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Comando de válvulas da Honda Bros 150

A peça certa para cada versão e ano da Bros 150, de 2003 a 2015, com o guia para escolher e trocar.

  • 6 versões
  • 9 gerações
  • 2003–2015

Comando de válvulas de reposição

1 código

Modelo
Honda Bros 150
Anos
2003 a 2015

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com comando de válvulas para a Honda Bros 150

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura comando de válvulas para a Honda Bros 150. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Comando de válvulas por versão e ano

VersãoAnos
NXR 150 Bros Mix ESD2010–2015
NXR 150 Bros Mix ES2010–2014
NXR 150 Bros Mix KS2010–2012
NXR 150 Bros KS2009–2010
NXR 150 Bros KS2006–2008
NXR 150 Bros ES2009
NXR 150 Bros ES2006–2008
NXR 150 Bros ESD2009
NXR 150 Bros ESD2003–2008

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

Qual comando de válvulas serve na Bros 150

Na Bros 150, o comando de válvulas é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Comando de válvulas de reposição para a Honda Bros 150

São 1 código de comando de válvulas de reposição para a Honda Bros 150, de TMAC, de 2006 a 2008.

São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
2006 a 2008
FIT4306Arvore de comando para moto Honda CG 125 Fan 09/... - CG 150 Titan 04/08 - NXR 150 Bros 06/08 (com 2 rTMAC
FIT4306Arvore de comando para moto Honda CG 125 Fan 09/... - CG 150 Titan 04/08 - NXR 150 Bros 06/08 (com 2 rTMAC

Códigos desta lista que servem em outros modelos: Honda CG 125, Honda CG 150.

O papel do comando de válvulas no motor

Pense no comando como a partitura do motor. O virabrequim dá o ritmo, a corrente leva esse ritmo até o cabeçote, e a árvore de comando, com seus ressaltos, diz a cada válvula, de admissão ou de escape, a hora exata de abrir e de fechar.

É uma peça robusta, que dura muito com óleo em dia. O desgaste aparece com falta de lubrificação, folga de válvulas esquecida ou balancim e tucho já ruins. O ressalto vai sendo rebaixado aos poucos, a regulagem não para no lugar e o motor perde rendimento. Quase sempre há aviso antes, em forma de barulho no cabeçote.

O comando de válvulas na Bros 150: o que a ficha diz

Para entender o comando de válvulas desta moto, vale olhar a ficha: a Bros 150 é uma trail de 149 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. Com injeção eletrônica, a Bros 150 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há filtro de óleo de troca: a limpeza do óleo fica com a tela e com as trocas no prazo.

A Bros 150 depende do vento e do óleo para resfriar o cabeçote. Isso deixa o barulho do comando bem audível, sem camisa de água abafando, e torna a troca de óleo no prazo a melhor proteção da árvore.

Comandos de competição existem para uso em pista e trilha fechada. Numa Bros 150 que roda na rua, eles costumam piorar o funcionamento em baixa, aumentar o consumo e podem deixar a moto fora das regras de emissão.

Na Bros 150, que é injetada, a central foi programada para o comando de fábrica. Um comando bravo muda a forma como o motor respira, e sem acerto da injeção a moto pode ficar irregular e acender a luz de falha. Depois de qualquer troca, vale pedir a leitura com scanner.

Sinais de comando de válvulas gasto na Bros 150

Os sintomas abaixo são os que mais levam o mecânico a olhar a árvore de comando. Um sozinho é pista; dois ou três juntos já pedem inspeção dos ressaltos.

  • Marcha lenta irregular e partida difícil. Lenta instável tem muitas causas, mas se vela, filtro e alimentação já foram conferidos, vale lembrar do comando. Ressalto gasto ou ponto do comando fora deixam a marcha lenta sem firmeza.
  • Motor sem fôlego em rotação alta. Com o ressalto rebaixado, a válvula abre menos e por menos tempo. O motor respira mal, a moto parece "amarrada" quando você estica a marcha e a velocidade final cai.
  • Rolamento com folga ou ronco. Em motores em que a árvore gira apoiada em rolamentos, um rolamento gasto deixa o eixo com folga e faz um ronco ou chiado no cabeçote. Girando o rolamento com a mão, ele fica áspero ou com jogo.
  • Engrenagem do comando com dentes gastos. A engrenagem presa na árvore recebe a corrente. Dentes afinados, pontudos ou com formato de gancho mostram desgaste e podem deixar a corrente pular, tirando o motor do ponto.
  • Folga de válvula que cresce rápido. Regulagem que dura pouco é sinal de desgaste em andamento. O ressalto vai sendo comido, a distância até a válvula aumenta e a folga abre de novo, mesmo com o parafuso firme na contraporca.

Como escolher o comando de válvulas certo para a Bros 150

A árvore de comando é vendida de vários jeitos: só o eixo, completa com engrenagem, com rolamentos ou sem eles. Saber o que está no seu motor e o que vai ser reaproveitado evita comprar errado.

  • Comando bravo ou esportivo. Comando bravo abre as válvulas mais e por mais tempo. Pode render mais em alta, mas costuma piorar a lenta, aumentar o consumo e cansar molas, balancins e válvulas mais cedo. Também pode tirar a moto dos limites de emissão aprovados para o modelo, o que é problema em fiscalização e inspeção.
  • Descompressor e detalhes do eixo. Pequenos detalhes mudam a aplicação: um contrapeso de descompressor, um pino de guia, a posição do furo de lubrificação. Coloque as duas árvores lado a lado antes de aceitar a peça.
  • Balancins ou tuchos junto. O ressalto trabalha encostado no balancim ou no tucho. Se essas peças estão marcadas, vão gastar o comando novo em pouco tempo. Peça a avaliação do par e inclua o que estiver ruim na mesma compra.
  • Completa com engrenagem ou só o eixo. Pergunte o que vem na caixa. Árvore completa com engrenagem já resolve o desgaste dos dentes; a versão só do eixo exige que a engrenagem antiga esteja boa e que as marcas de ponto sejam transferidas corretamente.
  • Com rolamentos ou sem rolamento. Nos motores em que o comando gira em rolamentos, existem árvores vendidas com os rolamentos já prensados e outras sem rolamento. Rolamento velho com folga num comando novo é economia que não compensa.

Comando de válvulas novo: as etapas do serviço

Os detalhes de acesso e de aperto mudam de motor para motor e estão no manual de serviço. A sequência abaixo vale para a maioria dos motores com comando no cabeçote.

  1. Diagnóstico com o motor frio. Antes de condenar a árvore, a oficina descarta as causas mais simples do barulho no cabeçote. O serviço é feito com o motor frio, porque a folga é especificada a frio e o cabeçote quente deforma com mais facilidade.
  2. Acesso ao cabeçote. O caminho até o comando passa por peças externas. O mecânico protege as aberturas com pano limpo e guarda parafusos separados por posição, porque costumam ter tamanhos diferentes.
  3. Motor no ponto. Tudo começa com o motor no ponto: pistão em cima, válvulas fechadas, marcas alinhadas. O mecânico anota ou fotografa a posição das marcas antes de soltar qualquer peça.
  4. Alívio do tensor e da engrenagem. O tensor da corrente é recolhido ou removido, a engrenagem é solta da árvore e a corrente é presa com arame, para não cair no cárter.
  5. Retirada da árvore de comando. A árvore sai depois de liberar o que a prende ao cabeçote. Cada peça retirada é identificada, porque capas de mancal, eixos e balancins não devem trocar de posição na montagem.
  6. Inspeção do conjunto. É a hora de avaliar o par do comando e o que mantém o ponto: corrente e tensor. Também vale olhar se as passagens de óleo do cabeçote estão limpas, porque falta de óleo é causa comum de ressalto gasto.
  7. Montagem lubrificada e ponto do comando. Ressaltos, colos e balancins recebem óleo limpo antes de montar. A árvore entra com as marcas da engrenagem alinhadas ao cabeçote, os parafusos recebem o aperto do manual e o tensor é liberado para esticar a corrente.
  8. Giro à mão e folga das válvulas. Antes de qualquer partida, duas ou mais voltas no motor com a mão. Se algo prende, para tudo. Com o ponto confirmado, regula-se a folga de admissão e de escape com calibre de lâminas.
  9. Fechamento e primeira partida. A tampa volta com junta nova e aperto correto, e o óleo é completado ou trocado. Na partida, o barulho no cabeçote deve ter sumido. O mecânico verifica vazamentos e marcha lenta antes de liberar a moto.

Se o barulho continuar depois da troca, a causa pode estar em outra peça: corrente, tensor, balancim ou folga regulada fora do valor. Volte à oficina antes de rodar forte.

Manutenção que protege os ressaltos do comando

O cabeçote fica no ponto mais alto do motor e é um dos últimos lugares a receber óleo. Cuidar do comando é, antes de tudo, cuidar da lubrificação.

  • Corrente e tensor em bom estado. Quem mantém o ponto do comando é a corrente, com o tensor. Corrente esticada ou tensor no fim atrasam a abertura das válvulas e deixam o comando trabalhando fora de sincronia.
  • Cuidado com moto parada muito tempo. Moto que fica muito tempo sem uso perde a película de óleo nos ressaltos. Na volta, evite acelerar logo de cara e, se o óleo estiver velho, troque antes de rodar.
  • Filtro de ar bem vedado. Filtro de ar sujo, rasgado ou mal assentado deixa abrasivo entrar no motor. Limpe ou troque no prazo do manual, e com mais frequência se rodar em terra.
  • Calma com o motor frio. Não precisa esperar muito, mas evite acelerar alto com o motor recém-ligado. Os primeiros minutos com rotação moderada poupam ressaltos, mancais e balancins.

O que não fazer na troca da árvore de comando

Antes de trocar a árvore de comando, vale conhecer os erros que mais aparecem e que fazem o barulho no cabeçote voltar.

  • Pôr comando bravo sem pensar no resto. Comando esportivo sem acerto de alimentação e sem molas compatíveis é receita de motor irregular, consumo alto e quebra, além do risco de deixar a moto fora das regras de emissão.
  • Trocar capas, balancins ou comandos de lugar. Capas de mancal são usinadas junto com o cabeçote e cada uma tem sua posição. Balancins e, nos motores de duplo comando, a árvore de admissão e a de escape também não se trocam.
  • Trocar sem diagnóstico. Nem todo batido lá em cima é ressalto gasto. A regulagem de válvulas e a avaliação da corrente vêm antes; a troca do comando é decidida depois de ver os ressaltos.
  • Trocar só o comando e manter o par gasto. Economizar no balancim quando ele já está gasto é jogar fora a árvore nova. Decida com base no que foi visto na desmontagem, não no preço.

Perguntas frequentes

Posso trocar o comando de válvulas em casa?

Não é recomendado sem experiência. A troca envolve ponto do comando, tensor da corrente, aperto dos parafusos e regulagem de válvulas. Um erro de montagem pode fazer válvula bater no pistão. Leve a uma oficina de confiança.

Comando novo exige balancim novo?

Nem sempre, mas o balancim ou o tucho precisa ser avaliado. Se a face de contato está marcada, ela vai gastar o comando novo. Quando o ressalto está muito gasto, é comum o par ter desgastado junto e ser trocado na mesma desmontagem.

Barulho no cabeçote é sempre o comando?

Nem sempre. O mais comum é folga de válvula fora do valor, que se resolve com regulagem. Se o barulho volta logo depois de regular, aí sim a árvore de comando, o balancim ou o tucho precisam ser examinados.

Posso usar árvore de comando de outro modelo?

Às vezes a mesma árvore atende mais de um modelo, e o catálogo mostra isso. Mas há comandos muito parecidos com perfil, engrenagem ou descompressor diferentes. Só use peça de outro modelo se a aplicação ou o código da peça confirmarem.

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