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Honda Bros 150

6 versões vendidas no Brasil de 2003 a 2015. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Bros 150

Lojas e oficinas para a Honda Bros 150

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Peças e calibragem da Bros 150

Cada página junta todas as versões e anos da Bros 150 numa tabela, com o guia da peça.

Produtos que os fabricantes indicam para a Bros 150

Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
NXR 150 Bros Mix ESD2010–2015 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) 110/90-17 M/C 60P
NXR 150 Bros Mix ES2010–2014 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) 110/90-17 M/C 60P
NXR 150 Bros Mix KS2010–2012 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) 110/90-17 M/C 60P
NXR 150 Bros KS2009–2010 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) 110/90-17 M/C 60P
NXR 150 Bros ES2009 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) 110/90-17 M/C 60P
NXR 150 Bros ESD2009 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) 110/90-17 M/C 60P

A Honda Bros 150 em números

De 2009 a 2015, a Honda Bros 150 teve 6 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 149 cc, no estilo trail.

Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 9.561 (NXR 150 Bros KS 2010) a R$ 13.306 (NXR 150 Bros Mix ESD 2015).

Linha do tempo da Bros 150

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Bros 150 evoluiu e o que mudou em cada fase.

  • NXR 150 Bros ES 2009. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro tambor, câmbio manual, 13,8 cv a 8.000 rpm.
  • NXR 150 Bros ESD 2009. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual, 13,8 cv a 8.000 rpm.
  • NXR 150 Bros KS 2009–2010. Partida pedal, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro tambor, câmbio manual, 13,8 cv a 8.000 rpm.
  • NXR 150 Bros Mix KS 2010–2012. Partida pedal, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro tambor, câmbio manual, 13,8 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 14,0 cv a 8.000 rpm (etanol).
  • NXR 150 Bros Mix ES 2010–2014. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro tambor, câmbio manual, 13,8 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 14,0 cv a 8.000 rpm (etanol).
  • NXR 150 Bros Mix ESD 2010–2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual, 13,8 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 14,0 cv a 8.000 rpm (etanol).

Antes de pedir uma peça da Bros 150, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.

Bros 150: o que muda de uma versão para outra

Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Bros 150 vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.

  • Freio dianteiro: disco ou tambor. A roda da frente faz a maior parte do trabalho numa frenagem, por isso o freio dianteiro é a diferença de freio que mais se sente entre versões. Com disco, a frenagem é mais forte e mais fácil de dosar; com tambor, é mais macia e exige mais força na mão. Quem quer gastar o mínimo e roda devagar fica bem com o tambor. Quem roda rápido, na estrada ou com peso, tende a preferir o disco. Na Bros 150: Disco: NXR 150 Bros Mix ESD, NXR 150 Bros ESD; Tambor: NXR 150 Bros Mix ES, NXR 150 Bros Mix KS, NXR 150 Bros KS, NXR 150 Bros ES.
  • Partida elétrica, pedal ou as duas. Partida elétrica é conforto puro: um botão e o motor pega, sem esforço e sem risco de machucar o tornozelo num pedal que volta. A versão só com pedal é mais simples e não depende de motor de arranque nem de bateria forte. Ter os dois sistemas é o melhor dos mundos, porque o pedal salva o dia quando a bateria fraqueja. Para quem para e liga a moto muitas vezes por dia, como entregador, a partida elétrica faz falta de verdade. Na Bros 150: Partida elétrica: NXR 150 Bros Mix ESD, NXR 150 Bros Mix ES, NXR 150 Bros ES, NXR 150 Bros ESD; Partida pedal: NXR 150 Bros Mix KS, NXR 150 Bros KS.
  • Flex ou só gasolina. A versão flex aceita gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois, e isso dá liberdade para abastecer com o que estiver mais em conta no posto. Com etanol, a moto costuma ganhar um pouco de força e gastar mais combustível; a conta compensa ou não conforme o preço na sua região. A versão só a gasolina é mais simples. Para quem roda muito e mora onde o etanol costuma ser vantajoso, a flex compensa; para quem roda pouco, a diferença some. Na Bros 150: Flex: NXR 150 Bros Mix ESD, NXR 150 Bros Mix ES, NXR 150 Bros Mix KS; Só gasolina: NXR 150 Bros KS, NXR 150 Bros ES, NXR 150 Bros ESD.
  • Versões com potências diferentes. Alguns cavalos de diferença entre versões podem mudar bastante a experiência, principalmente em subida, com garupa ou na estrada. A versão mais potente força menos o motor nessas situações e dá margem de segurança nas ultrapassagens. A menos potente tem resposta mais suave, o que agrada quem está começando e quem roda no trânsito lento. Antes de pagar pela diferença, pense em quantas vezes por semana você sentiria falta dela. Na Bros 150: 14,0 cv: NXR 150 Bros Mix ESD, NXR 150 Bros Mix ES, NXR 150 Bros Mix KS; 13,8 cv: NXR 150 Bros KS, NXR 150 Bros ES, NXR 150 Bros ESD.
  • Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
  • Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele for frequente.
  • Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.

A Bros 150 a longo prazo

A versatilidade da trail tem um preço que aparece com o tempo: o uso misto castiga rolamentos de roda, raios, transmissão e suspensão. Se a Bros 150 for ficar com você por muitos anos, inclua essas trocas no orçamento e mantenha o filtro de ar sempre limpo. Do lado bom, a mecânica costuma ser robusta e conhecida, e as lojas de peças trabalham bem com esse tipo de moto, inclusive no interior, onde ela é muito comum. O seguro depende bastante do modelo e da região. Para revender, procedência e manutenção comprovada pesam mais do que o ano. Uma pasta com as notas de serviço vale tanto quanto uma pintura bem conservada.

Bros 150 0 km, seminova ou usada?

Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Bros 150 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.

  • Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de assinar.
  • O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.
  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Bros 150 até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
  • Motos de frota e de entrega. Motos que vêm de frota de empresas ou de uso em entregas aparecem muito no mercado, às vezes com preço atraente. Elas costumam ter rodado muito, em ritmo pesado, com várias partidas por dia e carga no bagageiro. Algumas foram mantidas com rigor pela empresa; outras, não. Pergunte sobre o uso anterior e reserve no orçamento a troca dos itens de desgaste.

Perguntas frequentes

Quais são as versões da Bros 150?

No catálogo são 6: NXR 150 Bros Mix ESD, NXR 150 Bros Mix ES, NXR 150 Bros Mix KS, NXR 150 Bros KS, NXR 150 Bros ES, NXR 150 Bros ESD.

Qual a Bros 150 mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a NXR 150 Bros KS 2010, com R$ 9.561.

Qual versão da Bros 150 gasta menos com manutenção?

A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.

A versão mais nova da Bros 150 vale a diferença?

Liste o que mudou e pergunte se você usaria cada item. Segurança e confiabilidade costumam justificar o gasto; acabamento e estilo, nem sempre. Lembre também que a versão anterior tem peças e mecânicos já acostumados e costuma aparecer com desconto quando a nova chega.

Qual versão da Bros 150 é melhor para iniciantes?

Para quem está começando, contam mais a facilidade de pilotagem e a segurança do que a potência. Partida elétrica, freios combinados ou ABS e um banco que permita apoiar os pés no chão ajudam bastante. Se houver versões com cilindradas diferentes, a menor costuma ser mais amigável no aprendizado.

Posso usar na Bros 150 uma peça de outra geração?

Não dá para presumir. Mesmo quando a peça parece igual, um furo de fixação, um conector ou uma medida podem ser diferentes. Peça ao vendedor que confira a compatibilidade pelo código da peça original ou pelo chassi da sua moto. É a forma mais segura de evitar devolução.