Pastilha de freio dianteira da Honda Bros 150
A peça certa para cada versão e ano da Bros 150, de 2003 a 2015, com o guia para escolher e trocar.
- 2 versões
- 3 gerações
- 2003–2015
Pastilha de freio dianteira
Bros 150 2003–2015
- Modelo
- Honda Bros 150
- Anos
- 2003 a 2015
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com pastilha de freio dianteira para a Honda Bros 150
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pastilha de freio dianteira para a Honda Bros 150. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Honda Bros 150
Pelas aplicações que os fabricantes declaram para o modelo.
Pastilha de freio dianteira por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| NXR 150 Bros Mix ESD | 2010–2015 |
| NXR 150 Bros ESD | 2009 |
| NXR 150 Bros ESD | 2003–2008 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
A pastilha de freio dianteira certa para cada Bros 150
Na Bros 150, a pastilha de freio dianteira é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
O que a pastilha faz no freio dianteiro da Bros 150
A pastilha de freio é a peça que encosta no disco. Ela fica dentro da pinça, presa por pinos ou travas, e recebe a força dos pistões quando você aciona o manete. O atrito entre o material da pastilha e o disco é o que segura a moto, e o calor gerado é dissipado pelo disco.
Existem tipos diferentes de material de atrito, cada um com seu comportamento em calor, chuva e desgaste. O que todas têm em comum é a necessidade de acompanhamento: a espessura cai aos poucos, e a frenagem só se mantém boa enquanto há material suficiente e a pastilha encosta por igual no disco.
A pastilha de freio dianteira na Bros 150: o que a ficha diz
A Bros 150 2003–2015 é uma trail de 149 cc. Na frente, o freio é a disco. Atrás, o freio é a tambor, com lonas (sapatas).
Com tambor atrás, muita gente usa quase só o freio da frente. Isso acelera o desgaste das pastilhas. Combinar os dois freios ajuda a moto a parar melhor.
Motos como a Bros 150 rodam muito no trânsito, com frenagens a todo momento. Para quem usa a moto para trabalhar, verificar as pastilhas com frequência é parte da rotina, assim como calibrar os pneus.
Em moto que pega terra como a Bros 150, areia funciona como lixa entre pastilha e disco. Pastilhas com composto adequado ao uso e limpeza frequente da pinça ajudam bastante.
Como saber se a pastilha de freio precisa de troca
A pastilha avisa quando está acabando, mas os avisos vêm aos poucos. Alguns aparecem no barulho, outros no manete e outros só olhando dentro da pinça.
- Pastilha vitrificada. Se o freio perdeu a mordida e a pastilha está espelhada, ela vitrificou. A troca é o caminho mais seguro, junto com a investigação do motivo do superaquecimento.
- Disco riscado ou azulado. O disco conta a história das pastilhas. Riscos profundos e cor azulada pedem avaliação da espessura do disco e do estado da pinça.
- Pastilhas gastando diferente. Desgaste desigual é sintoma de pinça com problema. Se você notar, peça para revisar pistões, retentores e pinos deslizantes junto com a troca.
- Nível do fluido baixando. Conforme as pastilhas gastam, os pistões da pinça avançam e o nível do fluido no reservatório desce aos poucos. Nível perto do mínimo, sem vazamento aparente, costuma indicar pastilha gasta.
- Freio mais fraco. Quando a moto demora mais para parar com a mesma força no manete, a pastilha pode ter perdido eficiência. Não espere piorar: freio fraco na frente é risco direto.
- Pouco material de atrito. Com uma lanterna, procure o material de atrito entre a plaqueta de metal e o disco. Se resta uma camada fina, ou se a ranhura central desapareceu, a troca não deve esperar.
Pastilha de freio na loja: o que olhar
Estes são os pontos que um bom balconista verifica antes de vender um jogo de pastilhas.
- Procedência e estado. Pastilha de procedência duvidosa pode ter material fraco ou mal colado. No freio dianteiro, a economia não vale o risco.
- Material: orgânica ou sinterizada. Cada composto tem um ponto forte. Para uso urbano leve, a orgânica atende bem. Para mais calor, garupa e estrada, a sinterizada costuma render mais. O importante é o disco aceitar o material escolhido.
- Aplicação certa. A pastilha é escolhida pelo modelo, ano e posição da moto. Versões diferentes do mesmo modelo podem ter pinças diferentes, e a pastilha muda junto. O código da pastilha original ou o número do chassi ajudam a acertar.
- Jogo completo para a pinça. Pastilhas se trocam em jogo, as duas da mesma pinça juntas. Se a moto tem dois discos na frente, troque os jogos das duas pinças ao mesmo tempo, para a frenagem ficar equilibrada.
- Pinos, travas e molas. Veja se o jogo vem com pinos, travas, molas e chapas antirruído, ou se você precisa reaproveitar os antigos. Pino gasto, corroído ou torto deve ser substituído, porque é nele que a pastilha desliza.
Troca da pastilha de freio passo a passo
A troca de pastilha é um serviço simples para quem tem prática, mas é freio: um pino esquecido ou uma pastilha invertida mudam tudo. Se você não tem experiência, deixe com a oficina e acompanhe os passos.
- Proteja a pintura e veja o reservatório. Antes de tudo, proteja a moto com pano. O nível do fluido no reservatório vai subir quando os pistões forem empurrados para trás, e não pode transbordar.
- Tire as pastilhas velhas. Remova o pino ou as travas e puxe as pastilhas. Em algumas motos é preciso soltar a pinça do garfo. Guarde cada peça pequena na ordem em que saiu.
- Inspecione disco e pinça. É a hora de olhar o que normalmente fica escondido: pistões, coifas, pinos deslizantes e o próprio disco. Pastilha nova em pinça com defeito não resolve.
- Limpe a pinça. Poeira de freio e sujeira acumulada atrapalham o movimento dos pistões. Limpe com produto para freio e não use nada oleoso.
- Recolha os pistões com cuidado. Empurre os pistões para dentro devagar e de forma uniforme, com ferramenta própria ou com a pastilha velha como apoio. Acompanhe o nível do reservatório e retire o excesso de fluido se ele chegar perto do máximo.
- Monte as pastilhas novas. As pastilhas entram com o material de atrito voltado para o disco, com molas e chapas na posição original. Graxa própria para freio vai só onde o fabricante indica, como nos pinos deslizantes, nunca na face de atrito.
- Bombeie o manete e corrija o nível. Manete firme primeiro, moto em movimento depois. Bombeie até as pastilhas encostarem no disco e verifique se o nível do fluido ficou entre as marcas.
- Faça o assentamento. O freio só fica no ponto depois do assentamento. Comece com frenagens suaves, em local seguro, aumentando a força aos poucos.
A troca das pastilhas é também o momento de avaliar o fluido de freio. Fluido escuro ou vencido deve ser trocado, com sangria feita por quem tem prática. Se você não tem ferramenta e experiência, deixe todo o serviço com a oficina.
Erros que comprometem o freio dianteiro
Antes de comprar e montar pastilhas novas, evite estes tropeços comuns no freio da frente.
- Montar a pastilha invertida. O material de atrito vai contra o disco. Montar ao contrário, ou deixar a mola fora da posição original, compromete o freio inteiro.
- Empurrar pistão sujo. Limpe a parte visível do pistão antes de empurrar. Sujeira levada para dentro da pinça vira problema de retentor, vazamento de fluido e pistão preso.
- Graxa ou óleo no lugar errado. Lubrificar demais é tão ruim quanto não lubrificar. Na face da pastilha e no disco, nada; nos pinos, só a graxa certa.
- Rodar sem bombear o manete. Depois da troca, o primeiro aperto no manete vai até o fim sem frear, porque os pistões estão recolhidos. Sair sem bombear é um dos erros mais perigosos que existem no freio.
Cuidados com as pastilhas de freio
Não dá para evitar o desgaste, mas dá para fazer a pastilha gastar por igual e no ritmo certo.
- Use também o freio traseiro. Frear só com a frente sobrecarrega as pastilhas dianteiras. Combine os dois freios: a moto para melhor e as pastilhas duram mais.
- Freie com antecedência. Frenagens bruscas e em cima da hora esquentam muito pastilha e disco. Antecipar a frenagem, reduzir marcha quando faz sentido e frear de forma progressiva poupam o freio e dão mais segurança.
- Cuidado em descidas longas. Segurar o freio o tempo todo numa serra superaquece pastilha, disco e fluido. Use freio motor, quando a moto permitir, e frenagens intercaladas, para dar tempo de o conjunto esfriar.
- Nada de óleo perto do disco. Um borrifo de lubrificante no lugar errado pode contaminar a pastilha e tirar o freio. Cuidado com sprays perto da roda dianteira.
Perguntas frequentes
Por que a pastilha nova está chiando?
Um pouco de barulho até a pastilha assentar é comum. Se continuar, verifique a montagem, a limpeza da pinça e o estado do disco. Peça uma revisão na oficina se o barulho não sumir.
O manete ficou mole depois da troca. O que pode ser?
Logo depois da troca, o manete precisa ser bombeado até ficar firme. Se não firmar, há algo errado no sistema, e a moto não deve rodar até a revisão. Ar no sistema ou pinça com defeito são as causas mais comuns.
Preciso sangrar o freio ao trocar a pastilha?
Não é obrigatório. A sangria é necessária quando entra ar no sistema ou quando o fluido está velho. Aproveite a troca para verificar a cor e o prazo do fluido.
Dá para usar pastilha parecida?
Só se a aplicação da embalagem incluir o seu modelo e ano. Pastilhas parecidas podem ter diferença de formato, furação ou espessura que muda o encosto no disco. Compare com a pastilha antiga antes de montar.
Posso trocar a pastilha em casa?
Quem tem prática, ferramentas e o manual consegue, mas é serviço de segurança. Pino mal travado, pastilha invertida ou manete sem bombear podem causar acidente. Se você não tem experiência com freio, deixe com a oficina.
Pastilha de freio dianteira de moto: guia geral e lista de motos