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Engrenagens do câmbio da Honda CG 160 Fan e Titan

A peça certa para cada versão e ano da CG 160, de 2016 a 2026, com o guia para escolher e trocar.

  • 9 versões
  • 13 gerações
  • 2016–2026

Engrenagens do câmbio de reposição

4 códigos

Modelo
Honda CG 160
Anos
2016 a 2026

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com engrenagens do câmbio para a Honda CG 160

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura engrenagens do câmbio para a Honda CG 160. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Engrenagens do câmbio por versão e ano

VersãoAnos
CG 160 Cargo2025–2026
CG 160 Cargo2016–2024
CG 160 Fan2025–2026
CG 160 Fan2018–2024
CG 160 Start2025–2026
CG 160 Start2016–2024
CG 160 Titan (2026)2026
CG 160 Titan 50 Anos2026
CG 160 Titan2025
CG 160 Titan2016–2024
CG 160 Titan S2020–2021
CG 160 Titan 25 Anos2019
CG 160 Fan ESDi2016–2017

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

As engrenagens do câmbio da Honda CG 160: versão por versão

Na CG 160, as engrenagens do câmbio são desenhadas para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Engrenagens do câmbio de reposição para a Honda CG 160

São 4 códigos de engrenagens do câmbio de reposição para a Honda CG 160, de WGK, EMBUS e SMARTFOX, para as versões Fan e Titan, de 2016 a 2018. Como a peça não é a mesma em todas as versões e anos, os códigos estão agrupados por aplicação. Ache o grupo da sua moto e compare com a peça que está nela.

Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.

CódigoPeçaVersõesCor / tipoMarca
2016 a 2018
FIT12511Eixo transmissão pinhão Titan 160EX 2016-2018/FAN 160ES d 2016-2018Fan, TitanEMBUS
FIT12511Eixo transmissão pinhão Titan 160EX 2016-2018/FAN 160ES d 2016-2018Fan, TitanEMBUS
Todos os anos
FIT2198Eixo secundario CG-160WGK
FIT2198Eixo secundario CG-160WGK
FIT7504Eixo transmissao pinhao Fan / Titan 160Fan, TitanSMARTFOX
FIT7504Eixo transmissao pinhao Fan / Titan 160Fan, TitanSMARTFOX
FIT9768Cambio completo Titan 160/ Fan 160Fan, TitanSMARTFOX
FIT9768Cambio completo Titan 160/ Fan 160Fan, TitanSMARTFOX

O câmbio da CG 160 por dentro: eixos, engrenagens e garfos

Pouca gente vê o câmbio da moto, porque ele mora dentro do motor e divide o óleo com ele na maioria dos quatro tempos. São dois eixos, o primário e o secundário, carregados de engrenagens de tamanhos diferentes. As pequenas no eixo de entrada com as grandes no de saída dão as marchas curtas; a relação vai se aproximando conforme a marcha sobe.

O conjunto inclui também os garfos seletores, o tambor seletor, o eixo seletor ligado ao pedal e a trava que segura cada posição. Como quase tudo isso fica no cárter, qualquer reparo nas engrenagens do câmbio é serviço de oficina, com motor aberto. A compra é feita pela aplicação exata, pelo código da peça e pelo número de dentes.

As engrenagens do câmbio na CG 160: o que a ficha diz

Para entender as engrenagens do câmbio desta moto, vale olhar a ficha: a CG 160 é uma street de 163 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Em motos pequenas de uso diário, como a CG 160, as peças do câmbio são fáceis de encontrar, inclusive eixo secundário completo e câmbio completo. O que pesa no orçamento é a mão de obra de abrir o motor, então vale trocar de uma vez tudo o que estiver gasto.

Na CG 160, o eixo secundário termina no pinhão da corrente. Corrente muito frouxa ou kit de relação gasto dá trancos que chegam às engrenagens do câmbio. Manter a corrente esticada e lubrificada também protege o câmbio.

A CG 160 usa câmbio manual sequencial, com pedal de câmbio e embreagem que separa o motor das engrenagens a cada troca. Quase todo desgaste das engrenagens do câmbio nesse sistema começa em trocas incompletas, por isso o hábito de pisar até o fim faz tanta diferença.

Marcha escapando e outros avisos do câmbio

Estes são os sintomas mais comuns de engrenagens, garfos ou tambor seletor gastos. Repare em qual marcha o problema aparece: essa informação ajuda muito o mecânico.

  • Limalha no óleo ou no bujão. Pó metálico brilhante no óleo drenado, na tela ou preso ao bujão magnético, quando houver, indica desgaste interno. Lasca maior, com forma de pedaço, é sinal de dente quebrado e pede parada imediata.
  • Câmbio pulando duas marchas. Você pisa uma vez e passa da segunda direto para a quarta, ou fica entre duas marchas. A trava do tambor seletor, a mola de retorno ou o próprio eixo seletor podem estar gastos ou quebrados.
  • Moto que trava a roda ou fica em duas marchas. Se a moto prender de repente, com o motor afogando como numa freada, pode haver peça quebrada no câmbio. Não insista: levar guinchada evita que o estrago chegue ao cárter.
  • Pedal que volta sozinho. Se você sente o pedal pular contra o pé na hora em que a marcha escapa, o problema está dentro do câmbio, e não na regulagem do pedal. Evite segurar o pedal com o pé para disfarçar.
  • Tranco ou estalo ao trocar. Um estalo seco a cada troca, mais forte que o normal, pode indicar ressaltos de engate batendo nas pontas em vez de encaixar. Com o tempo, essas batidas arredondam os cantos e levam à marcha escapando.

Como escolher as engrenagens do câmbio certas para a CG 160

As peças do câmbio são vendidas de vários jeitos: câmbio completo, com os dois eixos montados; eixo secundário ou primário com suas engrenagens; eixo seletor; e peças avulsas, como uma engrenagem de marcha, um garfo ou o tambor. A escolha depende do que o mecânico encontrou com o motor aberto.

  • Câmbio completo ou peça avulsa. Quando o estrago é localizado, como a engrenagem de 2ª marcha com engates arredondados, a peça avulsa sai mais em conta. Com várias marchas gastas ou dente quebrado, o kit completo costuma ser a melhor saída.
  • Modelo, ano e versão exatos. Duas motos com o mesmo nome podem ter câmbios distintos entre gerações. O código da peça, que a oficina encontra no catálogo do fabricante ou na peça retirada, tira a dúvida.
  • Rolamentos, travas e arruelas. Na abertura do câmbio, rolamentos dos eixos, anéis-trava e arruelas de encosto costumam ser renovados. Anel-trava que já foi aberto perde a pressão. São peças baratas perto do serviço de abrir o motor.
  • Juntas, retentores e óleo. Abrir o cárter exige vedação nova nas faces, junta das tampas e, em geral, retentores do eixo secundário e do eixo seletor. Inclua também o óleo do tipo indicado no manual da moto.
  • Eixo seletor e molas. O eixo seletor liga o pedal ao tambor. Estrias da ponta comidas, mola de retorno quebrada ou braço gasto deixam a troca imprecisa. É peça vendida separada e, às vezes, resolve o problema sem abrir o cárter.

Abrindo o câmbio: as etapas do serviço

O conserto das engrenagens do câmbio é serviço de oficina de motor. Em quase todas as motos, o câmbio fica entre as metades do cárter, e chegar até ele exige tirar o motor do quadro e abri-lo por inteiro. Conhecer as etapas ajuda a entender o prazo e o orçamento.

  1. Confirmar o defeito. O mecânico roda com a moto, identifica em qual marcha o problema aparece e descarta regulagem do pedal, embreagem arrastando e óleo errado. Só depois disso faz sentido abrir o motor.
  2. Retirar o motor. Óleo drenado, corrente solta do pinhão, cabos, chicote, escapamento e alimentação desligados. O motor sai do quadro e vai para a bancada, onde pode ser aberto com limpeza.
  3. Desmontar até o cárter. Saem as tampas laterais, a embreagem, o mecanismo seletor externo, o magneto e, conforme o motor, cabeçote e cilindro. Cada peça é guardada em ordem, com os parafusos separados por tampa.
  4. Abrir o cárter e retirar o câmbio. As metades do cárter são separadas sem forçar alavanca nas faces de vedação. Os eixos primário e secundário saem junto com os garfos e o tambor seletor, de preferência sem desmontar as engrenagens fora de ordem.
  5. Inspecionar e medir. Ressaltos e rebaixos de engate, dentes, estrias, garfos e ranhuras do tambor são avaliados. A espessura das pontas dos garfos é medida e comparada com o limite do manual. Rolamentos e alojamentos também são conferidos.
  6. Montar os eixos na ordem. As engrenagens voltam aos eixos na sequência certa, com arruelas no lado indicado e anéis-trava novos, assentados por inteiro na canaleta. Tudo é lubrificado com óleo do motor durante a montagem.
  7. Testar as marchas na bancada. Um bom profissional testa a seleção de todas as marchas ainda com o cárter aberto ou recém-fechado, girando o eixo à mão. Marcha dura ou presa nessa hora indica erro de montagem.
  8. Fechar o motor e testar rodando. Cárter fechado com a vedação do manual, retentores novos, motor montado e instalado, óleo novo no nível. No teste, cada marcha é exigida com aceleração firme para confirmar que não escapa.

Pergunte ao mecânico o que levou ao desgaste. Trocas pela metade, pé apoiado no pedal, óleo vencido e reduções forçadas são causas frequentes, e corrigir o hábito protege o câmbio novo.

O que não fazer quando a marcha escapa

O serviço de câmbio é demorado, porque exige abrir o motor. Estes são os erros que mais fazem o trabalho precisar ser refeito.

  • Culpar o câmbio sem olhar a embreagem. Antes de abrir o motor, a regulagem da embreagem, o óleo e o mecanismo seletor externo precisam ser avaliados. São verificações rápidas e baratas.
  • Trocar só uma engrenagem do par. Montar uma engrenagem nova encaixando numa vizinha com rebaixos gastos deixa o engate fraco desde o início. A marcha volta a escapar e o serviço precisa ser repetido.
  • Fechar o cárter sem testar as marchas. Montar tudo e só descobrir uma marcha presa com o motor de volta no quadro obriga a desmontar de novo. O teste de seleção na bancada evita esse retrabalho.
  • Comprar sem conferir a versão. Câmbio de aplicação errada pode até montar e trabalhar mal, com marcha imprecisa ou relação diferente. O código da peça e a comparação com a velha evitam o erro.

Cuidados com o câmbio no dia a dia

O câmbio foi feito para durar muito. Quando falha cedo, quase sempre há trocas mal feitas, óleo vencido ou embreagem fora de ordem por trás.

  • Arrancadas sem tranco. Arrancada com o motor muito girado e embreagem solta de uma vez dá uma pancada forte na engrenagem de 1ª marcha e nos eixos. Saídas progressivas fazem o câmbio durar mais.
  • Pedal bem posicionado. Pedal de câmbio muito alto ou baixo para o seu pé leva a trocas incompletas. A altura do pedal pode ser ajustada em muitas motos. Pedal torto depois de uma queda também atrapalha.
  • Óleo certo e em dia. O óleo protege dentes, estrias e rolamentos dos eixos. Nível baixo e troca atrasada aparecem primeiro como câmbio duro e, depois, como desgaste.
  • Investigue o primeiro escape. O primeiro escape é o momento mais barato para agir. Cada nova escapada piora o desgaste e aumenta a lista de peças.

Perguntas frequentes

É perigoso andar com marcha pulando?

Não é recomendado. A moto perde força de repente, o que é perigoso numa ultrapassagem ou subida, e cada escape arredonda mais as peças. Evite exigir a marcha com problema e leve à oficina logo.

A moto faz barulho só numa marcha. É o câmbio?

Barulho que muda conforme a marcha engatada aponta para o câmbio. Se vier junto com limalha no óleo ou marcha escapando, o desgaste já é avançado e o reparo não deve esperar.

Óleo errado estraga o câmbio?

Pode estragar. Na maioria das motos quatro tempos, o óleo do motor lubrifica também o câmbio e a embreagem. Óleo de especificação errada, vencido ou baixo deixa as trocas duras e acelera o desgaste dos dentes.

Para que serve o tambor seletor do câmbio?

É um cilindro com ranhuras em forma de caminho, girado pelo pedal por meio do eixo seletor. Cada garfo seletor corre numa ranhura. Quando o tambor gira, os garfos se deslocam e engatam a marcha escolhida.

Engrenagens do câmbio de moto: guia geral e lista de motos