Cilindro mestre de freio da Honda CG 125 Fan e Titan
A peça certa para cada versão e ano da CG 125, de 1999 a 2015, com o guia para escolher e trocar.
- 3 versões
- 4 gerações
- 1999–2015
Cilindro mestre de freio de reposição
1 código
- Modelo
- Honda CG 125
- Anos
- 1999 a 2015
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com cilindro mestre de freio para a Honda CG 125
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura cilindro mestre de freio para a Honda CG 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaCilindro mestre de freio por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| CG 125 Cargo ESD | 2014–2015 |
| CG 125 Fan ESD | 2014–2015 |
| CG 125 Titan ES | 2000–2004 |
| CG 125 Titan ES | 1999 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O cilindro mestre certa para cada CG 125
O cilindro mestre da Honda CG 125 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da CG 125 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
Cilindro mestre de freio de reposição para a Honda CG 125
São 1 código de cilindro mestre de freio de reposição para a Honda CG 125, de EMBUS, para as versões Fan e Titan.
Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.
| Código | Peça | Versões | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|---|
| Todos os anos | ||||
| FIT2767 | Cilindro mestre freio superior Titan / Fan 125-150-160 / CB x / titan-es | Fan, Titan | EMBUS | |
| FIT2767 | Cilindro mestre freio superior Titan / Fan 125-150-160 / CB x / titan-es | Fan, Titan | EMBUS | |
O cilindro mestre no freio da CG 125
Pense no cilindro mestre como o coração do freio a disco: ele bombeia o fluido para a pinça a cada acionamento e deixa o fluido voltar quando você solta. Junto dele fica o reservatório de fluido, que repõe o volume conforme as pastilhas gastam e os pistões da pinça avançam.
É uma peça que dura bastante, mas não é eterna. Quando as gaxetas cansam ou o cilindro interno corrói, existem dois caminhos: instalar o reparo do cilindro mestre, que é o kit com pistão, gaxetas, mola e trava, ou trocar o conjunto inteiro. A escolha depende do estado do corpo por dentro, e quem decide isso com segurança é a oficina.
Como o cilindro mestre trabalha na CG 125
A CG 125 1999–2015 é uma street de 125 cc. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas. Atrás, o freio é a tambor, com lonas (sapatas).
Na CG 125, muito usada no dia a dia, o cilindro mestre trabalha bastante no trânsito. Fluido trocado no prazo é o que evita corrosão no alojamento e permite resolver com reparo quando chegar a hora.
Como atrás o freio é a tambor, a CG 125 tem um só cilindro mestre, o do freio dianteiro. Um reparo bem feito nele e fluido no prazo mantêm a frenagem principal da moto em ordem.
Sinais de que o cilindro mestre da CG 125 está com defeito
Nem todo manete mole é culpa do cilindro mestre, mas muitos são. Os sinais abaixo ajudam a separar o que é dele do que é do fluido, da mangueira ou da pinça.
- Fluido escorrendo embaixo do manete. Umidade na ponta do pistão, embaixo do manete, ou na coifa de borracha (o guarda-pó) é sinal de que a vedação externa do cilindro mestre cansou. O fluido ainda mancha painel, guidão e pintura.
- Fluido muito escuro ou com borra. Borra no reservatório é mau sinal. Ela costuma vir de gaxetas se degradando ou de fluido contaminado, e acelera o desgaste do pistão. A limpeza do sistema e o reparo devem ser avaliados juntos.
- Reservatório trincado ou tampa vazando. Tombo, batida ou ressecamento podem trincar o reservatório de fluido ou deformar a tampa. A borracha interna (diafragma) rasgada também deixa umidade entrar. Qualquer vazamento ali compromete o freio e ataca a pintura.
- Freio que prende e não solta. A roda fica pesada depois de algumas frenagens e o disco esquenta. Uma causa possível é o furo de compensação do cilindro mestre obstruído por sujeira, ou manete sem folga, que impede o fluido de voltar ao reservatório.
- Manete duro ou que não volta. Manete pesado demais, que trava no meio ou volta devagar, pode indicar pistão emperrado por corrosão ou pino do manete seco. Se o pistão não retorna, o freio pode ficar acionado sozinho.
Cilindro mestre ou reparo: o que conferir na compra
Leve modelo, ano e versão da moto e, se puder, a peça antiga ou o código gravado nela. Com isso, a comparação na loja é rápida.
- Dianteiro ou traseiro. O cilindro mestre dianteiro vai no guidão, acionado pelo manete. O cilindro mestre traseiro fica perto do pedal e é acionado por uma haste. São peças diferentes, com pistões diferentes, e os kits de reparo também não se trocam entre si.
- Diâmetro do pistão. Cilindro de pistão maior ou menor que o previsto deixa o manete duro demais ou longo demais. Fique na medida da aplicação, gravada na peça antiga ou indicada no catálogo.
- Reparo do cilindro mestre ou peça nova. Se o cilindro por dentro está liso, sem corrosão nem riscos, o reparo com pistão, gaxetas, mola e trava devolve a vedação. Corpo corroído, rosca danificada ou reservatório quebrado pedem o cilindro mestre completo.
- Com manete, reservatório e interruptor. Pergunte se a peça inclui manete, reservatório, tampa, diafragma e interruptor da luz de freio. Comparar o conteúdo evita surpresa na hora da montagem.
- Superior e inferior no catálogo. Em muitos catálogos, "cilindro mestre superior" é o do guidão, e "inferior" aparece ligado à pinça, ou seja, ao cilindro que fica embaixo, na roda. Leia a descrição inteira antes de comprar, para não levar reparo de pinça achando que é do burrinho.
O que a oficina faz na troca do cilindro mestre
Se você não tem experiência com freio hidráulico, deixe com a oficina. Estes são os passos de uma troca bem feita, no cilindro mestre dianteiro ou no traseiro.
- Proteja a moto e retire o fluido. Cubra tanque, painel e carenagem, porque o fluido ataca a tinta. Abra o reservatório e retire o fluido velho com seringa, antes de soltar qualquer conexão.
- Solte a mangueira e o interruptor. A mangueira sai do cilindro mestre e fica presa para cima. Depois, os conectores do interruptor de freio são soltos. Guarde o parafuso da mangueira; as arruelas de vedação vão para o lixo.
- Retire o cilindro mestre. No dianteiro, solte a abraçadeira do guidão e retire o conjunto com o manete. No traseiro, solte a haste do pedal e os parafusos do suporte, junto com o reservatório se ele sair com a peça.
- Instale o reparo, se for o caso. No reparo, cada gaxeta entra no sentido correto, lubrificada com fluido de freio, nunca com graxa comum. A trava precisa assentar inteira no canal. Uma peça invertida faz o freio não funcionar.
- Monte o cilindro na posição certa. No guidão, posicione o cilindro no ângulo que deixa o reservatório nivelado com a moto em pé e o manete confortável. Muitas abraçadeiras têm marca indicando o lado de cima. Aperte os parafusos conforme o manual, sem esmagar o guidão.
- Ligue a mangueira e o interruptor. Mangueira com arruelas novas e no mesmo caminho de antes. O interruptor volta ao lugar e é testado com a ignição ligada antes de seguir para a sangria.
- Sangre o cilindro e o circuito. Encha o reservatório e bombeie o comando devagar para o fluido entrar no cilindro vazio. Depois faça a sangria pelo purgador da pinça até sair fluido sem bolhas, sem deixar o reservatório secar. Cilindro novo costuma exigir paciência.
- Verifique nível, folga e vazamentos. Nível corrigido, roda girando solta e nenhum vazamento sob pressão. Só então vem o teste curto, em local seguro, antes de voltar ao trânsito.
Fluido usado e panos sujos devem ficar com a oficina para descarte. Aproveite o serviço para olhar mangueira, pinça e pastilhas, porque o freio só funciona bem quando o conjunto inteiro está em ordem.
Erros comuns com o cilindro mestre de freio
A maior parte dos problemas depois de um reparo de cilindro mestre vem de montagem apressada ou peça errada. Estes são os tropeços mais vistos.
- Montar gaxeta invertida. As gaxetas têm lado certo. Montada ao contrário, a vedação não segura pressão e o manete vai até o punho. Siga a ordem das peças retiradas e o desenho do kit.
- Comprar o reparo da posição errada. Pela confusão entre superior, inferior e traseiro nos catálogos, é comum levar o kit errado. Compare as gaxetas com as antigas antes de montar.
- Trocar por cilindro de outra moto. Peça "que encaixa no guidão" não é garantia de freio certo. O diâmetro do pistão precisa combinar com a pinça da sua moto.
- Lubrificar com graxa ou óleo comum. Usar o óleo que estava à mão no pistão novo estraga o reparo antes de a moto sair da oficina. Só fluido de freio ou produto próprio.
Cuidados com o cilindro mestre e o reservatório
Cuidar do cilindro mestre é, em boa parte, cuidar do fluido e do reservatório. Estes hábitos fazem diferença.
- Pino do manete lubrificado. O pino em que o manete gira deve receber um pouco de graxa adequada nas revisões. Manete seco fica áspero e pode não deixar o pistão voltar direito.
- Fluido trocado no prazo do manual. O fluido absorve umidade com o tempo, e a umidade corrói o alojamento do pistão. Trocar o fluido no intervalo do manual é o que mais protege o cilindro mestre por dentro.
- Olhe o cilindro depois de um tombo. Mesmo tombo parado pode trincar o reservatório, entortar o manete ou girar o cilindro no guidão. Verifique tudo antes de rodar e corrija a posição se o reservatório ficou inclinado.
- Lavagem sem jato forte no comando. Evite jato de alta pressão direto no reservatório, na coifa do pistão e no cilindro traseiro. A água pode passar pelas vedações e contaminar o fluido.
Perguntas frequentes
Posso trocar o cilindro mestre em casa?
Exige atenção a detalhes pequenos: sentido das gaxetas, limpeza do cilindro e sangria completa. O erro só aparece na hora de frear. Na dúvida, a oficina é o caminho mais seguro.
O reservatório de fluido é vendido separado?
Em muitos casos, sim. Tampa, diafragma e, no traseiro, o reservatório e a mangueirinha podem ser trocados à parte. Quando o reservatório é parte do corpo e trincou, a solução é o cilindro mestre completo.
Manete esponjoso é sempre o cilindro mestre?
Nem sempre. Ar no sistema, fluido velho e mangueira inchada também deixam o manete esponjoso. Se a sangria com fluido novo resolve e o toque se mantém firme, o cilindro está bom. Se o problema volta logo ou o manete afunda devagar sob pressão, o cilindro mestre é o suspeito.
Qual a diferença entre cilindro mestre dianteiro e traseiro?
São peças diferentes. O cilindro mestre dianteiro fica no guidão, é acionado pelo manete e quase sempre tem o reservatório no corpo. O traseiro fica perto do pedal, acionado por uma haste, com reservatório separado. Pistão, fixação e kit de reparo mudam.
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