpas, porque falta de óleo é causa comum de ressalto gasto.
  7. Montagem lubrificada e ponto do comando. Nada vai seco para dentro do motor. Com o virabrequim ainda no ponto, a árvore nova é posicionada, a engrenagem casa com a corrente sem folga e as marcas precisam coincidir. Diferença de um dente se corrige aqui.
  8. Giro à mão e folga das válvulas. Antes de qualquer partida, duas ou mais voltas no motor com a mão. Se algo prende, para tudo. Com o ponto confirmado, regula-se a folga de admissão e de escape com calibre de lâminas.
  9. Fechamento e primeira partida. A tampa volta com junta nova e aperto correto, e o óleo é completado ou trocado. Na partida, o barulho no cabeçote deve ter sumido. O mecânico verifica vazamentos e marcha lenta antes de liberar a moto.

Peça a nota com as peças trocadas e a garantia do serviço. Nas primeiras centenas de quilômetros, rode sem esticar o motor e volte à oficina se aparecer qualquer ruído novo. Na revisão seguinte, peça para conferir de novo a folga das válvulas.

Erros comuns com o comando de válvulas

Muita troca de comando volta para a oficina pelos mesmos motivos, quase sempre ligados ao par do ressalto, ao ponto ou à lubrificação.

  • Trocar sem diagnóstico. Corrente frouxa, tensor no fim e folga desregulada também fazem barulho no cabeçote. Trocar a árvore sem descartar essas causas pode não resolver nada.
  • Trocar capas, balancins ou comandos de lugar. Sem marcação na desmontagem, é fácil inverter peças. Capa no lugar errado pode travar a árvore, e comando de admissão no lugar do de escape tira o motor do funcionamento correto.
  • Montar fora do ponto. Errar o ponto do comando é o erro mais caro da troca. Por isso o serviço é de oficina, com manual de serviço e conferência das marcas em mais de uma volta do motor.

Como fazer o comando de válvulas da Fazer 250 durar mais

A árvore de comando costuma durar a vida do motor quando recebe óleo bom e trabalha com a folga certa. Quase todo ressalto gasto cedo tem uma dessas duas causas por trás.

  • Regulagem de válvulas no prazo. A regulagem de válvulas é a revisão que mais conversa com o comando. Feita no prazo e no valor do manual, ela mantém o contato correto e evita o ressalto gasto.
  • Filtro de ar bem vedado. Filtro de ar sujo, rasgado ou mal assentado deixa abrasivo entrar no motor. Limpe ou troque no prazo do manual, e com mais frequência se rodar em terra.
  • Óleo certo e no prazo. Óleo vencido perde a proteção justamente onde a pressão é maior, na ponta do ressalto. Troque no prazo do manual e antecipe se a moto roda em uso severo.

Perguntas frequentes

Ressalto gasto tem conserto?

Em geral, o ressalto gasto pede troca da árvore. Lixar ou retocar por conta própria tira a camada endurecida e piora o desgaste. Se pensar em recuperação, procure retífica especializada e compare com o custo de uma árvore nova.

Posso trocar o comando de admissão com o de escape?

Em motores de um comando só, a mesma árvore abre admissão e escape. Nos motores de duplo comando, há uma árvore de admissão e outra de escape, com perfis e códigos diferentes, e elas não podem ser invertidas.

Precisa trocar o balancim junto com o comando?

Nem sempre, mas o balancim ou o tucho precisa ser avaliado. Se a face de contato está marcada, ela vai gastar o comando novo. Quando o ressalto está muito gasto, é comum o par ter desgastado junto e ser trocado na mesma desmontagem.

O que é o ponto do comando?

Ponto do comando é a posição em que a árvore precisa estar em relação ao virabrequim. As marcas servem de guia na montagem, com o motor no tempo de compressão. Um dente de erro já muda o funcionamento do motor.

Comando de válvulas de moto: guia geral e lista de motos