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Mola da bengala da Honda CG 125 Titan

A peça certa para cada versão e ano da CG 125, de 1990 a 2018, com o guia para escolher e trocar.

  • 12 versões
  • 25 gerações
  • 1990–2018

Mola da bengala de reposição

1 código

Modelo
Honda CG 125
Anos
1990 a 2018

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com mola da bengala para a Honda CG 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura mola da bengala para a Honda CG 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Mola da bengala por versão e ano

VersãoAnos
CG 125 Cargo2016–2018
CG 125 Cargo2014–2015
CG 125 Cargo2009–2013
CG 125 Cargo2005–2008
CG 125 Cargo2000–2004
CG 125 Cargo1994–1999
CG 125 Cargo1990–1993
CG 125 Fan2016–2018
CG 125 Fan2014–2015
CG 125 Fan2009–2013
CG 125 Fan2005–2008
CG 125 Cargo ESD2014–2015
CG 125 Fan ES2014–2015
CG 125 Fan ES2009–2013
CG 125 Fan ESD2014–2015
CG 125 Cargo ES2009–2013
CG 125 Titan ES2000–2004
CG 125 Titan ES1999
CG 125 Titan KS2000–2004
CG 125 Titan KS1999
CG 125 Titan KSE2002–2004
CG 125 Titan2000
CG 125 Titan1994–1999
CG 125 Today1990–1994
CG 1251990

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

Qual mola da bengala serve na CG 125

A mola da bengala da Honda CG 125 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da CG 125 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Mola da bengala de reposição para a Honda CG 125

Para a Honda CG 125, os catálogos de peças de reposição trazem 1 código de mola da bengala, de EMBUS, para a versão Titan, de 2004 a 2008.

Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.

CódigoPeçaVersõesCor / tipoMarca
2004 a 2008
FIT2023Mola garfo bengala Titan 2000 KS / ES / Fan 04-08 125 grandTitanEMBUS
FIT2023Mola garfo bengala Titan 2000 KS / ES / Fan 04-08 125 grandTitanEMBUS

O que a mola da bengala faz na CG 125

Dentro de cada bengala do garfo dianteiro há uma mola helicoidal que sustenta o peso da frente da moto. É ela que define a altura da frente parada, quanto o garfo afunda quando você senta e quanto ele cede numa frenagem ou num buraco. O óleo da bengala controla a velocidade do movimento; a mola decide até onde ele vai.

Como são duas bengalas, a moto usa um par de molas, que precisa trabalhar igual. Quando a mola cansa, ela encurta e perde força: a frente fica baixa, a moto afunda na frenagem e o garfo passa a bater no fim do curso.

O que muda na mola da bengala da CG 125

Para entender a mola da bengala desta moto, vale olhar a ficha: a CG 125 é uma street de 125 cc. Atrás, são dois amortecedores, um de cada lado da balança. A CG 125 usa rodas raiadas, com aro e raios.

Em moto de uso diário como a CG 125, a mola cansada aparece como frente baixa e mergulho na frenagem. Na troca, aproveite para trocar o óleo do garfo e conferir os retentores, que costumam estar com a mesma idade.

Como saber se a mola da suspensão dianteira precisa de troca

Estes são os indícios mais comuns de mola da bengala no fim. Quanto mais deles aparecem juntos, mais provável que o par já tenha cedido.

  • Direção diferente em curva. Se a moto ficou instável ao frear inclinada ou parece "cair" na curva, a frente pode estar baixa demais. Mola fraca altera a geometria sem que se perceba olhando.
  • Frente baixa com a moto parada. Com o piloto em cima, o garfo afunda bastante e sobra pouco curso para os buracos. A moto parece mais baixa na frente do que era. Mola cansada perde comprimento e já começa comprimida.
  • Uma bengala diferente da outra. Bengalas com comportamento desigual podem ter molas de alturas diferentes. É comum quando alguém trocou só uma mola ou montou peças de origens diferentes.
  • Frente mole com garupa ou carga. Com garupa, a frente fica esponjosa, desce demais nas freadas e parece sem apoio nas curvas. A mola que dava conta antes já não segura o peso extra.
  • Batida seca no fim do curso. O garfo chega ao batente com frequência, mesmo em irregularidades comuns. Além do desconforto, a pancada castiga roda, mesas e caixa de direção.

Par de molas da bengala: o que conferir antes de comprar

A mola da bengala precisa caber no tubo, ter o comprimento certo com os espaçadores e a carga adequada ao peso da moto. Parecer igual não basta.

  • Comprimento e diâmetro. Mola grossa demais raspa por dentro; comprida demais deixa a tampa difícil de fechar e a frente alta; curta demais deixa o garfo mole. As medidas devem casar com a aplicação.
  • Aplicação pelo modelo e ano. Informe modelo, ano e, se possível, o código da peça. O garfo pode mudar entre versões do mesmo modelo, e a mola muda junto em comprimento, diâmetro e carga.
  • Mola grande, mola pequena e espaçador. Antes de pedir, saiba se a sua bengala tem só uma mola, duas molas ou mola com espaçador. Isso muda o comprimento da peça que você precisa e a pré-carga final.
  • Sempre o par de molas. As duas bengalas precisam de molas iguais. Compre o par, mesmo que só uma pareça cansada, para o garfo trabalhar por igual nos dois lados.
  • Óleo novo na mesma compra. Inclua o óleo da suspensão dianteira e, se o garfo estiver vazando, o par de retentores. Assim o serviço resolve a frente toda de uma vez.

Troca do par de molas da bengala passo a passo

A troca da mola envolve abrir a tampa da bengala, que está sob pressão, e montar com óleo e pré-carga corretos. É serviço de oficina, porque mexe na suspensão e na direção.

  1. Apoiar a moto e aliviar a frente. A moto fica firme no cavalete central ou no elevador, com a roda dianteira levemente fora do chão. Assim a mola deixa de carregar o peso da frente e a tampa pode ser aberta com segurança.
  2. Afrouxar a tampa da bengala. A tampa superior é rosqueada e fica pressionada pela mola. O mecânico a afrouxa com a ferramenta certa, segurando para ela não saltar quando a rosca terminar.
  3. Retirar espaçador e mola velha. As peças internas saem uma a uma e são separadas por bengala. A ordem e a posição de cada uma precisam ser repetidas, ou a pré-carga muda.
  4. Trocar o óleo do garfo. Aproveita-se a abertura para trocar o óleo da suspensão dianteira. Óleo escuro ou com partículas metálicas pode indicar buchas gastas, que merecem avaliação.
  5. Medir as molas antigas. A mola retirada é medida e comparada com o limite do manual e com a nova. Isso confirma o diagnóstico e mostra se o problema era mesmo mola cansada.
  6. Colocar óleo no nível. Cada bengala recebe a mesma quantidade, medida com cuidado. Diferença de óleo entre os lados deixa o garfo desigual, mesmo com molas novas e iguais.
  7. Instalar a mola nova. Mola, espaçador e arruela voltam na ordem certa. Se a mola nova tiver comprimento diferente, o espaçador é ajustado conforme a orientação do fabricante da peça, nunca no improviso.
  8. Apertar e testar a frente. Tampa e abraçadeiras recebem o torque do manual, e as bengalas ficam na mesma altura nas mesas. Com a moto no chão, o garfo é comprimido várias vezes e depois testado rodando, inclusive na frenagem.

Nunca tente abrir a tampa da bengala com a frente apoiada no chão ou sem segurar a tampa: a mola empurra com força. Molas cortadas, calços improvisados e espaçadores de outro material não fazem parte de um serviço sério. Guarde a nota das peças e da mão de obra.

Erros que deixam o garfo pior depois da troca da mola

Muitos problemas de frente vêm de tentativas de "melhorar" a mola sem critério. Estes são os erros mais vistos na oficina.

  • Montar mola progressiva ao contrário. Espiras juntas do lado errado mudam o comportamento da mola. Antes de fechar a tampa, confirme a posição pela instrução e monte as duas bengalas iguais.
  • Compensar mola fraca com óleo grosso. Óleo mais viscoso deixa o garfo lento, mas não segura o peso da frente. A moto continua baixa e ainda fica dura nos buracos. Óleo controla velocidade; altura é trabalho da mola.
  • Esquecer o espaçador ou a ordem das peças. Cada peça interna tem lugar. Desmontar sem anotar a ordem é o caminho para uma montagem errada que deixa o garfo diferente nos dois lados.
  • Cortar a mola para baixar a moto. Cortar espiras rebaixa a frente, mas muda a carga da mola, tira curso útil e deixa as pontas sem apoio reto. A moto fica mais propensa a bater no fim do curso e a direção muda.

Cuidados que preservam a mola da suspensão dianteira

Como a mola fica escondida, cuidar dela é cuidar do garfo inteiro e do jeito de pilotar. Estes hábitos valem para qualquer moto.

  • Freie de forma progressiva. O mergulho violento na frenagem castiga a mola e o fim do curso. Frear com antecedência e de forma gradual é melhor para a suspensão e para a segurança.
  • Reduza antes de lombadas e buracos. Passar forte por valeta e lombada faz a mola chegar ao limite de uma vez. Reduzir antes poupa a mola, o óleo, as buchas e a roda dianteira.
  • Respeite a carga máxima. O manual informa o peso máximo que a moto pode levar. Andar sempre acima disso mantém a mola muito comprimida e acelera o cansaço do aço, além de castigar freios e pneus.
  • Mantenha os retentores em dia. Retentor vazando deixa o garfo com pouco óleo, e a mola passa a trabalhar sem controle, batendo mais. Além disso, por onde sai óleo pode entrar água, que enferruja a mola.

Perguntas frequentes

Preciso trocar as duas molas da bengala?

Troque o par. As duas molas têm a mesma idade e o mesmo cansaço, e o garfo precisa trabalhar igual nos dois lados. Uma mola nova ao lado de uma velha deixa uma bengala mais firme e a frenagem desigual.

O que é mola progressiva?

Não é melhor por definição, é diferente. Ela endurece ao longo do curso, enquanto a comum mantém a mesma firmeza. A posição de montagem e o espaçador seguem a orientação do fabricante da peça.

Cortar a mola da bengala faz mal?

Não é recomendado. Cortar muda a carga da mola, reduz o curso útil e deixa a ponta sem apoio reto. A moto fica mais propensa a bater e a direção muda. Para baixar a moto, procure solução com aplicação própria e orientação técnica.

Como saber se a mola da bengala está cansada?

Dá, sim. A oficina tira a mola e mede o comprimento sem carga. Se estiver abaixo do limite do manual, ou muito diferente da outra, a mola está cansada. É mais seguro do que avaliar só pela sensação.

Mola da bengala de moto: guia geral e lista de motos