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Corrente de transmissão da Honda CG 160

A medida de cada versão e ano da CG 160, de 2016 a 2026, com o guia para escolher e trocar.

  • 9 versões
  • 13 gerações
  • 2016–2026

Corrente de transmissão mais comum

passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos

Modelo
Honda CG 160
Anos
2016 a 2026
Referências
2 diferentes, veja a tabela

Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.

Lojas com corrente de transmissão para a Honda CG 160

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Produtos de marca para a Honda CG 160

Pela medida mais comum no modelo (passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.

Corrente de transmissão por versão e ano

VersãoAnosMedida
CG 160 Cargo2025–2026 passo 428
CG 160 Cargo2016–2024 passo 428
CG 160 Fan2025–2026 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
CG 160 Fan2018–2024 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
CG 160 Start2025–2026 passo 428
CG 160 Start2016–2024 passo 428
CG 160 Titan (2026)2026 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
CG 160 Titan 50 Anos2026 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos
CG 160 Titan2025 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
CG 160 Titan2016–2024 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
CG 160 Titan S2020–2021 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
CG 160 Titan 25 Anos2019 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
CG 160 Fan ESDi2016–2017 passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

A corrente da Honda CG 160: versão por versão

A corrente da Honda CG 160 muda conforme a versão e o ano: há 2 referências diferentes. A mais comum é passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos, usada em 9 das 13 gerações.

Por isso, antes de comprar, ache a sua versão e o seu ano na tabela desta página: cada linha leva à página da peça daquela geração.

Em partes: passo 428 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo; a coroa tem 44 dentes; o pinhão tem 15 dentes; a corrente tem 118 elos.

Isso dá uma redução de 2,93:1 entre o pinhão e a coroa. Mexer no número de dentes muda o comportamento: mais dentes na coroa dá mais força e menos velocidade final; menos dentes faz o inverso. Fora da original, o velocímetro também pode marcar diferente.

Corrente de transmissão de reposição para a Honda CG 160

Para a Honda CG 160, os catálogos de peças de reposição trazem 1 código de corrente de transmissão, de Amazon Fix.

Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
FIT4312Corrente de transmissao 428H-118L p / moto Honda CG 150 titan-cg 150 fan-cg 160 Titan / fan-yamaha YBRAmazon Fix
FIT4312Corrente de transmissao 428H-118L p / moto Honda CG 150 titan-cg 150 fan-cg 160 Titan / fan-yamaha YBRAmazon Fix

Códigos desta lista que servem em outros modelos: Honda CG 150.

Como a corrente de transmissão trabalha na CG 160

A corrente da moto é uma peça simples de ver e cheia de detalhe por dentro. Por fora aparecem só as placas e os roletes; por dentro, cada elo tem pino e bucha trabalhando com atrito, carga e sujeira o tempo todo. É ali, nas articulações, que a vida dela é decidida.

Ela é vendida avulsa ou dentro do kit relação, junto com coroa e pinhão. Avulsa, vem com um elo de engate, a emenda que fecha a corrente na moto, e muitas vezes com mais elos do que o necessário, para ser cortada na medida certa da sua moto, com ferramenta própria.

A corrente na CG 160: o que a ficha diz

A CG 160 2016–2026 é uma street de 163 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Com freio a tambor atrás, regular a corrente e regular o freio andam juntos. Na CG 160, o pedal pode ficar alto ou prendendo depois de mexer nos esticadores, então teste antes de sair.

Na CG 160, a corrente é barata e fácil de achar, e por isso muita gente descuida. Corrente seca e frouxa leva junto a coroa e o pinhão. O hábito de lubrificar toda semana compensa.

Como saber se a corrente de transmissão precisa de troca

A corrente avisa antes de dar problema. Parte dos sinais aparece pilotando; a outra parte, com a moto apoiada, passando a mão pelos elos e girando a roda devagar.

  • Corrente chicoteando ou batendo. Corrente que balança muito no trecho de baixo e bate na balança ou na guia está com folga demais ou alongada de forma irregular. Além do barulho, ela marca a balança e arrisca sair dos dentes.
  • Comprimento acima do limite. Muitos manuais trazem o limite de comprimento para um trecho de elos. Medir com régua ou trena, com a corrente tensionada, tira a dúvida melhor do que o olho. Corrente acima do limite não volta ao normal com regulagem.
  • Retentores ressecados ou faltando. Na corrente com retentor, olhe os anéis de borracha entre as placas. Anel rachado, achatado ou saindo do lugar deixa a graxa interna escapar e a sujeira entrar. A partir daí, ela gasta como corrente comum.
  • Placa trincada ou pino frouxo. Uma trinca numa placa ou um pino com folga já é motivo de troca imediata. Não vale emendar a corrente nesse ponto e seguir: o resto dela passou pelo mesmo esforço.

Corrente da moto: o que olhar no balcão

Corrente de transmissão parece toda igual, mas o padrão, o número de elos, o tipo de vedação e a emenda mudam de uma para outra. Para acertar, leve o modelo e o ano da moto e, se puder, o que está gravado nas placas da corrente atual.

  • Passo da corrente. Leia as placas da corrente atual: o passo vem gravado nelas. Uma corrente de padrão diferente não assenta nos dentes, mesmo que a diferença pareça pequena. O passo é o primeiro filtro da compra.
  • Estado da coroa e do pinhão. Corrente avulsa só vale a pena se a coroa e o pinhão estiverem em bom estado, com dentes simétricos e sem ponta afiada. Caso contrário, compre o conjunto completo.
  • Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos que a relação e o curso dos esticadores pedem. Muitas embalagens trazem o número de elos ao lado do passo. Se vier mais longa, ela precisa ser cortada com ferramenta própria.
  • Linha comum ou reforçada. A corrente reforçada aguenta mais carga, o que ajuda em moto de trabalho, com garupa ou baú pesado. Ela costuma ser um pouco mais larga, então o espaço na moto também precisa ser conferido.

Como trocar a corrente de transmissão da CG 160

Trocar só a corrente é possível quando coroa e pinhão estão bons. O serviço pede corta-corrente, alicate de presilha ou rebitador, e atenção ao fechamento da emenda. Sem essas ferramentas, deixe com a oficina.

  1. Avalie coroa e pinhão. Antes de abrir qualquer coisa, olhe os dentes da coroa e, com a tampa aberta, os do pinhão. Se estiverem afinados ou em gancho, a troca da corrente sozinha não compensa.
  2. Folgue a roda traseira. Apoie a moto com firmeza, afrouxe o eixo traseiro e empurre a roda para a frente pelos esticadores. Com folga sobrando, a emenda fecha sem esforço.
  3. Abra ou corte a corrente velha. Se a corrente tem presilha, tire a presilha e a placa do elo de engate. Se é rebitada, use o corta-corrente para empurrar um pino para fora. Esmerilhadeira só em último caso e longe de peças da moto.
  4. Meça e corte a corrente nova. Se a corrente nova veio mais longa, conte os elos e marque o ponto de corte. Corte com ferramenta própria, empurrando o pino, e deixe as duas pontas com elo interno, para receber o elo de engate.
  5. Passe a corrente pelo caminho certo. Siga o percurso da corrente antiga. Guia da balança, protetor e, em algumas motos, roletes ou guias perto da coroa precisam ficar do lado certo da corrente.
  6. Monte o elo de engate. Encaixe o elo de engate de dentro para fora. Se a corrente tem retentor, os anéis do elo de engate precisam estar no lugar e lubrificados com a graxa que vem junto, senão a emenda fica sem vedação.
  7. Feche a emenda com segurança. Presilha com a parte fechada apontando para a frente do movimento, bem assentada nos sulcos dos pinos. Rebite só com ferramenta, nunca com martelo. Depois, dobre o elo de engate com a mão para ver se ele articula como os outros.
  8. Regule, alinhe e aperte o eixo. Regule a folga girando a roda para achar o ponto mais tenso, alinhe pelas marcas da balança e aperte o eixo com torquímetro. Contrapino ou trava nova, se a moto usar.
  9. Revise o freio, lubrifique e teste. Confira o freio traseiro, lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e rode devagar alguns minutos. Depois do primeiro uso, olhe de novo a folga e a emenda.

Corrente nova assenta nos primeiros usos, e a primeira regulagem vem cedo. Se ela continuar esticando rápido, desconfie de coroa ou pinhão gastos ou de roda desalinhada. Guarde a nota fiscal da corrente para a garantia.

O que não fazer com a corrente da moto

Boa parte dos problemas com corrente vem de erro de montagem ou de manutenção, e não de peça ruim. Estes são os que mais aparecem.

  • Lubrificar com óleo queimado. Óleo queimado e graxa comum parecem resolver, mas viram uma pasta abrasiva e sujam tudo em volta. Lubrificante de corrente é feito para ficar nas articulações e não escorrer.
  • Rebitar com martelo. Improvisar o rebite da corrente é um dos erros mais perigosos. Sem a ferramenta, a cabeça do pino não fica firme e a emenda solta com a força do motor.
  • Reaproveitar o elo de engate. A emenda velha já trabalhou com a corrente gasta, e a presilha perde pressão a cada abertura. Corrente nova pede elo de engate novo, que já vem na caixa.

Como fazer a corrente da CG 160 durar mais

A maior parte das correntes que chegam ao balcão gastas antes do tempo sofreu com falta de lubrificante ou com limpeza errada. Estes cuidados evitam as duas coisas.

  • Evite jato forte na corrente. Jato concentrado na corrente tira a graxa interna e força a borracha dos retentores. Na lavagem, mantenha distância e trate a corrente à parte.
  • Água pede lubrificante de novo. Depois de rodar na chuva ou lavar a moto, a corrente fica desprotegida. Secar e lubrificar no mesmo dia evita os pontos de ferrugem que aparecem na manhã seguinte.
  • Lubrifique com a corrente morna. Depois de rodar um pouco, a corrente fica morna e o lubrificante penetra melhor nas articulações. Aplique no lado de dentro, sobre os roletes e entre as placas, girando a roda devagar.

Perguntas frequentes

Qual corrente serve na Honda CG 160?

Depende da versão e do ano: há 2 referências. A mais comum é passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos. Veja a linha da sua moto na tabela desta página.

Por que a corrente da moto faz ruído?

As causas mais comuns são corrente seca, folga errada, roda desalinhada ou corrente batendo na guia da balança ou no protetor. Comece limpando, lubrificando e regulando. Se o ruído continuar, avalie o desgaste da corrente e dos dentes.

Qual produto usar para limpar a corrente?

O mais seguro é usar limpador indicado para corrente de moto, compatível com retentor. Gasolina e thinner atacam a borracha e deixam resíduo. Depois da limpeza, seque e lubrifique de imediato.

Preciso trocar coroa e pinhão junto com a corrente?

Pode, se a coroa e o pinhão estiverem bons, com dentes simétricos e sem ponta afiada. Isso acontece quando a corrente se danificou cedo ou foi mal cuidada. Com dentes gastos, a troca certa é do conjunto.

Quantos elos tem a corrente da minha moto?

Conte os elos da corrente instalada, incluindo o de engate, ou peça pela aplicação da moto. Se a relação foi mudada, o número pode ser diferente do de fábrica, e a contagem na moto é a referência.

Corrente de transmissão de moto: guia geral e lista de motos