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CDI / módulo de ignição da Honda CG 125 Fan

A peça certa para cada versão e ano da CG 125, de 1990 a 2015, com o guia para escolher e trocar.

  • 12 versões
  • 23 gerações
  • 1990–2015

CDI / módulo de ignição de reposição

1 código

Modelo
Honda CG 125
Anos
1990 a 2015

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com cdi / módulo de ignição para a Honda CG 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura cdi / módulo de ignição para a Honda CG 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Produtos de marca para a Honda CG 125

Pelas aplicações que os fabricantes declaram para o modelo.

CDI / módulo de ignição por versão e ano

VersãoAnos
CG 125 Cargo2014–2015
CG 125 Cargo2009–2013
CG 125 Cargo2005–2008
CG 125 Cargo2000–2004
CG 125 Cargo1994–1999
CG 125 Cargo1990–1993
CG 125 Fan2014–2015
CG 125 Fan2009–2013
CG 125 Fan2005–2008
CG 125 Cargo ESD2014–2015
CG 125 Fan ES2014–2015
CG 125 Fan ES2009–2013
CG 125 Fan ESD2014–2015
CG 125 Cargo ES2009–2013
CG 125 Titan ES2000–2004
CG 125 Titan ES1999
CG 125 Titan KS2000–2004
CG 125 Titan KS1999
CG 125 Titan KSE2002–2004
CG 125 Titan2000
CG 125 Titan1994–1999
CG 125 Today1990–1994
CG 1251990

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O CDI certa para cada CG 125

Na CG 125, o CDI é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Cdi / módulo de ignição de reposição para a Honda CG 125

No catálogo de reposição, a Honda CG 125 tem 1 código de cdi / módulo de ignição, de EMBUS, para a versão Fan, de 2009 a 2014.

São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.

CódigoPeçaVersõesCor / tipoMarca
2009 a 2014
FIT9022Cdi Titan Fan 125 09-14/BIZ 125 09-12/TITAN 150 2004-20 08FanEMBUS
FIT9022Cdi Titan Fan 125 09-14/BIZ 125 09-12/TITAN 150 2004-20 08FanEMBUS

A mesma peça aparece no catálogo para outras motos: Honda Biz 125, Honda CG 150.

CDI: o cérebro da ignição

Na moto carburada, a ignição depende de uma pequena caixa eletrônica: o CDI ou módulo de ignição. Ele recebe energia, do estator ou da bateria conforme o tipo, recebe o sinal da bobina de pulso e comanda a bobina de ignição no momento certo de cada volta do motor.

É uma peça sem desgaste mecânico, selada e geralmente presa numa borracha, perto da bateria ou sob o banco. Costuma durar muito, mas sofre com umidade, vibração, tensão fora do normal e ligações erradas. Como os sintomas se confundem com vela, bobina e fiação, o CDI é condenado por engano com frequência.

O CDI na CG 125: o que a ficha diz

Na ficha, a CG 125 1990–2015 aparece como uma street de 125 cc. A alimentação é por carburador. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A CG 125 pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico.

Se a CG 125 apaga ao engatar a primeira, confira o descanso lateral e o sensor dele, se houver. É um corte de segurança da ignição que, com defeito, imita CDI ruim.

Na CG 125, que pega no pedal, a ignição costuma depender do estator. Se não há faísca, a medição da bobina que alimenta o CDI faz parte do diagnóstico, antes de trocar o módulo.

Na CG 125, com motor quatro tempos, uma falha de ignição pode ser confundida com problema de válvula ou de carburação. Antes de culpar o CDI, confira vela, folga de válvulas e carburador, que entram na revisão normal.

Como saber se o problema é o CDI

O CDI é uma das últimas peças a condenar numa falha de ignição. Os sintomas abaixo levantam a suspeita, mas quase todos também podem vir de vela, cachimbo, bobina, bobina de pulso ou fiação.

  • Caixa danificada ou com umidade. CDI com a carcaça trincada, resina rachada, conector derretido ou sinais de água entrando tem grande chance de falhar. Umidade dentro do módulo causa falhas que pioram em dias de chuva.
  • Estouros no escapamento. Estouro no escape nem sempre é ignição, mas falha do CDI pode causar queima fora de hora. Confira carburação e vedação do escapamento junto.
  • Falha ou corte em rotação alta. Quando o motor parece bater num limite bem abaixo do que costumava alcançar, o CDI pode estar limitando o giro antes da hora. Confira primeiro vela, cabo e carburador.
  • Moto que morre quente e volta fria. Desligar sozinha depois de esquentar é sintoma típico de componente eletrônico no fim da vida, e o CDI é um dos candidatos. Testar com o motor quente ajuda a encontrar o culpado.
  • Perda de força sem outra explicação. Motor fraco, que demora a subir de giro, mesmo com carburação, filtro e vela em ordem, pode ter o avanço da ignição errado. Em CDI com defeito, a curva de avanço deixa de funcionar direito.
  • Dificuldade para pegar. A moto pega só depois de muitas tentativas, mesmo com combustível e vela em dia. Faísca fraca, que pode vir do CDI, dificulta a partida. A bobina de pulso fraca também produz esse sintoma.

CDI original, paralelo ou esportivo: o que olhar

CDI não é tudo igual. Conector, tipo de alimentação e curva de ignição mudam de moto para moto, e um CDI que encaixa pode não servir. Confira estes pontos.

  • Borracha de fixação. O CDI costuma ficar preso numa capa ou suporte de borracha, que protege da vibração. Se estiver rasgada, troque junto com o módulo.
  • CDI esportivo ou sem limitador. CDI vendido como esportivo ou "sem corte" muda a curva de ignição e libera rotação acima do que o motor foi feito para aguentar. Pode aumentar o desgaste e o risco de quebra. Para uso normal, fique com a curva original.
  • Conector e pinos. O plugue do chicote precisa encaixar sem adaptação. Conte os pinos e confira a posição dos fios com o CDI antigo.
  • Alimentação pelo estator ou pela bateria. O tipo de alimentação muda tudo: um CDI feito para receber energia do estator não funciona ligado à bateria, e vice-versa. Não compre só pela aparência.
  • CDI usado. Um CDI usado pode resolver, desde que testado e da aplicação certa. Confira se a carcaça não está trincada, se a resina está inteira e se o conector não tem oxidação.

Diagnóstico e troca do CDI

Trocar o CDI em si é simples: um conector e uma fixação. O trabalho de verdade é o diagnóstico antes. Siga a ordem abaixo para não trocar peça à toa.

  1. Teste as peças simples primeiro. Comece por uma vela nova ou sabidamente boa, o cachimbo e o cabo de vela. Depois, confira o interruptor de desligar o motor, a chave de ignição e o sensor do descanso lateral, se houver. Muitas falhas terminam aqui.
  2. Meça bobinas e alimentação. Com o manual de serviço, meça a bobina de ignição, a bobina de pulso e a alimentação do CDI: a bobina de excitação do estator ou a tensão da bateria, conforme o tipo. Só depois disso o CDI fica como suspeito.
  3. Desligue tudo. Trabalhe com a chave desligada e o negativo da bateria solto, se houver. Isso protege o CDI novo e evita faísca nos terminais.
  4. Localize e solte o conector. Ache o módulo, em geral numa capa de borracha perto da bateria, e solte o conector pela trava. Fio puxado solta terminal e cria mau contato.
  5. Confira o conector. Antes de ligar o novo, examine o plugue. Terminal verde ou frouxo pode ser o verdadeiro problema e vai atrapalhar o CDI novo também.
  6. Instale o CDI novo. Encaixe o conector até travar e coloque o CDI na capa de borracha, no lugar original. Confira se nenhum fio fica esticado ou perto de peças quentes.
  7. Teste a partida e o funcionamento. Com tudo ligado, ligue a moto, deixe aquecer e rode em diferentes rotações. Falha que só aparecia quente precisa ser testada quente.

Quando há dúvida no diagnóstico, um eletricista de moto com o manual de serviço mede cada parte da ignição. Isso custa menos do que comprar CDI, bobina e estator para ver qual resolve.

Como fazer o CDI da CG 125 durar mais

A maior parte dos CDIs que queimam foi vítima de outra coisa: ligação malfeita, regulador ruim, umidade. Veja como evitar.

  • Nada de faísca no ar. Testar faísca com o cabo solto, longe da massa, ou deixar o motor girar com a vela desconectada força a bobina e o CDI. No teste, a vela precisa estar encostada no metal do motor.
  • Cuidado com solda e acessórios. Antes de qualquer solda na moto, desconecte bateria e CDI. E peça que alarmes e outros acessórios sejam ligados com fiação própria.
  • Tensão de carga em ordem. Uma medição simples da carga com o motor ligado mostra se o regulador está trabalhando direito. Tensão alta demais estraga módulos e lâmpadas.
  • Proteja da água. Evite jato forte sob o banco e na região do CDI. Umidade entrando pelo conector ou pela carcaça causa falhas que pioram em dias de chuva.

Erros que fazem trocar CDI à toa

O CDI é campeão de troca desnecessária. Estes são os erros mais comuns no balcão e na oficina.

  • Instalar CDI sem limitador para uso diário. Ganho de desempenho com CDI alterado costuma ser pequeno, e o risco para o motor é grande. Para rua, use a especificação original.
  • Comprar só pelo conector. Conector igual não garante CDI certo. A curva de ignição e o tipo de alimentação podem ser diferentes. O resultado é moto fraca, falhando ou com ponto errado.
  • Adaptar fios. Emendas no chicote da ignição viram ponto de mau contato e oxidação. Se o conector não bate, a peça não é a certa.
  • Testar faísca do jeito errado. Teste de faísca improvisado é risco para você e para a ignição. Use vela encostada no motor ou um testador próprio.

Perguntas frequentes

Posso usar CDI sem limitador de giro?

O ganho costuma ser pequeno e o risco para o motor aumenta. Em moto de rua, o CDI com a especificação original é a escolha mais segura e durável, e preserva o motor.

A moto corta o giro antes do normal. É o CDI?

Corte cedo pode vir do CDI, mas também de carburador, filtro, vela e cachimbo. Comece pelo que é mais simples e barato de conferir, e deixe o módulo para o fim.

A moto está sem faísca. O que testar primeiro?

Comece pela vela (troque por uma boa), cachimbo e cabo. Depois, interruptor de desligar o motor, chave de ignição e sensor do descanso, se houver. Em seguida, bobina de ignição, bobina de pulso e alimentação do CDI. O módulo fica por último.

CDI tem conserto?

Muitos CDIs são selados com resina, o que dificulta o reparo. Há serviços especializados que consertam alguns modelos, mas o resultado varia. Na maioria dos casos, a troca pela peça certa é o caminho mais confiável.

O que pode queimar o CDI?

Regulador com defeito, bobina em curto, água e ligações improvisadas estão entre os principais motivos. Teste de faísca com a vela solta no ar também pode danificar o módulo e a bobina.

CDI / módulo de ignição de moto: guia geral e lista de motos